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Que tal ver de perto como são produzidos os deliciosos vinhos chilenos? É um passeio imperdível, saboroso e fácil pra quem está em Santiago.
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]]>Estar em território chileno e não tomar um bom vinho (existe algum ruim por lá?) é o mesmo que ir a Paris e não ver a Torre Eiffel, né? Então, imagine poder conhecer bem de perto cada minuciosa etapa de produção da bebida em uma vinícola, no Chile.

Antes de mais nada, saiba que esse é um passeio praticamente “obrigatório” pra quem vai pra lá. Ainda mais se você estiver em Santiago. É que a visita pode ser feita em meio-dia e dá pra contratar o tour em várias agências na capital do Chile. Normalmente, vão te pegar e te deixar na porta do seu hotel, algo bem prático.
Acho que 13 em cada 10 brasileiros (risos) que visitam Santiago acabam conhecendo a vinícola Concha Y Toro, a maior e mais famosa do país. Inclusive, nosso leitores já contaram aqui como foi visitá-la em 2013!
Mas minha família e eu, como não somos brasileiros queríamos viver uma experiência diferente e, por isso, optamos por outra.
Após ouvirmos algumas recomendações de chilenos mesmo, a escolhida foi a Undurraga. Ok, optamos por esta apesar de saber que ela também é uma das mais visitadas por brasileiros (tanto é que no nosso grupo do passeio SÓ TINHA GENTE DO BRASIL risos).
Em primeiro lugar, é interessante entender que a Undurraga produz vinhos desde 1885 (!) e fica a apenas 35km de Santiago. Ela foi a primeira vinícola chilena a exportar a bebida, em 1900!

E logo de cara, ao chegar, você vai se surpreender com a vinícola e perceber que escolheu certo. Ela é muito bonita e você vai querer morar ali! Nos fundos, logicamente, tem um imensoooo jardim com muitos parreirais. Pode babar à vontade.
Você pode ir de carro (se tiver alugado um). Saindo de Santiago, basta pegar a Autopista del Sol (a mesma que leva às praias, como Viña del Mar e Valparaíso).
Dá pra ir de transporte público também. Primeiro, pegue o metrô – linha 1 vermelha – desça na Estação Estación Central. Logo depois, pegue um ônibus no terminal para Talagate. Então, avise o motorista que seu ponto de descida será na vinícola e pronto!
Enfim, existe a maneira mais cômoda de todas (que foi a que escolhemos): contratar uma agência pra te levar até lá. Nós contatamos o Ricardo (WhatsApp dele: +56 9 3647-1413), brasileiro que trabalha no Chile oferecendo esses passeios. Pagamos 23 mil pesos por pessoa (o que dá uns R$ 135,00).
Nesse valor estava incluído o transporte até a vinícola (a van te pega e te deixa no seu hotel ou onde você escolher em Santiago) e o ingresso de visitação.
É bom saber que as visitas na Undurraga começam às 10h15 e terminam às 15h30. Por isso, se você for por conta própria, programe-se pra chegar entre esses horários.
Eles formam grupos de até 40 pessoas (foi o nosso caso) e você inicia o passeio com um guia. O nosso, inclusive, era hilário. Espero que você tenha a sorte de fazer a visita com o Germán. É um senhor muito bem-humorado que faz piada o tempo todo. Tudo isso misturado com informações reais e detalhadas da produção do Sangue de Boi tão bem quisto vinho Undurraga.

Primeiro, somos levados ao enorme “quintal” da vinícola. O guia explica que ali também são celebradas festas particulares, como casamentos. Logo em seguida, vemos os parreirais, descobrimos que a cor do vinho tinto vem da fermentação da casca da uva, e seguimos para conhecer os imensos toneis.
Ali dentro, o líquido – que vai ser vinho um dia – fica fermentando e fermentando…
Depois, descemos para o porão, onde existem centenas de barris de carvalho. Essa parte é muito interessante, porque a bebida descansa por meses e “absorve os sabores” amadeirados que terá.

Em seguida, visitamos o pequeno museu “Gente de la Tierra”, com objetos Mapuche e Andinos.
E, pra terminar, vem a parte mais aguardada por todos (a não ser que você não beba)! É a degustação! Na Undurraga, o guia nos ofereceu quatro tipos de vinho. Todos muito bons (na real, só não gostei do último porque era branco e muito doce).

O mais legal é que a taça onde você bebeu os vinhos é sua! Eles dão de presente e ela tem, inclusive, o nome da vinícola gravado.
O tempo total para conhecer essa vinícola, no Chile, é de mais ou menos 1h30min.
Depois de ver tudo, você pode investir uns bons pesos na lojinha da Undurraga. Isso porque ali tem dezenas de tipos de vinhos e até acessórios, como taças, abridores e cremes feitos com a bebida.

Mas vale lembrar que os preços dos vinhos, por exemplo, são mais caros nesta loja, na própria vinícola, do que num mercado qualquer, em Santiago, por exemplo.
Boas compras e bons goles!
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Pra você que ligou a TV agora, sim, o Colaborões ainda existe risos. O Colaborão de hoje já apareceu muito
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]]>Pra você que ligou a TV agora, sim, o Colaborões ainda existe risos. O Colaborão de hoje já apareceu muito por aqui. Esteve na cachoeira do Panelão, no Rio e já rolou muitos pulos dele por aqui. Hoje ele conta a visita dele na vinícola Concha Y Toro no Chile (aquele que eu não consegui entrar) junto com sua namorada Ludmilla. Com vocês, o menino da cidade do lado, Sandro Claudino clap clap. Valeu pelas dicas Sandrão! E você que quer contar sua história aqui no blog, é só mandar para souviajao@gmail.com que nós postamos aqui. Aquele abraço!
Fala ai Viajões! Depois de ter utilizado várias dicas loucas maneiras aqui do blog, inclusive a da Centolla, resolvi escrever este post em agradecimento ao meu brother Coqs. Bom, eu não vou ficar enrolando muito e vou direto ao assunto.
Ao chegar no Aeroporto de Santiago fomos abordados por algumas pessoas que tentavam nos vender pacotes de turismo. Como nunca tínhamos ido pra lá, resolvemos dar uma olhada porque tinha o tour pra Concha também. Concluímos que eles queriam nos meter a FACA na costela, nisso resolvemos ir na raça mesmo, não só pra Concha, mas pros outros lugares também.
A visita a Concha deve ser previamente agendada pelo site, nós marcamos na noite do dia anterior e só conseguimos o tour em espanhol, mas tem em inglês também. No site além de escolher o horário e o idioma, da pra escolher três tipos de Tour: O Tradicional ($ 8.600), o tour Marques de casa concha ($ 18.000) e o Experiência Don Melchor (realizado uma vez por semana e custa $ 67.000).
Nós optamos pela segundo tour, por que além dos dois vinhos servidos no tour tradicional, há mais 4 degustações. Vale muito a pena porque de acompanhamento vem vários queijos dos deuses.
Chegando nesta estação conseguir um táxi foi bem fácil. Pagamos aproximadamente 1400 pesos chilenos entre a estação e a entrada da vinícola.
Nossa visita estava marcada para as 11:00 e começou exatamente neste horário. Mas foi bem tranquilo porque a guia era brasileira e como a maioria das pessoas que estavam lá eram brasileiros ela falou em português também.
Depois de ter mostrado o lugar, algumas plantações e de termos feito a primeira degustação, a guia nos levou até o famoso Casillero del Diablo, onde reza a lenda o próprio Satanás cuida para que os melhores vinhos não sejam roubados.
Após isso é feita a segunda degustação e o tour normal acaba. É meio rápido na verdade, por isso compensa pegar o tour Marques de casa e concha. Como optamos pelo segundo tour, fomos encaminhados até uma salinha em que a Sommelier estava esperando. Chegando lá e… wow, altos vinhos loucos e altos queijos risos. Era quase meio dia e a gente tava morrendo de fome e já tinha tomado duas taças de vinho cada, estávamos começando a ficar no grau. Enquanto algumas pessoas faziam perguntas e iam anotando o que a Sommelier falava, eu e minha namorada só estávamos preocupados em apreciar o momento e encher a cara e comer aqueles queijinhos.
Depois da aula de vinhos ficamos por lá mais algum tempo, fomos até a loja que eles tem na propriedade e verificamos que era tudo caro. Inclusive os chaveirinhos risos. Há também um restaurante bem grande do lado da loja que é uma boa dica também, mas não almoçamos lá.
Pra voltar foi bem fácil, na frente da vincula tinha alguns táxis esperando. Pagamos uns 1400 pesos de Concha até a estação do metrô que tinhamos descido. Uma dica boa é não comprar os vinhos na Concha mas sim comprar nos mercados do centro. Você encontra os mesmos vinhos por um preço mais barato.
Bom para? encher a cara. Dica: vá na hora do almoço.O post Colaborões. apareceu primeiro em Viajão.
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