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Depois da nossa conversa lá no podcast com a Silvia Panchal, que é comissária de bordo, fiquei pensando nas dicas para um voo mais confortável. E também em alguns itens que podem te ajudar a passar o tempo no avião.
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]]>Eu não costumo me incomodar com voar. Nas últimas férias, aliás, foram 14 voos. Mas não é que eu fique exatamente confortável. Meu joelho fica batendo na poltrona da frente, nunca me entendo bem com a posição da tela pra ver filmes, e quando você viaja sozinha e senta na poltrona do meio, então?
Depois da nossa conversa lá no podcast com a Silvia Panchal, que é comissária de bordo e chefe de cabine da Emirates, fiquei pensando nas dicas para um voo mais confortável. E também em alguns itens que podem te ajudar a passar o tempo no avião.

A gente sabe que nem sempre o travesseiro que a companhia aérea oferece é o mais confortável. Então, por que não levar o seu próprio? Pode ser um de pescoço, como esse aqui, ou um travesseirinho que você consiga levar a bordo. A Silvia contou que leva uns pequenos, para deixar para trás se precisar.
Os cubos organizadores foram muito úteis na minha última viagem, na hora de arrumar uma mala de mão compacta. Mas eu gosto de montar um “kit voo” com o que eu posso precisar no avião – por exemplo, canetas, caderno para anotações, remédios que tenho que tomar, chiclete, etc. E aí, deixo esse kit comigo no assento. Assim, não preciso ficar levantando para mexer na mala o tempo todo. E tudo fica organizado durante o voo, em vez de colocado de qualquer jeito naqueles bolsos da poltrona. Eu tenho usado esse da foto e uma outra nécessaire que uma amiga fez para mim.
Em voos longos, o maior desafio para mim é passar o tempo. Mas depois que eu comprei um Kindle, comecei a ler muito mais em viagens. Antes disso, eu cheguei a levar um livro para ler nos trens, achando que ia me distrair com outras coisas. No final, acabei comprando mais dois livros pelo caminho – e haja espaço na mala! Já quando viajei de navio, levei o Kindle e deu para ler quantos livros eu quisesse (foram quatro nos 15 dias de cruzeiro). Agora, não fico mais sem!

A Marina, aliás, sugeriu uma lista de livros em destinos interessantes e estão todos na minha fila agora.
Outra dica da Silvia que já incorporei ao meu “kit voo” para a próxima viagem. Eu sempre viajo de tênis e costumo tirar a bordo porque ninguém merece para tentar ficar mais confortável para dormir. E aí, quero levantar e ir no banheiro. Aí tem que colocar o tênis de novo, toda amassada naquele assento do meio que sempre sobra pra mim. Mas um chinelo ou pantufa com sola de plástico seria muito mais prático! Acho que, na próxima vez, vou testar uma dessas meias antiderrapantes. Será que funciona?

Meu moletom de fleece sempre viaja comigo, porque faz parte dos meus itens para se vestir para o frio. Mas acho muito prático no avião, já que dá pra dobrar bem sem amassar e ajuda a esquentar no ar condicionado a bordo. Acho mais prático do que levar um cobertor e mais confortável do que ficar de casaco.
Essa é para os pais que viajam com crianças! Já pensou em levar massinha para entreter os pequenos durante o voo? A Silvia comentou que faz isso para o filho e eu achei a ideia ótima! Se você que está lendo esse post também tem filhos, conta pra gente o que você leva para entretê-los!
Os produtos são sugestões nossas. Ao usar nossos links de afiliados, você pode ajudar o Viajão \o/.
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Por causa do COVID-19, muitos países têm restringido o movimento nas fronteiras e pontos de entrada no país. Há restrições também para ônibus interestaduais no Brasil.
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]]>O surgimento do novo coronavírus teve impacto significativo nos deslocamentos entre países. Segundo a OMS, até agora, são mais de 200 mil casos confirmados em 166 países ou territórios.
De acordo com o Ministério da Infraestrutura, o setor aéreo teve mais cancelamentos do que vendas de passagens. O ministro anunciou medidas para garantir liquidez às companhias aéreas, para que elas possam manter os voos, como maior prazo para devolução das passagens aéreas e postergação de tarifas aeroportuárias e de outorgas de aeroportos.
Por causa da COVID-19, muitos países têm restringido o movimento nas fronteiras e pontos de entrada. No Brasil, há restrições também para ônibus interestaduais.

O governo federal decretou o fechamento das fronteiras do Brasil com nove países da América do Sul. A proibição é de entrada por via terrestre para estrangeiros que vêm da Venezuela, Argentina, Bolívia, Colômbia, Guiana, Guiana Francesa, Paraguai, Peru e Suriname. Essa restrição é por 15 dias, sendo que brasileiros, funcionários diplomáticos e imigrantes com documentação legalizada podem entrar no país pelos acessos terrestres.
O governo ainda estuda medidas específicas para a fronteira com o Uruguai.
Na União Europeia, há medidas adotadas por cada país e, também, mudanças gerais para os países membros. A principal política adotadas é a recomendação para que se evite viagens que não sejam essenciais. O Conselho Europeu decidiu pela restrição temporária coordenada das viagens não essenciais para a UE por um período de 30 dias.
Os Estados Unidos restringiram a entrada de estrangeiros no país vindo de países da área do Tratado de Schengen (Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Islândia, Irlanda, Itália, Letônia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Países Baixos, Polônia, Portugal, República Checa, Suécia, Suíça e Reino Unido), além de China e Irã. A medida vale para quem esteve nesses países 14 dias antes da viagem aos EUA. Além disso, anunciaram o fechamento de parte da circulação na fronteira com o Canadá.
Da mesma forma, o Canadá anunciou a restrição de parte da circulação na fronteira com os EUA.
O governo da Argentina suspendeu voos internacionais vindos de países afetados pelo novo coronavírus. Além disso, restringiu a entrada de estrangeiros no país até o fim do mês.
O governo chileno estabeleceu isolamento de 14 dias para todos os viajantes que chegarem do Irã, da China, da Alemanha, da França, da Itália e da Espanha. O comunicado oficial explica que a medida é válida para chilenos e estrangeiros e o período começa a ser contado a partir da data de saída desses países.
O Chile determinou ainda quarentena na Ilha de Páscoa. Todos podem deixar a ilha, mas a entrada nos próximos 14 dias precisa ser autorizada previamente.
A entrada de estrangeiros está restrita no país. A Ponte da Amizade, que liga Brasil e Paraguai, está fechada.
Estrangeiros com passaporte chinês emitido nas províncias de Hubei e Zheijang terão restrições de entrada no país. O Japão também vai restringir a entrada de estrangeiros que, nos 14 dias antes da chegada, estiveram em certas regiões da China, da Coreia do Sul, do Irã, da Itália, de San Marino, da Suíça, da Espanha e da Islândia.
Viajantes de países com transmissão local da COVID-19, como França e Estados Unidos, ou de países com número elevado de casos, como China, Irã e Itália, só poderão embarcar em voos para o país se apresentarem à companhia aérea certidão que comprove resultado negativo para a doença.

Estrangeiros que estiveram na China, no Irã, na Coreia do Sul ou na Itália nos 14 dias que antecedem a chegada na Austrália.
O país também impôs restrições de entrada a estrangeiros que estiveram na China ou no Irã nas duas semanas anteriores à viagem para a Nova Zelândia. Quem chegar de outros países, terá que se auto-isolar por 14 dias.
A Índia restringiu a entrada de estrangeiros de diversos países e suspendeu vistos de turistas até o dia 15 de abril.
Estrangeiros e não residentes estão proibidos de entrar no país. Haverá exceção para pessoas que não são cidadãos do país, mas cuja vida está baseada em Israel.
O governo da África do Sul restringiu a entrada de estrangeiros de países considerados “de alto risco”. A lista inclui Itália, Irã, Coreia do Sul, Espanha, Alemanha, Estados Unidos, Reino Unido e China. A medida começou a valer em 18 de março de 2020.
As sete cidades da região do ABC Paulista vão suspender gradativamente a circulação do transporte público até 29/03, quando a circulação será interrompida por tempo indeterminado.
O Rio de Janeiro restringiu por 15 dias a entrada de ônibus interestaduais vindos de estados com “transmissão sustentada” do novo coronavírus.
O governo do estado proibiu a entrada de linhas de ônibus interestaduais com origem no Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e Distrito Federal.
Linhas municipais, intermunicipais e interestaduais não vão circular por sete dias. Ônibus que ligam Rio Grande do Sul ao Paraná podem circular, mas não podem pegar ou deixar passageiros em território catarinense.
Texto atualizado em 20 de março de 2020.
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