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Considerada a cidade mais sagrada do hinduísmo, Pushkar emana paz. Mas também ferve em novembro, quando sedia a maior feira de camelos do mundo!
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]]>Confesso que Pushkar não estava nos nossos planos iniciais quando resolvemos preparar a viagem pra Índia. Inclusive, nem tínhamos lido recomendações a respeito do lugar. A visita, em forma de bate e volta, foi sugerida lá mesmo, pelo nosso querido motorista Rahul. E que grata surpresa passar um dia na calma e tranquila cidade – um “senhor” contraste em meio à toda intensidade desse incrível país.

Enquanto estávamos no meio do nosso tour pelo chamado Triângulo Dourado (Delhi + Jaipur + Agra), Rahul nos disse:
— Querem aproveitar que estamos aqui em Jaipur para dar um pulinho numa cidade vizinha, chamada Pushkar?
Já estávamos do outro lado do mundo mesmo, não nos custaria nada rodar mais 150 quilômetros além do previsto para desbravar a calmaria da chamada “Cidade Sagrada do Hinduísmo”, que também fica no estado do Rajastão.
O melhor jeito de chegar lá é ir de carro, saindo de Jaipur, como fizemos. A viagem demora umas duas horas. Antes de mais nada vale lembrar que Pushkar não tem aeroporto, caso queira ir de avião. O mais próximo fica em Jaipur mesmo.
A cidade que “respira” hinduísmo é totalmente vegetariana – assim como Rishikesh.
Por isso, lembre-se que todos os restaurantes só servirão pratos sem qualquer tipo de carne. Mas, mesmo que você seja um carnívoro fervoroso, pode apostar que vai comer muito bem. A comida indiana é repleta de sabores e muuuuito deliciosa.

E atenção: você também não vai encontrar bebidas alcoólicas em Pushkar!
Muitos restaurantes e cafés gostosos ficam em volta do principal ponto de encontro da cidade, o…
Sim! O enorme lago central é sagrado para os hindus e está cercado por 52 ghats – que são aquelas escadarias que levam as pessoas até a água.

Muitos indianos costumam tomar banho no lago por acreditar que a água seja sagrada. É um bom lugar pra sentar, observar o movimento, assistir ao pôr do sol e sentir a paz que Pushkar é capaz de emanar.

Nos arredores do lago, existem várias vielas e ruas pequenas cheias de feirinhas e lojas. Vale comprar um sorvete depois do almoço e perambular pela área pra dar uma olhada nas lembrancinhas indianas. Tem tecidos, roupas, sapatos, joias…

Muitos artesãos expõem seus belos produtos por ali também. Lembre-se de sempre pechinchar, nunca pague o preço inicial – isso já é cultural na Índia.
Se você tiver a sorte de sentir a calma e tranquilidade de Pushkar no mês de novembro, como nós tivemos, vai dar de cara com a maior feira de camelos da Ásia (a Pushkar Camel Fair)! E é um mega evento, que reúne gente não só do Rajastão, mas de toda a Índia e até de países vizinhos. Todos estão interessados em vender e comprar os inusitados bichos! São milhões de visitantes!
A feira só dura cinco dias durante a lua cheia de novembro (que sorte tivemos, hein?) e dá pra chegar ao imenso terreno onde ela acontece caminhando. Saindo do lago sagrado, leva uns dez minutos.

Por lá, você verá centenas (ou milhares, talvez?) de camelos (duas corcovas), dromedários (apenas uma corcova) e até cavalos (nenhuma corcova RISOS). O curioso é que eles ficam lado a lado, debaixo de um sol brilhando forte e num terreno com MUITA poeira do deserto levantando. Parece cenário de filme.
Dica: passe protetor solar, tente usar boné ou chapéu e beba bastante água
E dá pra chegar perto, fotografar, passear entre os bichos. É uma experiência curiosa. Você também vai ver os donos “desfilando” com os animais – muitos usando adereços bem coloridos (mais chiques que eu kkk).

Mas, apesar de muitos camelos e dromedários em exposição, não percebemos uma compra ou um arremate durante nossa rápida visita. :/
Pushkar, por ser uma cidade tão sagrada, também tem importantes templos hindus – ao todo, são mais de 500! Mas, como nós fizemos apenas um bate e volta, chegando pela manhã e indo embora no fim da tarde, não conseguimos conhecer nenhum.
Se tiver mais tempo, mas precisar escolher apenas um, priorize o principal deles. O Brahma Temple fica perto do lago e é o único no mundo dedicado ao deus hindu criador Brahma.

A arquitetura é curiosa e impressionante. E as construções são bem coloridas!
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3. O que saber antes de ir à Índia: água, comida, motorista
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5. Jaipur: a cidade rosa dos marajás
6. Pushkar, a cidade good vibes e seu lago sagrado
7. Visitando o Taj Mahal
8. Rishikesh: a cidade indiana que vai além do ioga
9. Varanasi: o lugar mais sagrado do hinduísmo?
Quando planejar uma viagem à Índia, não se esqueça de contratar um seguro viagem! Que tal cotar com o nosso parceiro Seguros Promo? Reservando por este link, você garante sua tranquilidade e também ajuda o Viajão®. \o/
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Esta joia do Mianmar tem mais de três mil templos para você desbravar e fará você voltar no tempo. Mas
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]]>Esta joia do Mianmar tem mais de três mil templos para você desbravar e fará você voltar no tempo. Mas então, o que fazer em Bagan? Primeiro, o mais importante: chegar a esta linda cidade, partindo de Yangon, por exemplo, é fácil! O voo dura 1h20min e custa aproximadamente R$ 400.

Quando você desembarcar no aeroporto de Nyaung-u (NYU), o mais perto de Bagan, passará pela imigração e, em seguida, precisará pagar uma taxa! Isso porque a cidade é uma zona arqueológica com os milhares de templos espalhados numa área de 26 km².
A taxa custa USD 25 para cinco dias de permanência na cidade. É importante manter o papel SEMPRE com você, os guardas podem pedir pra vê-lo a qualquer momento dentro de Bagan.
Tirando os imensos e lindíssimos templos, a cidade não tem grandes construções. Tudo é muito simples. E é aí que está o charme de Bagan.
Você pode programar três dias para relaxar e mergulhar nas belezas naturais que verá pela frente.
1. Alugue uma moto elétrica (e-bike)
Você não precisa ter carteira de habilitação para motocicletas no Brasil para se aventurar nas motos elétricas em Bagan. Elas são movidas à bateria, não atingem altas velocidades e é um bom jeito de ir de um templo a outro, rapidinho, e ainda curtir a exuberante natureza no meio do caminho.

Um dia de aluguel custa USD 5.
2. Ande de bicicleta
Desbravar as estradinhas de terra entre os templos também pode ser uma aventura e tanto pedalando. Você se exercita, para a bike onde quiser para entrar nos templos e faz tudo no seu tempo.
Um dia de aluguel custa uns USD 2, mas veja se seu hotel não oferece uma bike de graça! Muitos fazem isso!
3. Veja o sol nascer e se pôr do alto de um templo
Só é possível subir no topo de alguns templos para admirar a paisagem e, consequentemente, o começo e/ou o fim do dia. Escolha o Bulethi ou o Shwe-san-daw Pagoda. E prepare a câmera pro espetáculo!

4. Voe de balão
Apenas três empresas (Baloons Over Bagan, Oriental Ballooning e Golden Eagle) realizam os tão famosos voos de balão em Bagan. Lembre-se que o passeio precisa ser reservado com antecedência (costuma esgotar rápido) e pode ser cancelado no dia por causa das condições meteorológicas (neste caso, as empresas devolvem o dinheiro).

O problema é que voar de balão sobre Bagan, por 45 minutos, custa a “bagatela” de USD 320 / 350. Se você tiver condições, faça! Já guarde o dinheiro para isso.
5. Conheça os templos por dentro
A maioria dos templos tem centenas e centenas de anos. E dá pra entrar em muitos, dos gigantes e luxuosos aos menores e mais simples! Dentro, é fácil se surpreender com esculturas, estátuas, imagens, pinturas nas paredes. Mas lembre-se sempre de tirar o calçado. Entre descalço!

Alguns dos principais templos: Ananda (século 11), Shwezigon Pagoda (século 11), Sulamani (século 12), Gubyaukgyi (século 12), Htilominlo (século 13).

Aproveite para relaxar e fazer parte de Bagan. Esqueça o relógio. A cidade que faz você voltar no tempo, não quer te apressar. Pode ter certeza disso.
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