acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
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O Colabor\u00f5es de hoje est\u00e1 inusitado! E pra ser mais exato, hoje \u00e9 dia de uma Colaborona! Daniele Lieuthier \u00e9 daquelas garotas que n\u00e3o param em lugar nenhum. At\u00e9 onde eu sei, j\u00e1 morou na Fran\u00e7a, na Turquia, Argentina e agora ela t\u00e1 dando um rolezinho pelo mundo, desvendando os mist\u00e9rios do ch\u00e1 com o seu super projeto Caminhos do Ch\u00e1<\/a><\/strong>! Sensacional! E hoje ela conta sobre um casamento no interior da Turquia numa cidade que eu n\u00e3o vou ousar a escrever aqui. Valeu Dani!! E vamos ficar de olho nesses ch\u00e1s a\u00ed!<\/p>\n Desde que eu cheguei na Turquia, estava morrendo de vontade de ir a um casamento turco. Mas nenhum amigo dos meus amigos de Istambul se casou durante esses dois meses em que eu estou aqui. Semana passada, me mudei para \u00c7iftek\u00f6pru, pra trabalhar em uma planta\u00e7\u00e3o de ch\u00e1. Mas, al\u00e9m de aprender sobre ch\u00e1, que \u00e9 o objetivo da minha viagem pelo mundo (www.caminhodocha.com<\/a>), estou descobrindo muito mais sobre a cultura da Turquia.<\/p>\n Nesse s\u00e1bado, tive o privil\u00e9gio de finalmente ir a um casamento. N\u00e3o s\u00f3 turco, mas hemshin. Uma semana atr\u00e1s, eu n\u00e3o tinha a menor ideia do que era isso. Parece nome de uma ra\u00e7a do Senhor dos An\u00e9is: os hobbits, os elfos e os hemshins.<\/strong> Na verdade, os hemshins s\u00e3o um grupo \u00e9tnico espalhados por diversos pa\u00edses do Oriente M\u00e9dio e \u00c1sia, como Turquia, Cazaquist\u00e3o, R\u00fassia e outros. \u00c7iftek\u00f6pru \u00e9 um vilarejo hemshin. E aqui eles falam hemshin. Logo pensei: \u201cDroga, meus dois meses de estudo de turco n\u00e3o serviram pra nada.\u201d. A\u00ed descobri que eles tamb\u00e9m falam turco. Ufa!<\/p>\n E como \u00e9 um casamento hemshin? Bom, a cerim\u00f4nia eu perdi. Estava com o Yasar (o dono da fazenda) tomando uma cerveja Tuborg em um deck<\/span> que d\u00e1 para o Mar Negro. Tudo isso na cidade de Hopa, a maior da regi\u00e3o. Entramos no sal\u00e3o e meus olhos brilhavam como os de uma crian\u00e7a com um sorvete de cinco bolas na m\u00e3o. Era uma roda de pessoas dan\u00e7ando. Cem pessoas, ocupando o sal\u00e3o inteiro. De m\u00e3os dadas, mexendo os bra\u00e7os pra cima e pra baixo. Os passos coordenados, todos iguais. E a roda girava. A m\u00fasica \u00e9 contagiante.<\/p>\n
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