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Em novembro de 2020, o Viajão completa dez anos de idade! Sim, estamos há uma década dividindo por aqui nossas histórias, experiências e roteiros - conheça um pouco da nossa história.
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]]>Você acredita que hoje faz exatamente dez anos do nosso primeiro post aqui?! Isso significa que o Viajão, entre pausas e viagens, está há DEZ ANOS no ar (e nos trilhos, nas estradas, nas ruas também) contando histórias de viagens e dando dicas pra facilitar a sua vida nas aventuras da vida.
A primeira história foi sobre o surfe no rio em Munique, na Alemanha.
Mas quem diria que, bem no ano em que completamos uma década de existência, ficaríamos mais parados no mesmo lugar do que fazendo aquilo de que mais gostamos? Em ano de pandemia, o jeito foi apenas relembrar memórias construídas em viagens antigas e esboçar futuras expedições pelo mundo.

Enquanto morava na Alemanha, o Xóia decidiu que queria contar num blog os casos que vivia nas viagens pelo mundo. Chamou o Coqs, que topou na hora fazer parte dessa aventura virtual. Em duas semanas, o Viajão estava no ar, com posts sem muitas dicas e roteiros de viagens, mas com curiosidades sobre lugares e situações.

Anos depois, o Viajão sentia a necessidade de uma visão mais apurada e delicada pras histórias que começaram a ganhar cada vez mais leitores. Por isso, a viajona Amanda Malucelli chegou pra fazer parte disso tudo! Ela trouxe muitas dicas e contou aqui diversos momentos incríveis e engraçados que passou desbravando o mundo.

Em 2017, após um “período sabático”, os viajões resolveram voltar com os posts e começaram a escrever, além de histórias curiosas, também dicas e roteiros em posts bem completos. Nessa “segunda temporada” do blog, chegaram Marina Fabri e Rachel Ancelevicz. Assim, o Viajão se tornou o quarteto que está aí até hoje, junto do Xóia e do Coqs.
O Viajão começou a se tornar cada vez mais “ão”. Virou referência de viagens no Instagram, ganhou milhares de seguidores e curtidas no TikTok e começou a se aventurar nas ondas dos podcasts. Aliás, a primeira temporada de episódios estreou em março e dá pra maratonar tudinho acessando as principais plataformas.

Além de episódios com histórias e dicas de viagens, lançamos também o semanal Viajão a Bordo. Nele, trouxemos boletins de notícias e informações importantes do mundo do turismo durante o período mais crítico da pandemia.

O que os próximos dez anos nos reservam? Ainda não sabemos. Mas já adiantamos que daqui a pouquíssimo tempo teremos um novo site. E ele inclui novidades bem legais pra facilitar a sua vida na hora de planejar sua aventura.

Ah, e você também vai poder baixar nossos e-books exclusivos com informações completas e dicas preciosas sobre os destinos que mais amamos (e que sabemos que você também vai amar!).

O Viajão é 10! O tempo parece adorar voar, né? A gente também! E se você estiver sempre conosco, em cada nova memória construída, pode apostar que sempre teremos uma boa viagem!

Muito obrigado pela parceria até aqui, viajões! Que continuemos juntos, pra compartilharmos mais e mais histórias.
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Já pensou em comer em um dos melhores restaurantes do mundo? Se você tem curiosidade, aproveite para ler meu relato sobre o Bo.lan, hoje considerado o 19o melhor da Ásia. O restaurante típico tailandês tem também uma estrela Michelin e foi tema de um episódio da série documental de gastronomia Chef's Table, da Netflix.
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]]>Eu adoro gastronomia! Um dos meus programas favoritos em qualquer lugar do mundo é comer e conhecer os sabores locais. E já tendo ido para a Tailândia quatro vezes, tinha uma coisa que eu queria muito fazer: comer num restaurante estrelado. Mais especificamente, no Gaggan, em Bangkok – que foi considerado o melhor restaurante da Ásia (e o quarto melhor do mundo!). Só que além de ser muito caro (acabava sempre deixando pra uma próxima visita haha), ele fechou no ano passado.
Mas acabei conseguindo realizar esse sonho conhecendo o Bo.lan, que também fica em Bangkok. Hoje ele é o 19o melhor da Ásia. A chef que comanda a casa, Duangporn Songvisava, foi também eleita a melhor chef mulher da Ásia em 2013. O restaurante tem uma estrela Michelin. E foi também o tema de um dos episódios de Chef’s Table, série documental da Netflix sobre gastronomia. Eu recomendo a série inteira, mas se você quiser ver só esse episódio, é o terceiro da 5a temporada.
Junto com a chef tailandesa (conhecida simplesmente como Bo), quem também assina os pratos é seu marido, o australiano Dylan Jones (ou Lan).
Agora que contextualizei o lugar, vamos para a experiência!
Essa é uma experiência gastronômica completamente diferente do que a gente costuma viver quando visita a Tailândia. Normalmente, a primeira coisa em que a gente pensa é na comida de rua, certo?

Pois bem, o Bo.lan é, na verdade, um restaurante que serve pratos tradicionais tailandeses com inspiração tanto na comida de rua quanto na gastronomia mais refinada e comum nos palácios. Tudo é orgânico e vem de fornecedores locais.
Funciona como um menu degustação. Ou seja, os pratos variam de acordo com a estação e escolha dos chefs. Você paga um valor fechado pelo menu completo, não tem escolha a la carte. Mas, claro, você pode alertar o restaurante caso tenha alguma restrição alimentar na hora da reserva.

E o menu tem várias etapas, sendo três ou quatro entradas, mais cinco pratos principais. Nos principais, em geral são servidos uma salada, um curry, uma sopa e outras preparações típicas, com o omelete tailandês, por exemplo. A diferença para os menus degustações ocidentais é que nesse caso todos os pratos principais são servidos juntos, para dividir, pois essa é maneira tradicional deles. Depois, mais uma ou duas sobremesas.

Tudo estava muito gostoso no dia que fomos – e os pratos (especialmente principais) são muito fartos. E também muuuito apimentados haha. Tinha passado 13 dias na Índia antes disso e não cheguei nem perto de lacrimejar com a picância. Mas com as entradas do Bo.lan… Confesso que foi quase.
Pra mim, valeu, sim! Mas se vale pra você também, aí depende… Você gosta muito de gastronomia – e da experiência gastronômica como um todo, de sentar num restaurante e aguardar a sequência de pratos? Você tem essa grana para gastar e não vai deixar de fazer coisas que considera importantes por isso (quando fomos, a conta deu cerca de US$ 100 para cada, na época, em torno de R$ 400 – hoje, cerca de R$ 515)? Quer conhecer um restaurante estrelado em Bangkok? Se a sua resposta para essas perguntas for sim, vai numa boa porque você vai curtir! Se for não, deixe para lá (ou pra uma próxima visita).
Para terminar, no Bo.lan você não vai encontrar tailandeses comendo. É um restaurante mais caro, que oferece comida típica para um público majoritariamente internacional. Portanto, por mais que eu tenha adorado ter conseguido ir, essa é uma experiência complementar à que você vai ter experimentando a comida de rua. Para conhecer também algo diferente e saber como é um restaurante asiático mais refinado (e, óbvio, um dos melhores do mundo). Mas não trocaria pelo pad thai sentada em uma esquina qualquer de Bangkok.
Ah, e se você está planejando uma viagem para a Tailândia, aproveite para dar uma olhada nos outros posts sobre o assunto por aqui. Já demos dicas que vão desde como sair do aeroporto e chegar no centro de Bangkok, já falamos sobre as praias e sobre a experiência com elefantes em Chiang Mai. E antes de embarcar, não esquece do seguro viagem, né?
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A Marina já nos trouxe 25 livros pra viajar sem sair do sofá. Mas depois da nossa conversa lá no podcast Viajão, pensei em outros filmes que costumam me transportar para outros lugares com facilidade. Bora dar uma volta ao mundo com o cinema?
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]]>Nessa época de mundo em mudança, com várias restrições de viagem, estamos todos com a missão de ficar em casa sempre que possível. Mas isso não significa que a gente precise parar de fazer planos de viagem – e de se encantar com esse mundo incrível em que vivemos.
A Marina já nos trouxe 25 livros pra viajar sem sair do sofá. Mas depois da nossa conversa lá no podcast Viajão, sobre o que assistir durante esse período de isolamento social, pensei em outros filmes que costumam me transportar para outros lugares com facilidade. E, claro, são inspiração para viagens futuras. Bora dar uma volta ao mundo com o cinema?
Na Mira do Chefe é um filme meio noir, de humor sarcástico e mais pesado, que muitas pessoas conhecem pelo nome em inglês: In Bruges. E, como o nome diz, se passa em Bruges, na Bélgica. Um assassino de aluguel comete um erro e o chefe manda ele se esconder por um tempo na cidadezinha belga. E aí, você (ao lado do Colin Farrell) acaba fazendo turismo pelo filme. Tem na NOW.
A protagonista de O Fabuloso Destino de Amélie Poulain é uma garçonete em um café de Montmartre (o que, por si só, já te transporta para Paris). É um filme de personagens excêntricos e de uma garota querendo trazer alegria para o mundo. Garanto que você vai se divertir com a história do duende! Esse filme está no Prime Video, que faz parte da assinatura do Amazon Prime (ao usar esse link, você sabe mais sobre o serviço e ajuda o Viajão! \o/)

Ainda sobre Paris, tem um dos filmes da trilogia do diretor Richard Linklater (que mencionei no podcast, mas como é minha favorita, eu repito aqui). Os filmes têm o Ethan Hawke e a Julie Delpy basicamente passeando e conversando por cenários europeus: Viena em Antes do Amanhecer, Paris em Antes do Por-do-Sol (que é o que mais gosto, por isso, coloquei em França) e o Peloponeso, na Grécia, em Antes da Meia-Noite. Se você gosta de romances sutis, vai adorar.
Tudo bem que, em Adeus, Lenin, o foco é uma Berlim do passado. Mas a capital alemã é uma cidade em reconstrução, então cenários do presente do passado se misturam muito. Eu adoro esse filme. Você chora, ri, se encanta com o que fazemos pelas pessoas que amamos. Fica a dica! Tem na NOW.

A gente comentou sobre o que acho que é um dos filmes-baseados-em-livros mais mencionado quando se fala em viagem, que é Comer Rezar Amar. Mas acho que não dá para deixar outro filme-baseado-em-livro de fora da lista: A Praia. Esse drama, que tem um Leonardo diCaprio novinho, foi filmado em Maya Bay, na Tailândia. É um retrato agressivo e não muito fiel do país, mas levou muitos viajantes ao local. Tantos, aliás, que a baía está fechada para visitação, para que a natureza se recupere.
Como eu trouxe vários filmes pesados aqui, achei melhor incluir uma comédia romântica: Podres de Ricos. Eu ri muito com esse recorte endinheirado de Singapura. E como a nossa protagonista nunca esteve por lá, tem muitas descobertas quase de turista. Por exemplo, com as comidas de rua. No Brasil, tem na HBO.
O Exótico Hotel Marigold tem alguns dos meus atores favoritos: Dev Patel, Judi Dench… Tem também cenários lindos e os encantos e desencantos que todo turista tem quando conhece um lugar novo, com o qual sonhou muito. Tem no TelecinePlay.

Minha primeira indicação é um filme meio pesado, já vou avisando: O Abutre. É sobre um cinegrafista amador sem escrúpulos registrando crimes por Los Angeles e mostra muitos lugares reais na cidade. De acordo com o diretor, eles foram adaptando o roteiro aos lugares onde gostariam e poderiam filmar. Tem pra alugar no YouTube. Agora, se você preferir uma visão mais romântica da cidade, sempre tem La La Land. E entre os clássicos que se passam em Hollywood, meu favorito é Crepúsculo dos Deuses.
Aliás, não dá para errar com Billy Wilder, o diretor de Crepúsculo dos Deuses. Se quiser ver uma Nova York antiga, assista outro clássico favorito meu: Se Meu Apartamento Falasse.

E temos o belíssimo Havaí. Eu adoraria estar lá nesse momento. Os Descendentes é um filme que é meio drama, meio comédia, que se passa em Big Island e em Kauai, com sol, praia e camisas estampadas. E tem o George Clooney, o que é sempre um ponto positivo. Ele é baseado em um livro. Mas eu recomendo fortemente as lindas imagens do filme.
Para uma versão um pouco mais fantasiosa do Havaí (por causa dos alienígenas, e não por causa dos sons e cenários), tem Lilo e Stitch. Que eu amo. E é muito Havaí para mim, por causa do surf, da hula, e até mesmo, por causa do show turístico de dança polinésia. Ah, e claro, por causa do Elvis Prestley.
Dia de Los Muertos no México. Como não amar? Viva – A Vida é uma Festa é uma animação que me faz chorar toda vez emociona muito. É a história de um garoto mexicano apaixonado por música preso junto com os antepassados em um outro plano.

Apesar do nome, o filme Um Conto Chinês se passa em Buenos Aires. E é com um dos meus atores favoritos – o Ricardo Darín. Ele faz um cara meio mau humorado que encontra um chinês perdido na cidade, que não fala nada de espanhol e não consegue voltar pra casa. Tem no TelecinePlay.
Falamos no podcast também de Medianeiras, uma comédia romântica argentina que me ajudou a descobrir onde ficava essa pracinha acima. Foi onde me “abriguei” quando andei até me perder por Buenos Aires. E adorei quando ela apareceu no filme.
Dos muitos filmes brasileiros que poderia citar aqui, resolvi mencionar O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, dirigido pelo Cao Hamburguer. É uma viagem no tempo (se passa na década de 1970) com um garoto que é deixado na casa do avô enquanto os pais “saem de férias”. O cenário é o Bom Retiro, em São Paulo (embora não tenha sido filmado todo nesse lugar), um bairro de imigrantes. Dá pra alugar no YouTube ou na NOW.
Você já viu O Jardineiro Fiel? Esse drama dirigido por Fernando Meirelles se passa no Quênia e estrela o Ralph Fiennes como um diplomata aguardando notícias sobre a esposa, sequestrada. É um filme muito delicado sobre um assunto muito série. O que mais me marcou à época que assisti foi justamente como é um filme focado em uma pessoa, e não em um conflito. Tem no Globoplay.
Incluí mais uma animação aqui, pois é um dos meus gêneros favoritos. E Moana tem bastante da cultura polinésia, por mais que seja em uma ilha fictícia. Da dança ao estilo das canoas, à lenda de Maui, sempre que vejo esse filme, retomo meu sonho de visitar o maior número de ilhas do Pacífico que eu puder. Tem na Amazon Prime Video.
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Comprou a passagem para Bangkok e ainda não sabe qual a melhor opção para ir do aeroporto até seu hotel? Confira aqui todas as possibilidades saindo tanto do Suvarnabhumi, o principal da cidade, como do Don Mueang, onde chegam muitos voos low cost
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]]>Está com a passagem comprada para Bangkok e quer saber como ir do aeroporto para a cidade? Pois bem, esse post vai te ajudar! Antes da gente chegar no principal, recomendo sempre comprar chip de celular com internet assim que desembarcar. Existem várias opções para turistas logo na área de desembarque. O 4g funciona maravilhosamente na Tailândia e isso vai te ajudar bastante a não se perder na cidade, afinal você terá acesso ao Google Maps sempre que precisar. Veja aqui outras coisas essenciais que é bom saber antes de chegar.

Agora passando para o assunto propriamente dito, que é como ir do aeroporto para a cidade, é importante saber que Bangkok tem dois aeroportos principais. O Suvarnabhumi International Airport e o Don Mueang International Airport. O primeiro é o maior e principal – se você está saindo do Brasil em direção à Tailândia, é bem provável que desembarque por lá. Já o Don Muang é onde chegam muitos dos voos de companhias low cost. O que significa que se você for visitar outros países na região e retornar à Tailândia, também deve passar por ali.
Confira na sua passagem qual é o aeroporto para evitar problemas, certo? Para cada um deles, há uma série de opções, confira a seguir.
Veja também quais são as melhores praias da Tailândia e como foi nossa experiência com elefantes em Chiang Mai.
Esse é o principal aeroporto da cidade, o maior e com melhor estrutura. Ele fica a cerca de 30 quilômetros do centro de Bangkok. Além das opções que vou dar abaixo, no próprio aeroporto você encontra também guichês de aluguel de carro. Não cogite essa opção, por favor haha. A menos que você já tenha um profundo conhecimento da cidade e do trânsito de Bangkok.

Os pontos de taxi do Suvarnabhumi ficam no térreo, próximos às saídas 3, 4, 7 e 8. Há um guichê de taxi ali nas proximidades, você pega uma espécie de senha e espera ser chamado. O valor é calculado por taxímetro, como no Brasil.
Mas preste atenção: em Bangkok há uma série de vias expressas e a circulação de veículos por elas é paga. Os pedágios urbanos, que em geral custam em torno de 50 baths (um pouco menos de US$ 2) são cobrados a parte do preço da corrida. Normalmente os condutores perguntam aos passageiros se eles preferem a via expressa antes de entrar em uma – fique atento porque a maioria deles não fala inglês e pode tentar te explicar com gestos e mímicas.
Eu, pessoalmente, sempre prefiro as vias expressas. Bangkok é uma cidade imensa, com muito trânsito. Por tanto, acho que vale a pena.

Não tente usar Uber – não funciona na maioria dos países asiáticos. Já aproveite e faça download do Grab antes de chegar lá e adicione suas informações de pagamento (caso prefira pagar com cartão de crédito, claro). Esse é o app de transporte usado na Tailândia, ele funciona exatamente como os que temos aqui. Permite pagamento via cartão de crédito ou dinheiro.
Ele tem uma série de vantagens, como saber o preço final aproximado da corrida, por exemplo. Digo aproximado porque também precisamos pagar os valores do pedágio urbano por circular nas vias expressas à parte. Exatamente como no taxi. O aplicativo sempre vai te enviar um alerta falando sobre isso (toll fare).
Outra vantagem do Grab é que você pode pedir outros tipos de veículos além dos carros, como vans, por exemplo. Na nossa última passagem pela cidade, estávamos em cinco pessoas e o valor da van para nos deslocarmos ficava mais baixo do que pedir dois carros.
O Suvarnabhumi tem uma linha de metrô de superfície que sai diretamente do piso B1 do aeroporto e vai até a estação Phaya Thai. Essa estação é grande e bem central, fica próxima aos grandes shoppings da cidade. De lá, você pode fazer baldeação pro metrô, o BTS. Várias linhas saem dali.

O Airport Link + BTS é uma opção muito prática e barata, mas não é a ideal para todos. Os trens são novos, modernos, seguros e têm ar condicionado. Mas se você estiver com muita bagagem, pode ser difícil embarcar. Em horários de pico, ficam bastante cheios. Além disso, confira antes no Google Maps se o seu hotel está próximo a uma estação de BTS e veja o trajeto de como chegar lá.
Para mim, pessoalmente, se eu estiver longe de uma estação e precisar ficar trocando de transporte com malas (airport link + BTS + ônibus ou Grab), eu já acho que não vale muito a pena. Lembre-se de que Bangkok é uma cidade enorme, todo esse rolê vai te custar tempo em que você podia estar curtindo a cidade.

Outro porém: descer em Phaya Thai e tentar pegar um Grab ali também é complicado. Pense numa região com muitas avenidas e trânsito intenso. É mais difícil encontrar o motorista do que parece. Lembre-se de que o alfabeto é diferente do nosso e a maioria dos motoristas não fala inglês. Já tentamos fazer isso e não deu boa haha.
Mas se você estiver sozinho, com pouca bagagem e perto do BTS, aí sim é super tranquilo. Foi o que fiz da última vez que em que estive na cidade, pois cheguei sozinha. Gastei 45 baths no Airport Link que vai do aeroporto até Phaya Thai. E de lá fiz baldeação até a estação Thong Lor, que ficava ao lado do meu hotel, por mais 45 baths. Gastei cerca de US$ 3, evitei o trânsito da cidade e fiz o trajeto todo em uma hora.
Resumindo: vai chegar sozinho? Tem pouca bagagem? Quer economizar (tempo e dinheiro)? Seu hotel fica próximo a uma estação? Vá de metrô. Se não, prefira um Grab.

Você pode comprar os tickets do BTS nos guichês (com atendentes) ou nas máquinas. Você precisa informar qual sua estação final porque o preço da passagem depende disso.

Depois que tiver pago, você recebe um cartão ou ficha. Você vai encostar esse cartão ou ficha na catraca para que sua entrada seja liberada e vai depositá-lo depois ao sair no seu destino. Ou seja, guarde esse cartão ou ficha em um lugar de fácil acesso e não perca.
Você sabia que o Viajão agora tem podcast? Clique aqui e saiba como ouvir nossas aventuras de viagem.
O aeroporto tem também uma série de pontos de onde saem ônibus locais de Bangkok. Para chegar até essa área, você precisa pegar um shuttle de dentro do aeroporto, na área de transportes. O Suvarnabhumi é bem sinalizado, então é fácil encontrar. Porém, como em qualquer lugar do mundo, você precisa saber para onde vai e qual ônibus te leva até lá. Confira isso tudo no Google Maps antes de se aventurar, certo?

Se o hotel está no caminho de algum dos ônibus que param no aeroporto, ótimo. Essa é a opção mais barata, custa a partir de 35 baths (pouco mais de US$ 1). Recomendo para quem quer economizar e já tem alguma familiaridade com o transporte coletivo da Tailândia – eu mesma nunca fiz esse trajeto, apesar de já ter circulado muito de ônibus dentro de Bangkok.

Esse aeroporto, que fica a 25 quilômetros do centro, costumava ser o principal da cidade até a construção do Suvarnabhumi. Ele até ficou fechado por um tempo, em 2006, e foi reaberto no ano seguinte. Como a cidade ganhou um aeroporto mais moderno, esse acabou ficando um pouco defasado – não há metrô perto. Há planos de que uma linha seja construída até 2025, porém. Por enquanto, as opções mais práticas são taxi e Grab, que funcionam da mesma forma que descrevi aqui em cima.
Honestamente, eu prefiro sempre o Grab. Em primeiro lugar porque é mais fácil ter ideia do quanto a corrida vai custar e é também mais fácil se comunicar. Muitos motoristas, como comentei, não falam inglês. E pelo aplicativo você inclui o seu endereço diretamente. Além disso, esse aeroporto pode ficar bem movimentado – há uma fila para o taxi, que pode demorar um bom tempo (experiência própria). Esse aeroporto é mais próximo do centro, então o valor da corrida também é mais baixo.
Também há alguns ônibus que param ao lado do aeroporto, como o A1, que para na estação de BTS Mo Chit. Essa estação também é bem movimentada, bem central. De lá dá para fazer baldeação ou tentar um Grab. O ônibus custa 30 baths (cerca de US$ 1), mais o valor do BTS, entre 40 e 60 baths (US$ 1 e pouco a US$ 2).

Para terminar, caso esteja pesquisando passagens e encontre opções para a rota que você busca saindo (ou chegando) nos dois aeroportos, opte sempre pelo Suvarnabhumi. Ele tem mais estrutura e mais opções – é mais prático mesmo sendo mais distante. Não se esqueça também de contratar um seguro viagem. Que tal cotar com o nosso parceiro Seguros Promo? Reservando por este link, você garante sua tranquilidade e também ajuda o Viajão®.
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Em meio à pandemia do novo coronavírus, companhias aéreas e aeroportos alteraram as operações por causa da diminuição de rotas e de passageiros.
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]]>Em meio à pandemia do novo coronavírus, companhias aéreas e aeroportos alteraram as operações por causa da diminuição de rotas e de passageiros.

A pandemia do novo coronavírus está deixando as companhias aéreas do mundo todo com prejuízos bilionários. A Associação Internacional de Transporte Aéreo analisou que as empresas devem registrar perda líquida de US$ 39 bilhões entre abril e junho.
Todas as operações do Terminal 1 do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, estão suspensas temporariamente. A paralisação é para se adequar à diminuição dos voos das companhias aéreas e por causa da interrupção das atividades da Azul no aeroporto durante a pandemia.
O grupo Latam Airlines anunciou que vai suspender parte das rotas internacionais até o dia 30/04. A companhia garantiu que mantém voos entre Santiago e São Paulo, Miami e Los Angeles; e de São Paulo para Miami e Nova York.
A pandemia de Covid-19 antecipou a aposentadoria dos tradicionais modelos Boeing 747 usados pela KLM. No lugar, a companhia vai colocar Boeings 777-200 e 300, que são mais modernos e gastam menos combustível.
Na Tailândia, cerca de 2 mil elefantes esperam ajuda financeira de emergência para os donos. Muitos dos animais vivem em santuários no norte do país, perto de Chiang Mai. Como não a visitação turística acabou durante a pandemia, os donos dos animais dizem que está faltando dinheiro até para a comida dos elefantes.
Nós, do Viajão, torcemos pra que isso se resolva logo. Estivemos em um desses santuários em 2017 e a experiência é incrível.
A remota Ilha de Páscoa, que pertence ao Chile, está isolada por causa do novo coronavírus. Todos os acessos estão fechados depois que dois casos de Covid-19 foram confirmados por lá.
O AirBNB anunciou a criação de dois fundos para ajudar anfitriões a cobrirem custos de cancelamento.
O centro de turismo alemão lançou uma campanha virtual chamada “Descubra a Alemanha de casa”.
A programação digital inclui apresentações da Ópera Estatal de Berlim, visita à distância ao Pergamonmuseum e ao Museu Beethoven.
O órgão de turismo de Orlando, nos Estados Unidos, disponibilizou um tour virtual pela cidade. É possível até experimentar alguns dos passeios.
As notícias completas estão no nosso podcast:
Ou clique aqui.
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Caso você esteja tentando juntar o quebra-cabeça da sua próxima viagem, que tal dar uma olhada no roteiro Viajão de 2019? Essa é uma rota possível no Sudeste Asiático e, dessa vez, teve uma parada na Europa também.
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]]>Caso você esteja tentando juntar o quebra-cabeça da sua próxima viagem, que tal dar uma olhada no roteiro Viajão de 2019? Essa é uma rota possível no Sudeste Asiático e, dessa vez, teve uma parada na Europa também.
Quando a gente tira 30 dias seguidos de férias, a tendência é preencher todos eles com… viagem. E para aproveitar ao máximo a oportunidade, nem sempre os roteiros são os mais práticos para aquele país. Até porque depende muito do seu interesse pessoal. O que você quer conhecer?
Dessa vez, a gente queria visitar as Filipinas e passar alguns dias na Tailândia. E como o voo fazia conexão na Europa tanto na ida, quanto na volta, pensamos: “por que não fazer uma parada por lá também?”
Dia 1 – Chegamos em Zurique pela manhã. Apesar de termos poucas horas na cidade, deu tempo de ir de trem conhecer o centro, onde almoçamos. E de volta ao aeroporto para embarcar para Bangkok.
Dia 2 – Chegamos a Bangkok pela manhã e já embarcamos para Phuket, no sul da Tailândia. Ficamos no The Lantern Resort Patong, em Patong Beach, onde há vários bares e restaurantes. Depois que apreciamos um delicioso jantar de pad thais e fried rices, fizemos a primeira (de muitas) massagem tailandesa nos pés.
Dia 3 – Pela manhã, pegamos a balsa que liga Phuket a Phi Phi. O hotel em que ficamos, Chaokoh Phi Phi Resort, é na rua ao longo da costa. Foi um dia para explorar a ilha e programar o passeio do dia seguinte.

Dia 4 – Fechamos um passeio privativo de barco para os cinco para os principais pontos ao redor de Phi Phi. A saída foi às 08h, para tentar escapar dos grandes grupos de turistas que fazem o trajeto todos os dias em barcos compartilhados. O nosso passeio no tradicional long tail boat começou por Maya Bay e seguiu por Pileh Lagoon, Bamboo Island, além de paradas em lagoas pelo caminho. Então voltamos para a ilha a tempo de almoçar e aproveitar a piscina do hotel.
Dia 5 – No nosso segundo dia inteiro em Phi Phi, resolvemos explorar outras partes da ilha. Seguimos por uma trilha que passa por várias baías até chegar a Long Beach.
Depois, subimos até um mirante (são três na ilha, mas o mais conhecido é o Viewpoint 1) pelo caminho mais longo, que sai da trilha de Long Beach. À noite, teve massagem nos pés (necessária depois da trilha) e um excelente pad thai de 60 baht (cerca de 2 dólares em novembro/2019) para relaxar da caminhada.
Dia 6 – Saímos de balsa até Phuket e, de lá, pegamos um táxi até o aeroporto para voar para…
Dia 6 – …Kuala Lumpur! A capital malaia fica a uma hora e meia de voo de Phuket e tem diferentes atrações para quem visita a cidade. Ficamos hospedados no Travelodge Bukit Bintang, em um dos bairros centrais. Sem dúvida, uma boa opção, já que foi possível caminhar por vários dos pontos turísticos. Considerando que chegamos no fim da tarde, fomos conhecer alguns dos muito shoppings da cidade. E aí, tivemos a impressionante primeira imagem das Petronas Twin Towers.
Dia 7 – Fomos de Grab (o “Uber” do Sudeste Asiático e um dos aplicativos indispensáveis para quem viaja para essa região) até as Batu Caves.
Resolvemos voltar de trem para a região do KLCC (o que implica um trem urbano e um metrô) e compramos ingresso para visitar as Petronas Twin Towers no fim da tarde. Aproveitamos a tarde de chuva para almoçar e fazer compras até voltar para nosso passeio no alto das torres.
Mas a melhor vista foi do skybar do outro lado do parque: petiscos e drinks com as Petronas Twin Towers bem ao lado!

Dia 8 – Hora embarcar para um voo de três horas e meia para…
Dia 8 – …Manila! Chegamos às Filipinas, finalmente. Dormimos em um quarto privado de hostel em Makati e jantamos em um excelente restaurante vegetariano. Mas a ideia na capital filipina era mesmo esperar o voo do dia seguinte.
Dia 9 – Pegamos um dos poucos voos diretos de Manila para El Nido, onde uma van do hotel nos esperava para levar até o resort. Ficamos hospedados longe de El Nido Town, o que restringiu alguns passeios pela cidade, mas nos ofereceu uma praia praticamente deserta. Já que estávamos longe de tudo, aproveitamos a piscina e jantamos no hotel mesmo.
Dia 10 – Contratamos o passeio oferecido pelo hotel para ilhas ao leste da ilha, fora da rota mais turística. Passamos por Little Maosonon Island, Iloc Island e Binulbulan Island, com almoço incluso em (mais uma) praia só para nosso grupo. Em seguida, voltamos para o hotel para curtir a piscina mais uma vez.
Dia 11 – Nesse dia, contratamos um barco privado para passar pelos principais pontos turísticos de El Nido. Big Lagoon, Small Lagoon, Hidden Beach, Secret Beach, entre outros pontos de snorkeling, ficam em ilhas ao redor de El Nido. Almoçamos no barco durante o passeio. Na volta, aproveitamos para passear e jantar em El Nido Town antes de retornar para nosso resort no norte da ilha.

Dia 12 – Tiramos esse dia para fazer algo que raramente fazemos em uma viagem de férias: nada. Portanto, curtimos a praia, a piscina, o bar, os livros no Kindle, as playlists e podcasts… Foi um verdadeiro dia para desacelerar.
Dia 13 – Viajar é se planejar e estar pronto para mudanças. Nossa balsa para Coron foi cancelada por causa do mar agitado. Então, depois de uma manhã de remarcações de balsas e hoteis, passamos mais uma tarde em El Nido Town. Pegamos um tuktuk (que chamam de trycicle nas Filipinas) para visitar Vanilla Beach. Repetimos a janta no Happiness Bar e fomos dormir torcendo para a Guarda Costeira liberar a balsa no dia seguinte.
Dia 14 – Finalmente tudo certo com a nossa partida para Coron! A balsa entre as cidades leva cerca de quatro horas de bastante balanço. Do pier de Coron, pegamos um tuktuk até o hotel e, depois, saímos para caminhar pela avenida principal em busca de um jantar. A cidade estava às escuras, com muitos lugares iluminados por velas ou à base de gerador.
Dia 15 – Fizemos nosso primeiro passeio de barco pelos arredores de Coron, com destino aos principais pontos turísticos. Primeiro, o guia nos levou até o mercado central para comprar os itens para o almoço, que seria preparado pela equipe do barco. Depois, continuamos o passeio de cerca de cinco horas por Twin Lagoons, Kayangan Lake, Barracuda Lake, Smith Beach e Siete Pecados.
Dia 16 – Mais um dia de passeio privativo de barco em Coron, dessa vez, para praias mais afastadas. Dessa vez, fomos até Waling-Waling, Ditaytayan e Malcapuya Island, com almoço no barco e uma parada em Shipwreck Cove na volta. Para encerrar, curtimos a noite na piscina do hotel para nos preparar para os voos do dia seguinte.

Dia 17 – Fomos de avião de Coron a Boracay (com escala em Cebu e uma transferência de jetty da ilha onde fica o aeroporto para a praia de Boracay). Assim que nos alojamos no hotel, saímos em uma caminhada ao longo da costa, que é uma sequência de restaurantes e lojinhas.
Dia 18 – Boracay é uma ilha para aproveitar a praia e caminhar bastante. Nesse primeiro dia cheio na ilha, caminhamos pela Station 2, o trecho central da White Beach. E, então, descobrimos a clareza do mar e a beleza do pôr-do-sol nessa praia.
Dia 19 – Decidimos experimentar um passeio de barco para fazer snorkeling na região. Só que a maré não permitiu que fossemos até praias do outro lado da ilha. Então, voltamos para a White Beach para almoçar e curtimos uma tarde nas águas cristalinas de Boracay. Sem contar mais um pôr-do-sol deslumbrante…
Dia 20 – Tiramos o dia para curtir a White Beach mais uma vez. Almoçamos no D Mall, um complexo de lojas e restaurantes cheio de pratos típicos – ou com ingredientes típicos, como o Cheesecake de Manga do Café del Sol, que fez sucesso com nosso grupo.
Dia 21 – Maratona de: tuktuk, jetty, tuktuk, voo até Manila, ônibus do Terminal 4 para o Terminal 1, e mais um voo até…
Dia 21 – …Bangkok! A cidade que tanto amamos na Tailândia. Como chegamos no fim da tarde no hotel, fomos logo jantar. E, para nossa sorte, descobrimos um pad thai de barraca de rua delicioso e bem perto. Com certeza, um excelente começo de estadia na cidade.
Dia 22 – Já que chegamos a Bangkok no fim de semana, começamos o sábado no Chatuchak, um dos muitos mercados de rua de Bangkok. Dava para passar o dia, mas a cidade é cheia de atrativos, então seguimos para a Jim Thompson House, que é um museu com um restaurante bem gostoso. Logo depois, fomos ao complexo de shopping centers Siam Paragon, Siam Discovery e Siam Center, que fica ali pertinho. Para o jantar, tentamos a fila da Jai Fay, uma chef de comida de rua com uma estrela Michelin, mas a espera nos desanimou. Então fomos a pé para a Khao San Road, curtir a animação dessa rua de bares e restaurantes.
Dia 23 – Para aproveitar os passeios que só são possíveis de fim de semana em Bangkok, fomos até um mercado flutuante. Escolhemos o Khlong Lat Mayong por ser mais perto do centro e menos turístico. Comemos de tudo – e mais um pouco! Daí, voltamos para o Iconsiam, um novo shopping center que é o segundo maior da Tailândia. E, claro, teve mais massagem nesse dia.

Dia 24 – O Wat Arum é chamado de “Templo do Amanhecer” e foi por lá que começamos nosso dia. Depois de atravessar o rio, almoçamos e fomos ao Wat Pho, o templo onde fica o famoso Buda Reclinado. Nosso jantar nesse dia foi no Tealicious Bangkok – delicioso e pertinho do nosso hotel. Valeu a ida!
Dia 25 – A triste hora de ir embora da Tailândia. É sempre uma sensação de “até a próxima!”. Mas ainda não era o fim da viagem…
Dia 25 – Não conta muito como uma parada da viagem, pois foi até mais rápida do que a conexão em Zurique. Mas descemos no Aeroporto de Frankfurt e fomos de trem até a estação central (Frankfurt Hauptbanhhof) para jantar e esperar nosso trem da madrugada.
Dia 26 – Na verdade, precisamos de um trem + um ônibus + um trem, até chegarmos a Luxemburgo. A cidade é uma graça e, no fim de ano, tem diferentes mercados de Natal para aproveitar. Demos uma volta no centro, caminhamos pelo Chemin de la Corniche (uma rota para apreciar a paisagem da cidade) e fomos até o Pfaffenthal Lift (o elevador panorâmico que liga a cidade alta à parte baixa). Depois, fomos ao Weihnachtsmarkt para jantar, com um Mühl Wein (vinho quente – ou quentão, dependendo de onde você mora no Brasil) para esquentar o corpo no frio de 2ºC.

Dia 27 – Como falei, é importante se preparar para imprevistos! Era para nosso trem para Paris sair pela manhã, mas ele foi cancelado por causa de uma greve geral. Nossa solução foi comprar uma passagem de ônibus para sair à tarde e levar o triplo do tempo. Então aproveitamos a manhã para caminhar mais um pouco por Luxemburgo.
Dia 27 – Chegamos a Paris à noite e enfrentamos um longo trajeto de Uber até nosso hotel, por causa das manifestações na cidade. Mas deu para aproveitar um saboroso jantar no Pink Mamma antes de voltar para o hotel.
Dia 28 – Sem metrô (ainda por causa da greve), fomos a pé para o Museu do Louvre para visitar a exposição especial do Leonardo da Vinci – e, depois, ver um pouquinho do gigante museu. Conseguimos ir de metrô até a Champs Elysée e o Arc du Triomphe. De lá, seguimos para o Marais e passamos a noite nesse bairro, caminhando e comendo (porque o que não falta em Paris é restaurantes para provar).

Dia 29 – Fomos até o Trocadéro para aquela bela vista da Torre Eiffel, por onde caminhamos em seguida. Seguimos para o entorno da Notre Dame (trajeto que dá para fazer de patinete elétrico, se você quiser!) e almoçamos na Île Saint-Louis, uma região cheia de restaurantes e barzinhos gostosos. E aí, era hora de embarcar de volta para o Brasil – e começar a pensar no roteiro da próxima viagem!
Toda a nossa viagem está salva lá nos Instagram do @blogviajao! Aproveite para dar uma olhada (e seguir a gente, caso ainda não esteja fazendo isso!).
O post Roteiro de viagem: Sudeste Asiático e Europa apareceu primeiro em Viajão.
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Reserve uns três dias para explorar as famosas ilhas tailandesas. Águas cristalinas, mergulhos incríveis e boa comida ditam o ritmo deste paraíso.
O post Desbravando Phi Phi Islands: o que saber antes de ir apareceu primeiro em Viajão.
]]>Enquanto você só vê fotos, vai achar que elas estão carregadas de filtros que realçam as cores. Mas basta chegar às famosas Phi Phi Islands, no sul da Tailândia, pra perceber que a beleza natural passou por ali e resolveu estacionar e ficar morando neste canto do planeta.

As paisagens são espetaculares, a água é cristalina e com tons de verde fluorescente e o astral é um constante abraço na alma. Com tantos predicados, fica fácil decidir o que fazer em Phi Phi Islands quando você estiver por lá.
Primeiramente, é preciso saber que Phi Phi (fala-se “Pípi” com som de P mesmo) não tem aeroporto. As melhores maneiras de se chegar até lá é pegando um voo até Phuket ou Krabi, cidades próximas e com infraestruturas interessantes.

Diariamente, vários voos e companhias ligam Bangkok, por exemplo, até esses lugares.
Depois, basta ir até o píer de Phuket (também pronunciado com som de P) ou de Ao Nang (a cidade litorânea vizinha de Krabi) e pegar um ferry até Phi Phi. As empresas têm horários variados de embarcações todos os dias. Vale ficar de olho para casá-los com a chegada do seu voo.
A viagem de ferry das cidades até a ilha duram entre 1h30 e 2h. Os tíquetes custam entre THB 300 e THB 400 cada trecho (entre US$ 10 e US$ 13 em novembro de 2019).
Você chegará a Phi Phi descendo no Tonsai píer. Como a parte principal da ilha é relativamente grande, vale escolher um hotel que esteja mais próximo ao píer.
Lembre-se que você chegará com malas (ou mochilas) e carregá-las por muito tempo pode ser frustrante.
Nós já nos hospedamos no PP Nicebeach Hotel Hip, que fica à beira-mar, saindo do píer, para o lado esquerdo. E também no Chaokoh Phi Phi, que está a uns 5 minutos de caminhada à direita do píer. Ambos hotéis com ótimas estruturas e próximos do que fazer por lá.
Muitos hotéis em Phi Phi ficam na montanha. Preste atenção na hora de reservar se este será seu caso. Claro que a vista será sensacional, mas pode ser um transtorno subir e descer muitos degraus com malas e mochilas e sempre que precisar buscar algo no quarto.
Não faltam opções de passeios legais e inesquecíveis pra fazer em Phi Phi. Muitos deles estão a alguns minutos de barco, em praias paradisíacas próximas.

Pela ilha principal, você vai encontrar dezenas de agências de turismo. Dá pra reservar tours já fechados, com horários e visitas programados, junto de outros turistas.
Se preferir, contrate um barqueiro e faça o seu próprio passeio, conhecendo o que quiser e por quanto tempo tiver vontade. Os barcos privativos podem ser negociados diretamente à beira-mar e por quantas horas você quiser, com limite de seis horas.

Em cinco pessoas, pagamos THB 3.500 no total por seis horas (o que dá uns US$ 116) com água e equipamentos de flutuação incluídos (máscaras, snorkels e coletes salva-vidas).
Koh Phi Phi Leh é uma ilha que fica ao sul de onde você estará hospedado, a uns 20 minutos de barco. Por ali, estão a famosa Maya Bay, a incrível Pileh Lagoon, a divertida Monkey Beach, a misteriosa Viking Cave…

São as principais atrações de Phi Phi e estão incluídos na maioria dos passeios que as agências oferecem.
Vale lembrar que dezenas de grupos partem de Phi Phi com o mesmo objetivo todos os dias. Por isso, tente pegar o contrafluxo e conhecer esses lugares quando não estiverem muito cheios.
Uma dica é contratar o passeio privado e tentar sair cedo, pelas 8 da manhã, e pegar parte dos lugares ainda com poucos turistas.
A famosa praia do filme do Leonardo Di Caprio está fechada para os turistas desde fevereiro de 2018. Foi quando o governo tailandês resolveu limitar o acesso porque a exploração turísticas estava afetando a vida marinha, principalmente os corais.
A reabertura só deve acontecer a partir de 2021. Mas isso é apenas uma previsão. Hoje, só é possível ir com o barco até o limite de 300 metros da costa. Existe uma demarcação na água. Ali, dá pra fazer snorkel (flutuação) e ver a praia bem de longe, sem o glamour de se estar na areia, como era antes da interdição.

A lagoa de água salgada enche de barcos e turistas que querem mergulhar observando os peixes coloridos.

A cor da água é impressionante! E a temperatura também, nada fria.
O local vai render fotos incríveis e fazer você entender por que tanta gente procura Phi Phi para passar as férias.
Este ponto é mais divertido do que imperdível. A principal atração da pequena praia são os vários macacos que vivem ali.
Eles chegam perto, roubam sua comida, bolsa (cuidado) e reviram tudo! Claro que eles também posam pra fotos.
O problema é que a praia fica cheia de lixo. As embalagens que eles reviram estão espalhadas por toda a parte.
Mais ao norte de Phi Phi, a uns 40 minutos de barco, está Bamboo Island. Se procurar apenas um passeio para fazer, escolha este.

A cor e a transparência da água são impressionantes. A areia é branca! E é um ótimo lugar pra se fazer flutuação e observar os peixes.
Por ali, há uma estrutura com banheiros, bar, mas lembre-se que uma taxa de THB 400 (mais ou menos US$ 13) é cobrada por pessoa para entrar na ilha.
De volta de barco às ilhas Phi Phi, além de conhecer os vários restaurantes, mercados, feirinhas e baladas espalhados, dá pra desbravar as praias próximas.
Uma delas é Long Beach. Ela fica a uns 40 minutos de caminhada do Tonsai Píer. No trajeto, tem resorts, mata, muitos degraus e um visual de tirar o fôlego.
Em primeiro lugar, leve água e protetor solar. Chegando em Long Beach, procure um restaurante pé na areia, aproveite a sombra e intercale com mergulhos na água morninha e translúcida!
Primeiro saiba que a melhor maneira de chegar até o topo da montanha da ilha, a 186 metros de altura, é indo pela escadaria que fica perto da área mais central, perto do Tonsai Píer.
São muitos degraus e é cansativo. Leve água, repelente e vá preparado para uns 20 minutos de subida bem íngrime.
Outra opção, bem mais difícil e longa, é ir pelo outro lado, perto de Long Beach. Nós demoramos pouco mais de uma hora pra chegar até o View Point 2. O acesso é no meio do mato, em ruas de terra, pelo meio de casas, e parece que nunca termina. Basta seguir as placas que uma hora chega.
Quase na chegada, você precisa pagar THB 30 (US$ 1) para acessar o local.
A vista é um espetáculo e o lugar enche de gente no pôr do sol.
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Quando a gente fala em Ásia, uma das primeiras coisas que vem à mente é mercado de rua, certo? Certo!
O post 3 mercados de rua para conhecer em Bangkok apareceu primeiro em Viajão.
]]>Quando a gente fala em Ásia, uma das primeiras coisas que vem à mente é mercado de rua, certo? Certo! E em Bangkok eles são muitos! Nessa minha mais recente visita, em 2019, eu visitei três deles – veja abaixo o que achei de cada um.

Ele é grande (não imenso! Depois de visitar o Chatuchak, mudei meus parâmetros haha) e mistura lojinhas de artesanato, produtos locais, bares, restaurantes (tailandeses e internacionais) e serviços. Tem também um parte de diversões que fica junto, ao lado, e conta com atrações como roda gigante e carrossel.

Ele é super bonito, novo e moderno – foi aberto em 2012, então é bem recente. Como o próprio nome indica, ele fica na beira do rio Chao Phraya, o que faz dele um lugar bem agradável para ficar nos fins de tarde, jantar, ver o por do sol.

Ele é super turístico, mas é uma boa opção. Os valores dos pratos, em geral, são mais altos mas nada absurdo. Dá para achar pad thai, por exemplo, por 200 bahts (mais ou menos us US$ 6 – em novembro de 2019).
Horário de funcionamento: diariamente entre 17h e meia-noite.
Onde fica: 2194 Charoenkrung Road, Wat Phraya Krai, Bang Kho Laem, Bangkok 10120, Thailand.
Como chegar: a forma mais fácil é ir até a estação de BTS (o skytrain) Saphan Taksin e de lá pegar o barco-shuttle que é gratuito. Sai até às 23h.
Um dos mais tradicionais da cidade – e eu ainda não conhecia! Como só funciona nos finais de semana, fui até lá num sábado pela manhã. Peguei o BTS até a estação Mo Chit, que fica bem próxima à entrada do mercado, munida de paciência e preparada para o calor. Isso porque eu sabia que o local era imenso, mas olha, não esperava tanto haha. Mesmo estando cheio, esperava também que fosse muuuito mais abarrotado.

No fim das contas, acabou sendo um dos lugares que mais gostei de conhecer em Bangkok! Passei horas por lá e super voltaria – obviamente não consegui ver tudo. O mercado é dividido em muitas seções. Tem aquelas que parecem um Aliexpress ao vivo, com muitas coisas falsificadas e souvenirs todos iguais, mas tem outras que são mutíssimo mais interessantes. Há corredores com muitas pequenas marcas locais, roupas, arte, lembrancinhas legais e, óbvio, comida.

As seções que mais gostei foram a 2 e a 3 (que têm muitas marcas locais!) e a reservada à arte. Comprei uma camisa por pouco mais de US$ 8 e um mapa antigo da região da Tailândia por US$ 4. Saí feliz e suando muito (mas isso já era de se esperar haha).
Horário de funcionamento: abre às sextas, sábados e domingos. Às sextas, das 6h às 18h. Sábados e domingos, das 9h às 18h.
Onde fica: Kamphaeng Phet Road, Lat Yao, Chatuchak, Bangcoc 10900
Como chegar: a estação de BTS mais próxima é a Mo Chit, na linha verde.
Dos três desse post, esse é o menor. É bem pequeno mesmo, o que pode ser bom e ruim – bom porque nem sempre a gente tem paciência ou tempo para passar muitas horas em um mercado no calor escaldante de Bangkok. Se você estiver por perto e quiser comer algo, por exemplo, pode ser uma boa opção. E ruim porque, bom, não parece muito com os mercadões clássicos, tá mais para uma feirinha mesmo.

Por lá, dá para encontrar barraquinhas de artesanato e roupas, além de comida. Tem opções asiáticas e, mais especificamente, tailandesas, mas tem também sanduíches e outras coisas ocidentais.

Ah, pelo que vi, essa feira é itinerante – por enquanto (novembro de 2019) ela está instalada em um jardim, o Chuvit Garden, mas de tempos em tempos isso muda. É bom consultar antes ir. Ah, o horário de abertura indica 16h, mas cheguei nesse horário e tudo estava meio morto ainda, várias barracas começando a ir. Eu deixaria para ir mais pro fim da tarde.
Horário de funcionamento: todos os dias das 16h à meia-noite (mas recomendo chegar um pouco depois das 16h).
Onde fica: Por enquanto, em Chuvit Garden. Sukhumvit 10 Alley, Chuvitgarden, Khlong Toei, Bangkok 10110.
Como chegar: a estação de BTS mais próxima é a Nana, na linha verde.
Ah, e se você está planejando uma viagem para a Tailândia, aproveita para dar uma olhadinha nesse post aqui.
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O país do sorriso não exige visto para brasileiros, mas é preciso tomar a vacina da febre amarela antes de ir. Esteja preparado quando for cruzar o mundo!
O post O que saber antes de ir à Tailândia apareceu primeiro em Viajão.
]]>Esta vai ser a quarta vez que piso na terra da felicidade. O país, que é cheio de praias paradisíacas, comida maravilhosa, belos templos e aventuras inesquecíveis, vai te receber de braços abertos logo na sua primeira vez por lá! Mesmo assim, é bom você ficar atento ao que se deve saber antes de ir à Tailândia, né?
A Tailândia não exige visto para brasileiros que visitam o país por até 90 dias, seja a turismo ou a negócios.

Lembre-se que o seu passaporte deve ter pelo menos seis meses de validade a partir do dia que você desembarcar por lá. Então, é só pesquisar as passagens e bora pro Sudeste Asiático!
Em primeiro lugar, prepare uma mala com roupas leves. De preferência de mão!
O calor é muito forte! Clima quente e úmido! Em Bangkok, por exemplo, o mês mais quente é abril (com temperaturas entre 27° e 35°).

Evite viajar para lá durante o período das monções (das fortes chuvas) que vai de abril a outubro.
Não há voo direto do Brasil para a Tailândia. Sim, seu destino está lá do outro lado do mundo, por isso, pelo menos uma conexão você terá de fazer.
A média de tempo gasto com deslocamento entre São Paulo e Bangkok, por exemplo, é de umas 24 horas. Normalmente, os voos podem fazer conexões na Europa ou nos Emirados Árabes.
Você trocará de avião e pode até tentar descolar um stopover num desses destinos intermediários e, de quebra, conhecer uma nova cidade e relaxar um pouco do longo voo. Que tal?
Por isso, não deixe pra comprar as passagens em cima da hora – elas normalmente são caras! Pesquise com antecedência e fique bem atento ao tempo total (contando todos os voos até chegar lá).
Tome a vacina! Porque se você é brasileiro, logo ao desembarcar na Tailândia (em Bangkok, por exemplo) e antes de passar pela imigração, será obrigado a preencher um formulário e entregar no Controle de Saúde (Health Control) do aeroporto.

Junto desse formulário, você deverá apresentar seu certificado de vacinação contra a febre amarela. Agora, a vacina é vitalícia e o certificado internacional pode ser emitido online mesmo, pelo site da Anvisa. Chega ao seu e-mail em alguns dias! (o meu chegou em 24 horas).
Dica: imprima o certificado ainda no Brasil e leve o papel com você, anexado ao seu passaporte, para não perdê-lo.
Na atual cotação (novembro de 2019), 1 dólar equivale a cerca de 30 bahts.
Passeios, alimentação, transporte e até hospedagem costumam ser muito baratos na Tailândia – mesmo quando convertemos pro real.

Uma dica: troque alguma quantia já no aeroporto, nos Exchange que ficam após a passagem pela imigração. A cotação não será muito mais alta do que nas casas de câmbio no centro da cidade.
Depois de trocar dinheiro, compre um chip de celular com internet no aeroporto mesmo. Você pode escolher por período (sete dias… um mês) e a internet 4G é ilimitada e rápida! Vale a pena pra estar sempre conectado e ficar de olho nos apps que te ajudam a se locomover pela cidade.
Bangkok é abastecida por muitas linhas de metrô, de monotrilho, de ônibus… As passagens são baratas, principalmente nos ônibus. Então, use o Google Maps pra descobrir qual é a melhor linha até onde você quer ir.
Agora, se prezar por conforto, lembre-se que motoristas por aplicativo na Tailândia usam o Grab.

É parecido com o Uber e funciona muito bem, por um preço justo! É importante saber disso antes de ir à Tailândia para não perder tempo tentando chamar um Uber (já aconteceu comigo!).
Se decidir conhecer as famosas praias tailandesas, uma sugestão é pegar um voo na capital e desembarcar em Krabi 1h25min depois. Rápido e barato também!
Ao norte do país, fica a segunda maior cidade: Chiang Mai. Além dos 300 templos espalhados, é possível passar um dia inteiro convivendo com elefantes!
Por isso, pesquise bem sobre o Santuário e descarte qualquer passeio ou atividade que ofereça aquele “clássico”e triste passeio nas costas do elefante. O animal sofre e você não quer compactuar com isso, né?
Você vai encontrar uma casa de massagem em cada esquina! Elas podem ser simples ou verdadeiros spas. Mas uma coisa é certa: não importa o estilo, será a melhor massagem da sua vida.
Aproveite, custam pouco e te revigoram pra encarar mais um dia de caminhadas e descobertas por esse país de povo tão incrível!
Agora que você leu o que precisa saber antes de ir à Tailândia, pode ter certeza de que irá se apaixonar!
O post O que saber antes de ir à Tailândia apareceu primeiro em Viajão.
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Quer ter uma vista espetacular de Bangkok, como se estivesse flutuando? É só ter coragem de caminhar pelo assustador chão de vidro do prédio King Power MahaNakhon.
O post O assustador chão de vidro em Bangkok apareceu primeiro em Viajão.
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Quer ter uma vista espetacular de Bangkok sem precisar estar num helicóptero, avião ou em algo parecido que te faça voar usando motores? Então, que tal você mesmo “ser o motor” e ter essa sensação a mais de 310m de altura? É só ter coragem de caminhar pelo assustador chão de vidro do prédio King Power MahaNakhon, na capital da Tailândia.
O prédio é bem novo e já tinha me chamado atenção em 2017, quando estive em Bangkok pela segunda vez. A arquitetura é incrível, parece que alguns pixels estão se encaixando na estrutura. Meio Lego, algo assim.

A atração de vidro foi inaugurada há pouco tempo, em novembro. Pelas longas filas que se formam por lá, dá pra dizer que este já é um dos passeios mais concorridos da capital tailandesa. Tudo bem, ainda não ganha das visitas ao Buda Deitado e ao Grand Palace, mas no quesito “adrenalina”, sai na frente.
Tudo isso por causa de um piso especial que colocaram numa das partes do 78° andar. Chão. Transparente. D-E V-I-D-R-O.
Isso não é propriamente uma novidade pelo mundo. Existe em cidades como Chicago, nos EUA, e na torre de Auckland, na Nova Zelândia (ambos em menor escala). Caminhar sobre um chão de vidro, a mais de 300m de altura, podendo olhar pra baixo (se conseguir!) em segurança, não tem como não ser divertido, em qualquer lugar do mundo!
Primeiramente é bom saber que este é o mais alto ponto de observação de Bangkok. Em seguida, lembre-se que a atração fica aberta das 10 da manhã até a meia-noite. O último grupo sobe às 23h. Nós fomos pelas 16h, o que acho um bom horário porque a subida não estará tão concorrida e ainda dá pra pegar o pôr do sol (aí, sim, lota).

O tíquete de entrada pra chegar ao topo custa pouco mais de THB 765 (uns R$ 80,00) – valor promocional até 31 de janeiro de 2019. Depois desta data, vai passar pra THB 1.050.
Logo após comprar o bilhete, você entra num elevador “balada”, cheio de luzes, e sobe 74 andares em 50 segundos!
Enquanto se recupera dessa primeira viagem e boceja pra tirar a pressão dos ouvidos, você vai se deparar com a bela vista de Bangkok observada dos janelões desse andar (que ainda não é o mais alto!).

Em seguida, você sobe os quatro andares restantes até o topo (usando a escada circular é mais rápido!) e chega ao rooftop no 78° andar! Ali, tem um bar (o ingresso dá direito a um refrigerante e a 10% de desconto numa bebida alcoólica) e o tão esperado chão de vidro.
A estrutura transparente atravessa um dos lados do edifício, é grande e composta por umas seis placas imensas e grossas de vidro bem resistente.
Essa área é isolada por uma fita e, pra acessá-la, você precisa guardar o que tiver nos bolsos dentro de uma bolsinha acolchoada que eles vão te dar e ainda colocar uma proteção especial de pano por cima dos calçados. Ah, e não pode levar o celular pra área do chão de vidro!
Entregue o telefone pra um amigo registrar, do lado de fora, seus momentos de pânico de aventura sobre o glass floor. Certamente, seus primeiros passos serão bem lentos. Eu pisei pensando em não temer aquilo, mas ao olhar pra baixo, dei uma leve travada e senti o coração disparar. Logo depois, relaxei e curti a vibe.
Dessa forma, mais relaxado, sentei ali mesmo, junto com meu amigo Anizelli. A Marina, nossa outra amiga que estava junto e tem medo de altura, preferiu não ir. No entanto, ela ficou atrás da faixa de proteção, em solo firme, tirando fotos nossas e fazendo vídeos. A disputa por um bom espaço nesta área é intensa.

Já que Anizelli e eu estávamos “flutuando” sobre Bangkok, resolvemos aumentar essa sensação e deitamos no vidro, olhando pra baixo. Que espetáculo! Principalmente quando você elimina os reflexos, tampando as laterais dos olhos. Frio na barriga é mato!
Assim que o tempo vai passando e vai chegando perto do pôr do sol, a fila aumenta! Nessa hora, os funcionários começam a controlar os minutos que as pessoas ficam sobre o vidro. Nós conseguimos curtir por uns 40 minutos (muito mais que o permitido). Depois, fomos convidados a voltar pro fim da fila (que estava imensa), mas não quisemos.

Já estávamos bem satisfeitos com a experiência maluca. Em seguida, subimos mais alguns degraus do rooftop e nos juntamos à galera que se aglomerava no lugar chamado “The Peak” – um grande terraço – pra ver o sol ir embora. A vista de 360° de Bangkok estava ainda mais espetacular!

Visto que a capital tailandesa tem dezenas e mais dezenas de prédios com skyviews magníficos, o MahaNakhon acaba saindo na frente.
Você não só enxerga a cidade toda lá de cima, mas também se sente parte dela! E o melhor: num modo “flutuante”.
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