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Já imaginou circular por Paris de patinete elétrico? Desbloqueá-los é simples e dez empresas oferecem o serviço.
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]]>Em várias grandes cidades do mundo, os patinetes elétricos já são mania. Basta baixar o aplicativo da empresa no celular, fazer um cadastro, inserir o número do seu cartão de crédito e um novo mundo se abre pra desbravar as redondezas. E na Cidade Luz eles já tomaram as ruas. Fazer um passeio de patinete por Paris é descobrir a capital francesa de uma outra forma.
Em primeiro lugar, saiba que concorrência é o que não falta. Dez empresas já oferecem os patinetes elétricos pelas calçadas de Paris: Lime, Flash, Bird, Wind, Bolt, Dott, Tier, Hive, Voi e uma nova, que pertence a Uber, Jump.

Cada uma delas tem um app diferente pra liberação do patinete e todas funcionam mais ou menos da mesma forma. A mais comum por lá é a Lime, que são os verdinhos.
Pertinho da Torre Eiffel, após um passeio de uma manhã toda a pé pela região, vimos vários patinetes da Lime parados. E já tínhamos observado muita gente circulando com eles pelas ruas de Paris. Resolvemos testar.
Uma amiga que mora em Londres e que estava conosco já tinha o app da Lime baixado no celular, o que facilitou nossa vida (aliás, esses apps de mobilidade estão se tornando essenciais no celular quando se viaja, hein?).
O aplicativo mostra, no mapa, todos os patinetes que estão parados por perto. Pegamos quatro e começamos a liberá-los.

Basta aproximar a câmera do celular do QR code que cada patinete tem e pronto, ele estará pronto pro rolê!
Nosso objetivo era ir da Torre Eiffel até a Catedral de Notre-Dame, o que dá 4,6km de distância.
Primeiro, ao desbloquear nossos patinetes, resolvemos testá-los ali na rua mesmo por um tempinho, andando pra lá e pra cá. Basta dar um impulso com o pé, subir nele e apertar o botão pra acelerar. O movimento é suave e a resposta do guidão é bem precisa. Ah! E se equilibrar não tem mistério, é fácil.

Logo depois, resolvemos encarar o passeio – praticamente uma linha reta às margens do Rio Sena. O bom é que praticamente todo o percurso tem ciclovia delimitada, e é nela que você deve andar com seu patinete elétrico por Paris.
Basta seguir as regras de sinalização feitas para as bicicletas, como respeitar os semáforos e as mãos da via, que a viagem se torna segura.
Pelo caminho, além do vento no rosto, também dá pra curtir uma vista privilegiada da Torre Eiffel, passar ao lado da famosa Ponte Alexandre III e observar a fachada do imponente Museu das Armas (Museé de l’Armeé), onde está o mega túmulo de Napoleão Bonaparte.

Demoramos uns 20 minutos no trajeto até a Catedral.
Cada empresa tem sua política de cobrança para que você faça um passeio de patinete por Paris. Mas a maioria cobra um valor fixo pra desbloquear o patinete e mais outro preço por minuto.
A Lime cobra €1 pra liberação e mais €0,15 por minuto de uso.
Nós ficamos pouco mais de meia hora com os nossos e gastamos uns €8 cada pela diversão. Valeu bastante a pena!

Só pra comparar, Marina e Rachel resolveram fazer o mesmo trajeto de Uber. Gastaram €17 (€8,50 por pessoa) e chegaram uns cinco minutos depois da gente!
No fim de tudo, percebemos que fazer um passeio de patinete por Paris dá mais mobilidade, claro, e faz você se sentir inserido na cidade de uma forma diferente. É uma experiência incrível e que vale a aventura!
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Ela não só é o símbolo mais significativo de um lugar maravilhoso, como é a dama responsável pela cidade turística mais visitada da história!
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]]>Ela você já conhece, se não ao vivo, já enjoou de ver em fotos, nos cartões postais e chaveirinhos que te trouxeram de souvenir… Ela não só é o símbolo mais significativo de um lugar maravilhoso, como é a dama responsável pela cidade turística mais visitada da história!
Estamos falando da Dama de Ferro: Torre Eiffel!!! SUA LINDA!
“Ahhh não, mó coisa repetitiva, isso aí eu já vi mil vezes!” Pois é, só eu contei umas 200 fotos dessa senhora aqui no meu pc.

Faço questão de usar esse apelido de “dama de ferro” porque ela é de verdade a imponente senhora de Paris! Forte, estática, grandiosa… Não sei explicar, pode parecer bobagem, mas só quem já viu, de longe, de perto, de baixo e de cima, sabe que ela exerce uma enorme imponência sobre a cidade.
Do tamanho de um prédio de 120 andares e colocada no meio de uma paisagem plana, de jardins e prédios de 6 andares estilo Haussmann, foi considerada uma aberração e futurista demais quando inaugurada em 1889. Seria derrubada logo depois da exposição universal de 1900, mas boatos que o tal Gustave Eiffel não deixou. Sem falsa modéstia falou que aquele seria o ponto turístico mais visitado do mundo! E não é que acertou?? Depois, graças a ferramentas militares de rádio transmissão, ela acabou ficando, estrategicamente e pra alegria de todos nós!
A dama de ferro contrasta, se destaca e pode ser vista praticamente de qualquer parte da cidade. Estou nos Jardins de Tuilleries, no Louvre, no Invalides ou na Pont Alexandre III olho pro lado, lá está ela! Subo no arco do Triunfo, lá está ela! Subindo a ladeira no MontMartre? Juro que vi ela, na viela.
E como se não bastasse tamanha onipresença, você ainda é atraído a chegar perto… e só quando se está bem embaixo dela é que se entende porque tanto frisson por essa moça, só aí sabemos o real tamanho dela, que já vimos de todos os tamanhos e proporções nas infinitas réplicas por aí.
Eu mesma me surpreendi com o tamanho real. A primeira vista foi uma pontinha, de relance, enquanto ainda estava no metrô indo pro hotel. Deixei a mala lá e fui em busca da torre sem pestanejar. Era pertinho do hotel e quando tirei os olhos do mapa, procurando ela ainda ao longe, eis que olho pro lado e… :O
Ela fica ainda mais linda piscando. Fui correndo pra chegar perto, parei, tirei foto e me afastei um pouco mais e sentei no Champ de Mars pra admirar. Eu, mais 500 pessoas e um grupo de brasileiras que me ofereceram champagne. Não pude recusar!!!
Depois nessa mesma viagem, só voltei na torre umas 3 ou 4 vezes, afinal tinha mais coisa pra ver né? E mesmo quando ela não era o objetivo, olha só o que acontece…
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Mochileiro sempre é daquele jeito, nunca tem dinheiro pra nada. Já vimos colaborões por aqui pegando carona na vida pra
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]]>Mochileiro sempre é daquele jeito, nunca tem dinheiro pra nada. Já vimos colaborões por aqui pegando carona na vida pra chegar em lugares pouco prováveis, histórias de falta de dinheiro, dormir no aeroporto e por aí vai.
Confesso na humildade que sempre fui com dinheiro suficiente pra dormir bem com 2 massagistas tailandesas sempre e comer um McFish quando a coisa tava apertada, e ultimamente to faturando muito com esse blog, então tenho dinheiro PRA GASTAR!
Mas em 2007, quando fiz meu primeiro mochilão com as minhas primas, o dinheiro tava contadinho. Nada de super restaurantes, hotéis luxuosos, isso é coisa para a Amanda risos. Tínhamos que economizar em cada detalhe, não pegamos os albergues mais baratos (porque né, os mais baratos são tipo o porão daquela casa do lago), mas não pegamos os mais caros, e sim, todos com café da manhã, porque era meio que um gasto a menos. Vôos com horários bizarros porque eram mais baratos, e com isso fomos obrigados a dormir no aeroporto. Dicas para fazer sua viagem mais barata, e seu bolso mais alegre.
Contudo, viajar assim sempre dá uma dor de cabeça a mais, afinal é o preço que você paga (ou melhor, que você não paga) pelo conforto. Mas existem coisas totalmente favoráveis a economia. Por exemplo, pra que subir a torre Eiffel de elevador se você pode subir a pé? Economia de 15 euros, e algumas calorias a menos. E hoje vou mostrar esse ato específico de subir a torre na humildade.
Nada tão dramático. Subir cansa, mas pô, é a torre Eiffel, fica de boa e seja feliz. Economize no bolso, mas não economize na diversão, isso é o mais importante, então aquele abraço na sua conta corrente e até a próxima.
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Vou te dizer, viu? Minha cidade preferida das que já visitei e da torcida do Flamengo também é Paris. E a colaborona de hoje, Ally Collaço, resolveu nos mandar sua história falando exatamente sobre a Cidade Luz!
Em tempos do filme “Meia-noite em Paris”, do Woody Allen, nada melhor do que passearmos novamente pela bela capital francesa, né?
Allyás, a Ally (pegaram essa, hein? hein?) foi pra lá em abril passar a lua-de-mel! Muito honeymooner, juro! E conta tudo em forma de diário! (além de Paris, ela também foi pra outras cities da Europa, mas não vem ao caso hoje).
Por isso, viajão, você não é Woody Allen, mas vai querer muito passar não só meia-noite, mas uma noite inteira por lá! (tun tun tsss).
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Dia 1 – Chegada em Paris 4:30pm
Saímos do aeroporto e fomos de metrô para o Hotel. Passamos trabalho com nossa mala, mas o trajeto foi bem interessante. Paris é romântica, charmosa e reúne o clássico da arquitetura com o urbano das pessoas.
Elas correm para pegar o metrô e se misturam em europeus, orientais, muçulmanos e turistas. A maioria usa fones de ouvido, não usam óculos de sol (achei engraçado) e tem iphone! As mulheres usam brincos pequenos e delicados como os de pérola e algumas usam lenços de seda, mas é difícil descrever um único estilo. Vi muita jaqueta de couro e casacos bonitos! Em homens e mulheres!
A Torre Eiffel é linda, super iluminada e cheia de seguranças ao redor. É lotada de gente e de excursões gigantes de vários países (ouvimos alemão, inglês, italiano e espanhol). Não subimos porque já havia fechado, mas fiquei com receio porque é bem alta! Durante as fotos, a torre começou a piscar e resolvemos filmar! Bem bacana! Já era tarde. Andamos até um pedaço e depois pegamos o metrô de volta! Bem tranquilo e cheio de turistas também!
Dia 2 – Arco do Triunfo e Louvre
Começamos o dia indo ao Arco do Triunfo. Após algumas dicas básicas de quem já esteve lá, procuramos o tal túnel subterrâneo para cruzar a rua maluca que circunda o monumento. O trânsito ali é caótico! Para subir até o topo, uma escada caracol gigante! Acho que subimos cerca de 7 andares! Usei a bombinha pra asma 2 vezes!!!
No final, a vista se torna uma grande recompensa!! Impossível não lembrar do Cristo Redentor e da vista linda do Rio de Janeiro, quando subimos pela primeira vez no primeiro dia noivos!!! O sol era mais radiante que o normal!!
Depois de descermos do Arco do Triunfo, seguimos para a famosa Champs Elysees. Eram muitas lojas famosas, como da grife Louis Vuitton, mas não fotografei porque me recuso a ficar promovendo marcas! =)
Seguimos pela Champs Elysees até o Museu do Louvre e fizemos uma paradinha para tomar sorvete. Estava um dia agradável e não fazia calor, nem frio. O caminho para o Louvre é cercado de jardins e lindas paisagens. As pessoas ficam sentadas nos jardins, tomando sol, lendo ou ouvindo música.
Com nossa entrada “vip” (válida para 5 dias e para visitar 50 museus e pontos de Paris por 35 euros cada um), não precisamos enfrentar filas longas e nem nada disso, apenas apresentamos, pegamos o guia-mapa em inglês e francês (não tinha em português, mas tinha em uns 8 idiomas) e selecionamos algumas obras para conhecer.
Como já falaram, o Louvre é enorme e lotado! As obras principais são disputadas para fotos e se você não vai com olhar direcionado, fica um passeio cansativo e sem rumo. Por essa razão ficamos apenas umas 3horas por lá, vimos algumas coisas, tiramos algumas fotos, mas prosseguimos com o passeio por Paris.
Encerramos o dia com um jantar super romântico no Restaurante do Hotel. Foi a refeição mais cara da viagem! Mas de certa forma, valeu a pena!
Dia 3 – Palácio de Versailles e Cinemateca
Nosso dia começou cedinho!! Estava um dia lindo, com céu bem azul e as paisagens são sempre lindas e marcadas pelos caminhos de árvores!
Impossível tirar fotos sem aparecer a “turistada”, por isso compramos o guia do palácio com fotos lindas dos ambientes internos e do famoso jardim feito para a extravagante Maria Antonieta (palavras da minha mamis arquiteta)! O lugar é lindo e enorme! Tem até ônibus para fazer um tour pelo jardim!
Esse passeio levou toda manhã! Lanchamos alguma coisa e partimos para Cinemateca Francesa, também de metrô e num caminho totalmente oposto. Foi o lugar mais difícil de achar, por não ser ponto turístico e por receber informações erradas de pessoas nas ruas.
Nosso tour começou pelo museu do cinema. As fotos eram proibidas, mas conseguimos fazer alguns registros.
Em seguida, fomos na exposição inédita do cineasta Stanley Kubrick. Custa 10 euros (a parte da entrada da cinemateca) e reúne um acervo gigante de materiais dos principais filmes do diretor (se não de todos).
São roteiros rabiscados, cadernos de anotações, croquis, storyboard, partes dos cenários, figurino, fotos, recortes de jornais, vídeos, maquetes, frases do diretor em cada um dos espaços, exibição dos filmes, entre outras coisas super legais.
Terminamos o dia com um passeio de bike no fim de tarde. Dica maravilhosa!!! Vale a pena!!! Decidimos ir de bike, depois que a estação anunciou um problema nas linhas e atrasou temporariamente os metrôs. Para não ficar esperando, resolvemos ir de bike.
O passeio valeu a pena por mostrar uma outra Paris, que não havíamos visto de metrô (subterrâneo) e que não tem ponto turístico para visitar.
Dia 4 – Eurodisney
A expectativa era tão grande, que estar lá era estar realizando um pequeno sonho de criança. Talvez para nós adultos, não tenha mais a mesma magia que teria se ainda fosse criança, a qualidade dos brinquedos lembra o Beto Carreiro, mas com muito mais organização!
As filas não eram longas, os preços dos lanches e souvenirs eram acessíveis e o Parque dos Estúdios Walt Disney foi o que mais valeu a pena, pois visitamos um museu do cinema e assistimos uma apresentação fantástica de carros e motos, mostrando os truques usados no cinema, de explosão, perseguição, tiros, etc e tal!
Outra atração super legal foi a Torre do Terror. Eles contam toda uma historinha de suspense, antes de entrarmos no elevador que despenca por uns 12 andares!! Muito legal! Vários gritos de adrenalina também!
Se a primeira montanha-russa já foi uma explosão de adrenalina, a do Aerosmith foi ainda maior!!! Ela simplesmente arranca a 100km/h, com rock and roll e muitas luzes psicodélicas!! Antes de embarcar, a atração nos presenteia com uma exposição de guitarras e discos autografados por bandas de rock como Led Zeppelin, Pearl Jam, Coldplay, ACDC, entre outras.
Terminamos o passeio com o trem, que não vale muito a pena, porque não tem nenhuma atração no caminho e não tem vista pro parque, como pensávamos! Paramos pra lanchar e esperar o famoso desfile com o Mickey. Esperamos, esperamos, até uma multidão começar a passar, indo embora do parque. Fomos perguntar do desfile e descobrimos que ele havia acontecido em outro ponto do parque!

Terminamos o dia cansadinhos e com algumas sacolinhas de lembrança! Foi super legal!!! =)
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Valeu, Ally! Vontade de ir novamente a Paris lendo essa COLABORADA, viu?
E você, caro viajão, conte também sua história pra gente. Mande para souviajao@gmail.com, beleza?
Um abrass. Aproveite pra nos seguir no twitter e curtir nossa página no Facebook!
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Prepare seus 5494854658 talheres e embarque com a gente, afinal, não é todo dia que se come Foie Gras na Torre Eiffel, em Paris!
]]>O Comilão de hoje não podia estar em mais alto nível! Prepare seus 5494854658 talheres e embarque com a gente, afinal, não é todo dia que se come Foie Gras na Torre Eiffel!
O Restaurante é o Le 58o e logo que você chega é recebida com uma taça de champange enquanto se deslumbra com a vista da cidade luz se acendendo! #LUSHO (gente não canso de falar essa palavra, o povo já deve tá me achando um nojo – risos)
Vamos ao menu… porque uma oportunidade dessas é realmente de tirar a barriga da miséria (perdendo a classe)!
De entrada as opções eram salmão defumado, camarão com pepino e abacate (eles adoram essa combinação porque só eu vi em 3 restaurantes) e o tal do Foie Gras, que pelo conteúdo e pelo nome sempre achei que fosse de dar asco.
Eu tinha que filmar minha reação experimentando a famosa iguaria, como vocês vão ver. Mas não se animem, porque invés de fazer careta eu achei foi muito bom!!! Xu-xu delícia, mas também nada que justifique encher o bucho de um pobre ganso até quase explodir! Em nome da consciência ecológica, só pra experimentar e nunca mais! Primeira e única vez bem aproveitada, prometo!
Depois vieram as opções de prato principal: salmão com legumes, vitela com ervas, e peixe dourado real.
Pra finalizar um espetáculo de profiterole, alguma coisa parecida com torta de limão e um tal de Crosti Eiffel, a sobremesa da casa!
Pra acompanhar o escolhido foi um vinho branco da região do Vale de Loire, sem comentários!!! Aliás, com comentários simultâneos da tia Rose e constantes interrupções do garçom:
Tim-Tim!
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Uma opção é a clássica Champs Elysées que começa no Arco do Triunfo e se estende até a Place de la Concorde, comecinho do Jadin des Tuileries. É o “símbolo do glamour”, mas a verdade é que tem pra todos os bolsos, e até pra bolso nenhum, caso você só queira olhar e “se sentir” num lugar ícone! De Louis Vuitton , Mont Blanc, Sephora, até as fast fashion H&M, Zara…
Porém, dessa vez vou sugerir um caminho pouco convencional, mas que se tornou o queridinho dessa última viagem. Repeti duas vezes e minha tia SÓ fez esse trajeto a viagem inteira!!!
Meu hotel era próximo ao Gare Saint-Lazare. Descendo em direção à Ópera, o primeiro atrativo que se encontra está na Boulevard Haussman: Galerias Printemps e Lafayette, enormes lojas de departamento, cada uma ocupa um quarteirãozão. Só as vitrines já são um espetáculo a parte, mas vale a pena entrar e conhecer, sempre com muito cuidado para não se perder por lá o dia todo!!!
Depois da maratona de compras qualquer um fica esfomeado! Chegando na Ópera tem o famoso Café de La Paix, e vários outros semelhantes. O melhor aqui é sentar nas mesinhas de frente pra rua e partilhar um hábito bem parisiense: tomar um cafezinho comentando tudo e todos que passam na sua frente. Caso você fume, este é o melhor lugar para se sentir glamouroso com sua nicotina!
Descendo pela Rue de la Paix vamos cair na Place Vendôme, onde está o Hotel Ritz e ao redor dela também as boutiques mais famosas. Lembrando sempre que, não podendo comprar, vale sempre alimentar os olhos de esperança *_*
Logo depois encontramos a Rue Faubourg Saint-Honoré,vale a pena andar um bom pedaço por essa rua e depois descer para a próxima, Rue de Rivoli. Em ambas, mais um desbunde de grifes e outras finéses fora da nossa realidade. Na Rivoli você pode andar em direção ao Louvre, ou na direção contrária, indo até a Place de la Concorde.
Essa é a praça do obelisco e, na minha opinião, o melhor lugar para você dar um 360o e ver como esta cidade é linda pra todos os lados! De um lado se enxerga a Torre Eiffel, do outro está o Louvre e, à sua frente uma enorme cúpula de ouro mostra o Invalides. Automaticamente você é atraído pra lá, não para se curvar na tumba de Napoleão, mas para passar pela ponte mais ostentosa de Paris, Alexandre lll. Vá pra lá nem que seja só para atravessar e voltar!
Au Revoir! No próximo mostro um lado menos glamuroso e mais “cultizinho” de Paris 
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Caros viajões… Já que foi fofocado muito no twitter, vou liberar a fofoca. Estou partindo pra Paris… Mon amour!!! Pena que não é pra nunca mais voltar, mas já da pra brincar de ser feliz…
Como todo mundo merece uma segunda chance… Vou aproveitar bem a minha e desde já vou dividir os planos com vocês:
10 coisas para RE-fazer em Paris:
(praticamente vou rever tudo porque vou levar a minha petit irmã de primeira viagem… Mas, fora os clássicos, tem coisas que não posso deixar passar)
1. Bateau Mouche – esses barquinhos são uma delícia pra ter uma visão geral
2. Pôr-do-Sol no alto do Montmartre
3. Champagne aos pés da Torre Eiffel
4. Garimpar pelas lojinhas e brechós do Marais
5. Comer crepe e baguette de rua
6. Comprar queijo brie a preço de mussarela e geléia a preço de requeijão
7. Arriscar umas frases em francês – dessa vez sabendo um pouco mais!
8. Me fantasiar de nativa

9. Tomar o melhor sorvete do mundo na Île Saint-Louis
10. Andar sem rumo e sempre achar que onde quer que esteja aquele é o lugar certo e exatamente onde eu deveria estar!!!
E mais… 7 coisas pra fazer em Paris pela primeira vez (que vergonhosamente não fiz na primeira visita) :

Por fim… Só três coisas para não fazer lá… Porque não consigo pensar em mais:
C’est tout! Bon voyage pour moi et à bientôt!
É nóis que voa \o/
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]]>É, são mais de 300 metros de altura, o que faz da Torre Eiffel, em Paris, um ponto de referência na cidade toda. Já subi até o topo dela algumas vezes. Só que nenhuma foi tão marcante quanto a última delas.
Não, não teve nada de especial/diferente na paisagem. Na real, subi à noite e nem lembrei de um detalhe básico: o VENTO. Lá em cima existe uma BRISA que não passa nem perto do SOLO. E, olha, era de CORTAR A ALMA. Ventava demais e roupas quentes mandaram um abraço. Eu tava só com um casaco de inverno que usam pro “frio” no Nordeste brasleiro, sabe? Talvez foi um dos piores frios sentidos nesta vida.
Na hora de comprar o ingresso pra subir (com filas virando o quarteirão às vezes) você escolhe até qual etapa quer ir. Se for macho (ou macha, néam), compre até o topo, purfa! Aí é só pegar o ELEVADOR (se continuar achando que é macho, vai de escada) e boa viagem! Lá no alto, tem uma parte coberta, protegida do vento. Ali dá pra ver maquetes e bonecos em tamanho real do idealizador da Torre, o senhor Gustav Eiffel.
E você pode sair dessa área protegida e encarar o vendaval (nem todos os dias estará ventando, óbvio). Tem uma grade pra que você não caia e não tente suicídio. Aí é só bater as fotos e ser um turista gelado e feliz.
O melhor horário pra subir é no fim da tarde. Você vê A Cidade Luz, de cima, ACENDENDO AS LUZES. Com ou sem vento, com ou sem fila, não deixe de ir. Já ouviu a história de ir a Roma e não ver o Papa? Em Paris, é a mesma coisa. Mas com a senhorita Eiffel.
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