Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131

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Arquivos viajando sozinha – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/tag/viajando-sozinha/ construímos memórias Thu, 12 Sep 2019 14:50:23 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.viajao.com.br/bkp/wp-content/uploads/2018/10/cropped-IMG_2510-32x32.jpg Arquivos viajando sozinha – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/tag/viajando-sozinha/ 32 32 Como viajar sozinha – Dicas sobre destinos e hotéis https://www.viajao.com.br/bkp/viajar-sozinha-destinos-hoteis/ https://www.viajao.com.br/bkp/viajar-sozinha-destinos-hoteis/#respond Thu, 12 Sep 2019 11:00:01 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11462 Quatro beliches vazios.Para continuar essa série sobre viajar sozinha, queria falar de uma das melhores coisas, que é também a que mais preocupa: decidir o roteiro. A boa notícia é que você pode ir pra onde quiser, então esse é um bom ponto de partida. Pra onde você quer ir?

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Para continuar essa série sobre viajar sozinha, queria falar de uma das melhores coisas, que é também a que mais preocupa: decidir o roteiro. Pra onde ir? A boa notícia é que você pode ir pra onde quiser, então esse é um bom ponto de partida. Pra onde você quer ir?

Destino dos sonhos

A primeira viagem que fiz sozinha foi pra realizar um sonho: fui pro Reino Unido, beber muito chá e não entender o sotaque dos taxistas em Liverpool. Como era um lugar que eu queria muito conhecer, acho que tive menos receio e ansiedade. E olha que foram 25 dias, vários trens (que eu nunca tinha usado antes), e nada de 3G. 

O copo de chá mais fofo que já vi, em algum parque de Londres

Claro que é muito importante pesquisar o destino para decidir se é algo que te deixa confortável de fazer desacompanhado. Falo de sensação de segurança, mas também do tipo de destino. Dos lugares que conheci até agora – com ou sem outras pessoas – voltaria para todos sozinha. Mas tem cidades que atraem mais grupos de viajantes, como Amsterdã e Las Vegas. E por mais que eu tenha me divertido em pub crawls, ir pra balada sozinha não é exatamente divertido. Então quando passava o momento mais “cultural” do dia, eu senti falta de ter alguém junto no rolê (mais em Las Vegas do que em Amsterdã, onde os museus são incríveis e me fizeram excelente companhia).

Infelizmente, cabe um alerta sobre alguns destinos, em especial, para mulheres viajando sozinhas. A gente ainda recebe umas olhadas estranhas e perguntas chatas do tipo: “seu marido deixou?” Alguns países tem regras específicas sobre aonde turistas podem e não podem ir, como se vestir, se casal pode andar de mãos dadas… Então pesquise se o seu destino tem regras desse tipo.

De olho no dinheiro…

Uma outra questão de decidir o destino é o orçamento. A viagem tem que caber no bolso, né? O câmbio ajudou na época da minha ida à Inglaterra, mas tem outra coisa boa sobre viajar sozinho que eu comentei no primeiro texto: você controla seus gastos. Pra essa viagem, por exemplo, optei por quartos com mais camas em hostel para poder ficar em regiões centrais, mais caras. E aproveitei que muitos museus de Londres são grátis pra comer em restaurantes.

Já em Brasília, onde o cronograma estava apertado, troquei almoço por lanche para ter mais tempo de conhecer o Congresso. E assim, vou montando os roteiros.

Como escolher a hospedagem

Eu falei que fiquei hospedada em hostel, e essa acaba sendo a opção mais econômica para quem viaja sozinho na maioria dos países. Costumo optar por quartos menores e com banheiro. Quartos com 4 camas só femininos ou masculinos costumam ser os mais caros. Da mesma forma, quartos mistos com 10 camas são os mais em conta. Em geral, escolho algo no meio do caminho. Já dei sorte de ficar em três pessoas num quarto com 8 camas. Já fiquei em quartos para 12 pessoas que estavam lotados. Eu sempre escolho regiões centrais, para poder usar transporte público ou ir a pé de um lado pro outro. 

Ainda bem que a área comum do hostel de Helsinque tinha gente legal, porque fiquei sozinha no quarto…

A melhor coisa na hora de escolher um hostel, é ler as opiniões de outros viajantes no Booking.com e no Hostelworld. Dá pra filtrar as avaliações por pessoas que disseram ter viajado sozinhas. Esses costumam ser os comentários mais equilibrados, sem hóspedes que deram notas baixas porque acharam estranho ter beliche no quarto compartilhado, ou não ter toalhas no banheiro.

Também já fiquei em hotel viajando sozinha, mas é raro, pois costuma ser mais caro que uma cama de hostel. O lado positivo é o conforto maior e a privacidade (ah, banheiro individual…). Mas acho mais difícil conhecer outros viajantes que não estejam por ali a trabalho.

Alternativa: quarto privado em hostel

Hoje em dia, tem muito hostel “boutique”, super arrumadinho. A cama do ClinkNOORD em Amsterdã, por exemplo, é uma das mais confortáveis que já encontrei pelo caminho. Mesmo no beliche de cima! E uma alternativa interessante é quarto particular em hostel. Você gasta um pouco mais, mas tem a privacidade do hotel em um ambiente de hostel, com mochileiros, cozinha e tudo mais.

Além do beliche confortável do ClinkNOORD, eu tinha 4 tomadas só pra mim!

Quando a gente viaja sozinha, percebe que tem muito mais gente sem companhia nos passeios do que imaginava. E sempre tem alguém pra, pelo menos, bater papo durante uma viagem de trem de seis horas rumo àquele lugar que você quer muito conhecer. É o melhor jeito de ticar a lista interminável de lugares que quero visitar, sozinha ou acompanhada. E você, tem vontade de fazer uma viagem solo? Pra onde iria?

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Como comecei a viajar sozinha – e porque adoro essa experiência https://www.viajao.com.br/bkp/por-que-decidi-viajar-sozinha/ https://www.viajao.com.br/bkp/por-que-decidi-viajar-sozinha/#comments Mon, 19 Aug 2019 01:00:55 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11447 Rachel sentada em mureta em dia nublado.Toda vez que conto de alguma viagem que fiz sozinha, ouço perguntas. Você não se sentia solitária? Como você se organizou? Claro que explorar o mundo em grupo é muito legal, mas eu verdadeiramente adoro viajar por conta própria também - e vou tentar explicar o porquê.

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Recentemente, li uns livros que envolviam protagonistas viajando pelo mundo. E confesso que me desapontei bastante. Devia ter me concentrado nas dicas no @livrosdamarina… Por algum motivo, esses personagens sempre caem em esteriótipos. E o mais comum é sobre viajar sozinho. Ou são pessoas extremamente inocentes; ou são ridiculamente extrovertidos e destemidos. Ou seja: não são pessoas reais. Por isso, resolvi escrever sobre as minhas experiências.

Toda vez que conto de alguma viagem que fiz sozinha, ouço perguntas. Você não se sentia solitária? Como você se organizou? Claro que explorar o mundo em grupo é muito legal, mas eu verdadeiramente adoro viajar por conta própria também – e vou tentar explicar o porquê. E desde já, se você pensa em embarcar numa viagem solo, mas tem dúvida de como fazer, deixe sua pergunta e vamos conversar! E deixe sua sugestão de livros sobre viagem nos comentários.

Viajando sozinha acabei tendo um trem de Londres inteiro pra mim…

Mitos sobre viajar sozinho

  • Você não precisa ser super extrovertido.
  • Não precisa ser uma viagem curta. Nem longa.
  • Você vai ter chance de comer fora e sair à noite.
  • Ficar em hostel não é a única opção (mas pode ser uma boa).
  • Muito mais gente viaja sozinho do que a gente imagina.
  • Existem vários destinos bons para quem viaja sozinho.
  • Você não vai ser a única pessoa sozinha no rolê.

O importante de qualquer viagem é que ela tenha a sua cara. E quando você viaja sozinho, isso é ainda mais importante. A boa notícia é que isso também é mais fácil.

Como viajar sozinho – quando se é tímido

Antes de continuar, acho importante dizer que eu sou tímida. Eu não sou boa em puxar papo e fazer amizades aleatórias. Mas sempre acabei fazendo amigos em viagens. Talvez nem todos tenham sido pra vida toda, mas por aqueles cinco dias, já tava bom o suficiente.

É importante saber ficar sozinho, já que a companhia não é garantida. Mas eu percebi que, pra cada pessoa tímida no rolê, tem pelo menos umas três que gostam de puxar papo.

Outra coisa importante é que muita gente viaja sozinha. É a gente que, viajando em grupo, nem sempre percebe. E aí, esses viajantes solitários muitas vezes se agrupam pra ir num restaurante, num bar, ou circular por estações de metrô. Sabe outra coisa curiosa que acontece fora do Brasil? Algum brasileiro te ouve falando português e pronto. Amigos. =)

Nesse grupo de caçada a auroras boreais, quase todo mundo estava viajando sozinho.

Até agora, nenhuma das viagens que fiz sozinha me desanimou quanto à experiência. Aliás, eu peguei gosto logo na primeira delas, quando tive que chegar alguns dias antes dos meus amigos em Buenos Aires. Depois fui pro Reino Unido sozinha, para a Patagônia Argentina, para o norte da Europa, turistei sozinha por São Paulo, por Brasília, por Los Angeles…

Há pontos negativos…

Acho que a pior parte de viajar sozinho é organizar o orçamento. Embora você tenha a liberdade de fazer o que você quiser e o seu cartão de crédito permitir, algumas coisas saem mais caras para quem está desacompanhado. É o caso de táxis, quartos individuais de hotel e viagem de navio, por exemplo.

Outra coisa que você precisa levar em conta é quanta bagagem vai levar. Não vai ter ninguém pra ficar olhando pra você no aeroporto na hora de ir ao banheiro, nem pra te ajudar a carregar. (E aí, ajuda muito aquela bela mala de mão…)

Um desafio é variar as selfies…

…mas muitos pontos positivos

Você controla seu horário e seu dinheiro. Dá pra gastar mais em passeios que te atraem e menos naqueles que não fazem seu estilo.

E, se por um lado, tem coisas que custam mais para quem viaja solo, costuma ser bem mais fácil conseguir mesa nos restaurantes e vaga nos passeios. Nos parques de diversão dos EUA, por exemplo, há brinquedos com fila single rider. E aí, quem tá desacompanhado, vai muito mais rápido pra frente da fila – e pro próximo brinquedo.

Aliás, o roteiro é todo seu. Para onde você quer ir dessa vez?

Esse é o ponto de partida para pensar numa viagem toda com a sua cara. Num próximo post, vou falar um pouco da escolha de destino e de hotel pra quem viaja sozinha. 

Você já foi viajar sozinho? Como foi sua experiência?

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