acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
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Você é daqueles que continuam pagando uma viagem mesmo depois que ela já acabou? Veja como mudar isso!
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]]>Este título até pode dar a entender que a viagem vai sair de graça, mas calma… não é exatamente isso. Na verdade, vou te contar como fazer pra quitar toda a sua aventura ANTES de embarcar. Então, guarde bem essas 8 dicas pra viajar com tudo pago e voltar sem dívidas, já pensando na próxima viagem!

Parece óbvio, mas muita gente deixa pra comprar as passagens em cima da hora, esperando aquela promoção milagrosa aparecer. É como se fosse um investimento de alto risco, até pode rolar e você se dar bem. Mas as chances de gastar mais são maiores.
Então, afinal, qual é a melhor hora pra comprar as passagens? Normalmente, depois de definir as datas, vale começar a pesquisar com pelo menos seis meses de antecedência. Sim, antecedência é essencial pra pagar menos!

Monitore os preços por umas duas semanas, todos os dias, pra entender como o valor das passagens em questão varia. O Skyscanner te ajuda nessa tarefa.
Dessa forma, você terá as oscilações e entenderá três diferentes custos pro destino: o alto, o médio e o baixo (com base no período em que monitorou). Pronto, assim que o preço mais barato aparecer novamente, é só garantir a compra.
Quando encontrar o valor mais baixo (leve em conta uma certa maleabilidade de datas, já que voar nos fins de semana e feriados costuma ser mais caro), compre sua passagem usando cartão de crédito, de preferência diretamente no site da companhia aérea.
No cartão, você consegue parcelar o valor (e ainda acumula pontos pra trocar por milhas no futuro!). Escolha o número de parcelas que bata com o início da sua viagem. Por exemplo, se você viajar em julho, compará as passagens em janeiro e vai parcelar em seis vezes.
Assim, vai embarcar já tendo pago tudo em suaves prestações…
Lembrando que bandeiras como Visa e Mastercard oferecem o seguro viagem gratuito para você caso a passagem internacional tenha sido comprada com o cartão. Basta ficar de olho nas regras e nas categorias dos cartões (veja as da Visa e as do Master).
Outra forma de viajar sem dívidas é reservar os hotéis com antecedência. Dá pra pesquisar os preços usando ferramentas como Booking.com e Hoteis.com.

Depois, escolha o pagamento parcelado no cartão (em alguns casos, pagar antes dá até desconto) e use a mesma lógica das passagens: quite a última parcela antes de viajar.
Com o dólar turismo bem acima dos R$ 4,00 ultimamente, é difícil saber quando é a hora exata de comprar a moeda pra viajar, né?
Ir comprando dólares aos poucos, por exemplo, pode ajudar a evitar os prejuízos de uma alta inesperada. Programe-se pra comprar uns 200 dólares por mês, se couber no seu orçamento.
Até a data da viagem, você já vai ter acumulado bastante grana estrangeira (quem sabe o total) e não precisará desembolsar muito dinheiro às vésperas do embarque.
Em primeiro lugar, saiba que comprar a moeda em espécie mesmo é a forma de pagar mais barato por ela (IOF = 0,38%). Já a taxa do IOF pros cartões pré-pagos é de 6,38% sobre o valor.
E essa mesma taxa também é cobrada em cima do valor de cada uma das compras que você faz usando seu cartão de crédito no exterior. Por isso, o negócio é deixá-lo de lado (ou pra alguma emergência) e apenas usar o dinheiro vivo que você comprou com antecedência antes de viajar.
Você controla seus custos e não terá que pagar contas da viagem depois que ela já terminou.
Pra fazer a viagem caber no seu orçamento (e descobrir quanto você precisa levar), pesquise bastante os custos do destino escolhido.
Leve em consideração alimentação, passeios, passagens de deslocamento entre um lugar e outro. Dessa forma, já inclua no dinheiro em espécie que levará um pouquinho a mais do valor que imagina que gastará fazendo o seu roteiro.

Se for à Índia ou ao Sudeste Asiático, a gente te ajuda com posts completos revelando valores 
Por que fechar um passeio na primeira agência que aparece pela frente? Pesquise e pechinche, na maioria dos países esse é um ato bem comum!
Na hora de comprar uma lembrancinha, daquelas que a gente vê se multiplicando aos montes em várias lojas, também dá pra tentar pagar menos. No fim, sobra mais dinheiro pra você investir em outras experiências.

Seguindo os sete passos acima, a chance de você voltar sem dívidas é praticamente certeira! A melhor coisa é, no fim de uma viagem, já poder começar planejar a próxima aventura, né?
Ainda mais se a fatura do cartão estiver zerada. Basta apenas começar tudo de novo e viajar sem dor de cabeça (e no bolso também).
Boa viagem (quitada), viajões!
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]]>Já o nosso colaborão de hoje é o Bruno “Frango” Socher, um viajão marítimo. A seguir ele conta uma experiência bizarríssima como tripulante de um navio de cruzeiros.
Você já sonhou em trabalhar com isso? Então preste bem atenção no relato dele. Porque seus planos podem IR POR ÁGUA ABAIXO (tun tun tssss). Boa viagem 
———
Essas foram as palavras da minha família quando eu decidi dar essa de viajão. Viajei total, tanto na feliz insana idéia de largar tudo, quanto na esperança de conhecer o mundo de “graça”.
Saí do meu doce lar com a promessa de ser Pool Boy. Passar o dia na piscina atendendo os passageiros, recebendo US$ 1300,00 por mês e com folga pra passear enquanto os passageiros também estivessem na boa vida!
Chegando lá, descobri que seria Crew Cleaner, quase a pior função do navio, ganhando U$S 600,00 e trabalhando das 7h às 19h, sem folga. Com um traje de borracheiro e já desanimado pra caralho xuxu, comecei a trabalhar.
Vivi, literalmente, em banho Maria por 42 dias. Sim, pois estava numa panela de aço, rodeado por água e num calor infernal lá dentro, já que trabalhava apenas no 3º e 4º decks do navio, área da tripulação, só vendo sol quando ia à popa ou proa, fugindo do trabalho.
Sem falar no fantástico dialeto napolitano “humilhador” de cada oficial. Alguns deles cheiravam mais farinha do que o tamanduá cheira formigas. Filipinos, Hondurenhos, Brasileiros e caras de Madagascar são culturas serviçais da vida Marítima.
Rio de Janeiro, Ilha Grande, Búzios, Angra, Punta Del Leste, Montevidéu e Buenos Aires eram meus destinos. Tinha uma hora de almoço pra conhecer cada lugar. No Rio, que por sorte já havia conhecido em outra oportunidade, a única vista que eu tinha do navio era a das zonas do meretrício.
Conheci Búzios pois fugi na hora do serviço. Ilha Grande, Angra e Punta, só vi de longe. Buenos Aires só vi a rua da Frente do Porto, e Montevidéu, essa sim, tive a sorte de um Over Night insano na capital Uruguaia (talvez conte numa próxima).
Nas idas e vindas, rolou um tufão que foi bem ao som de Mc Buiu em “Ela balança mas não para”. Eu vi aquela coisa afundar, mas sobrevivemos bem com o chacoalhão.
Além disso, festas nas cabines e a parceiragem do povo. Quem trabalha no restaurante “rouba” comida, e quem trabalha no bar, bebida, para ter uma vida melhor nos porões! Depois de 12h ainda arranjam um tempo para um pagode de cabine (20 pessoas ou mais em uma cabine, com banheiro, de 2.5m x 2.5m) e sorriso na cara.
O lucro? Voltar pra casa e a vontade de trabalhar para conhecer o mundo às minhas custas. O preju? Ter que encarar uma de filho pródigo e 10 kg a menos na balança.
Muitos se fazem nessa vida, a experiência foi válida, mas não é o meu conselho pra ninguém! Tenho admiração por quem consegue.
E ae? Pensa em embarcar?
Abraço,
Bruno Frango
PS.: Quem nasce em Madagascar é?
———
MadagasCAGÃO, Frango? auhahuAHUahu Essa experiência foi cruel! Brigadão por ser o colaborão da semana! 
E você, viajão, também pode publicar sua história aqui! Basta escrevê-la para souviajao@gmail.com. Aproveita pra enviar algumas fotos também, ok? Tamo esperando!
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