acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
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Sobrou pra mim, representar o espírito de adrenalina desse time, e me joguei no Rafting em Santo Amaro da Imperatriz - SC.
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]]>Já provamos que esse time de viajões é RADICAL, quando o Xóia (quaaaaaase) pulou do maior Bungy Jump do mundo… fora o Coqs que vive mostrando que tá por dentro das COISAS DE MACHO e acaba-se revelando um bom entendedor de Coisas de Diva! … Eis que a ala feminina chega para salvar a reputação e mostrar sua macheza força feminina! Sobrou pra mim, representar o espírito de adrenalina desse time, e me joguei no Rafting em Santo Amaro da Imperatriz – SC.

Confesso que fazer rafting não era bem o meu plano de ano novo, muito menos DESSE ano novo! Na verdade eu fui quase que literalmente raptada pra entrar naquele bote!!! Sorte dos seqüestradores que ainda tô viva pra contar a história… ou azar deles!
A aventura começou quando o tão esperado dia da aventura amanheceu chuvoso e, quando ligamos para a empresa que fazia o passeio, a resposta imediata foi: “Sim, tá chovendo! E assim fica muuuuito mais divertido!” eu só não sabia o grau de “divertido” pra esse povo da adrenalina nas veias… A empresa era a Ativa, a única da região certificada pelo Inmetro (ufa!)
Entrando no bote (e já pensando “o que que eu tô fazendo aqui??”), a água cor de Todinho, o rio alto e a correnteza a toda, quanto mais paralisada eu ficava, mais elétricos os instrutores, mais alucinados eles pareciam com a ideia de uma aventura atípica, nível de dificuldade 4 diziam… “Hoje tá incrível”; “Queria que fosse sempre assim” e “Se tivesse alguns centímetros a mais vocês não poderiam ir”, era o tipo de coisa que eles falavam, não sei até que ponto só pra botar uma pilha…
“Rema, frente, ré, chão”… e logo na primeira descida… bom, vejam com os próprios olhos…
Litros depois, uma cotovelada, e eis que alguém me joga pra cima do bote de novo… “Prontos pra outra??”… “Nãããão!” Eu só estava pronta pra mexer os olhos arregalados e olhe lá… pelo jeito minha adrenalina funciona ao contrário… ou será que isso chama estado de choque? Pensei em tudo, em pedir penico, em quantas quedas e litros d’água ainda eu ia suportar e inclusive que eu ainda não tinha avisado a minha mãe que fui fazer rafting… e se eu morresse quem daria a notícia?? #DRAMA!
Alguns desvios de rota e paradas estratégicas se fizeram necessárias… até as brincadeiras habituais foram substituídas por um “abrir caminhos” de verdade…
Só então depois de muito “Rema, frente, ré, chão”… algumas quase quedas e algumas esguichadas na cara,
Fui pseudo-relaxando e curtindo a bela vista de estar no meio das montanhas, cercada de uma bela paisagem… no final eu tava até ensaiando um sorriso…
Parada para esticar as pernas (bambas) e lá vamos nós outra vez…
Saldo? Bom, eu sobrevivi, só aí já to no lucro… testei meus limites e descobri que sou corajosa em mais uma coisa nessa vida!! o/
Recomendo? Claro, equipe muito competente e passeio massa pros “adrenileiros”… Mas se eu quero fazer de novo? Ahh, acho que prefiro o buggie jump, ou o pára-quedas… esse lance de águas me dá medo de fazer xixi na cama… =P
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Colaborão tá gourmet hoje, ou melhor, tá mangiare felice! É isso aí pessoal, deleitem-se com uma culinária italiana nada óbvia e super refrescante.
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]]>Colaborão tá gourmet hoje, ou melhor, tá mangiare felice!
A colaborona Lola Lombardi tem esse espírito de irreverência, cabeça fresca e sorriso fácil que faz você achar que já é amiga dela de cara, imagine então depois de duas colaboradas no viajão! A Lola já vez um post “rezar” na Índia, agora vem aí um post “comer” na Itália… Lola, não deixe de nos convidar para sua lua de mel na Indonésia porfa…
É isso aí pessoal, deleitem-se com uma culinária italiana nada óbvia e super refrescante nesse restaurante MARA…
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Polignano a Mare e MINT Cucina Fresca
A Terra Nostra, minha antiga conhecida, foi o meu destino. Só que dessa vez quis fazer algo diferente e me aventurar pelo sul. Aí o espírito mochileiro fala mais alto e a gente escolhe o destino por onde tem conhecidos locais pra nos mostrar a vida cotidiana e oferecer um canto. A vítima da vez foi a Liu, irmã do Ralf, amigo das antigas. E conhecendo a família Sorgi sabia que nos quesitos mesa, música e companhia eu não me decepcionaria!
A Liu mora em Polignano a Mare, uma cidade de praia na Puglia, a 30 minutos da capital Bari, que tem se tornado muito conhecida entre os europeus ultimamente, principalmente os franceses, que lotam as praias de lá. Ela e seu compagno Fabrizio comandam o MINT – Cucina Fresca, um lugar fantástico, que precisei escrever sobre.
O MINT já te conquista à primeira vista, um lugar confortável e com uma decoração estilo familiar e moderna que reflete o bom gosto e alto astral do casal proprietário. A Liu e o Fabrizio prezam muito pelos alimentos frescos e saudáveis, e também pelos produtos locais, o que faz com que eles ganhem o coração dos puglieses, que como todo bom italiano gosta de ter suas especialidades locais valorizadas.
O cardápio tem opções de pratos completos, fugindo um pouco do ‘primo’ e ‘secondo’ clássico dos italianos. Os menus do dia são sempre ofertados de acordo com o que a cozinha tem de mais fresco, de mais MINT! Entre o que provei por lá recomendo tudo! Um Veggie Burger feito com mix de grãos, pasta biológica de espinafre com salmão e amêndoas, o já famoso na região Cheescake, super leve com calda de frutas vermelhas e o espresso final, claro (hum, saudades!). Sem contar o que não deu tempo de provar, mas está na minha lista pra quando eu voltar… as saladas super bem elaboradas, o brownie e os vinhos.
Além disso, o MINT, diferente da maioria dos restaurantes italianos, abrem em ‘orario continuato’, ou seja, não fecham durante a tarde para a ‘pausa’ que deixam os turistas super perdidos. Ah, e também tem Wi-Fi e uma plaquinha dizendo pra gente usar #mintcucinafresca ao postar fotos no instagram, vale a pena conferir as fotos.

Enfim, é um lugar que faz valer a pena sair da rota tradicional dos viajantes na Itália pra comer bem, se sentir bem acolhido e bater um papo com a Liu e o Fabrizio. Benvenuti in Puglia!
http://www.mintcucinafresca.com/
https://www.facebook.com/mintcucinafresca
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Valeu Lola, mais um motivo pra Itália estar na minha lista de próximos destinos!!!
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"Sevilla", "Sebilla", "Se vive", "Se linda!" - é linda de ponta a ponta e eu já sabia disso antes mesmo de ir pra lá.
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]]>Incrível como a gente esquece de olhar o próprio quintal e dá mais valor pra grama do vizinho, né?! Incrível como a gente esquece de registrar as belezas de todo dia… Fazendo um retrospecto aqui no Viajão, me dei conta de que falei muito, muito, muito pouco sobre a cidade em que passei mais tempo na vida (depois da cidade natal Curitiba).
Falei aqui sobre a Praça da Espanha de Sevilha, o lugar mais arrebatador da cidade, sobre a Feria de Abril que torna a cidade famosa, e sobre uma peculiar dançarina de Flamenco, mas esqueci de contar todo o resto. Não foi por falta de admirar não, “Sevilla”, “Sebilla”, “Se vive”, “Se linda!” – é linda de ponta a ponta e eu já sabia disso antes mesmo de ir pra lá. Acho que foi por preguiça de tentar encontrar explicação pra todas aquelas sensações que não escrevi antes.

Uma vez lá, eu me encantava a cada dia, me sentia privilegiada cada vez que passava pedalando e vendo o pôr do sol en la Puente de la Barqueta.
E durante os seis meses, não deixei de registrar cada detalhe, cada sacada, lençois voando no terraço e cada rua de passagem… teve até uma vez que resolvi filmar toda a caminhada até em casa (e deixar tonto qualquer um que tentou assistir o vídeo depois).
As ruas não turísticas, apenas calles espanholas, com suas mesinhas pra fora, gente “de tapas”, falando alto pela madrugada, improvisando um flamenco a cada esquina, ruas de pedra, cheiro de pedra molhada pelas mangueiras e perros andaluzes vagando… corredores de vento encanado e chafarizes saindo da calçada pra refrescar o sol de 40 graus e a pedalada de cada dia a caminho da universidade.
O mais interessante de morar em outro lugar – e não só fazer turismo nele – é justamente adquirir hábitos, repetir trajetos, inventar uma vida nova, visitar supermercados, se perder e mais tarde se reconhecer, não compreender e mais tarde se sentir local, criar rotina (essa mesma que a gente vive maldizendo quando está por aqui).
Nova vizinhança, novas rotinas, novos trajetos… foi esse espírito, que estou revivendo agora ao sair de casa oficialmente, que me lembrou dessa sensação deliciosa de sentir que no mundo, no fundo, se está sempre em queda livre, sem raízes, e de repente se sente em casa, criando novas famílias e raízes novas… até se jogar de novo…
Mas voltando a Linda Sevilla, o primeiro mês lá tinha essa cara, de estranhamento, de frio que não combinava com o lugar, de solidão idiomática…
Mas passados seis meses a sensação era de sangue latino pra sempre nas veias, calor insuportável, cheiro de cebola y jamón misturados no ar, tinto verano e madrugadas quentes… Se dizem que a “Espanha marca”, Sevilla carrega o que há de mais folclórico da cultura espanhola, e marca com ferro quente!
Aos fins de semana eu gostava de esquecer que estava morando lá e ia turistar mesmo! Tantos lugares lindos perto do nosso quintal, gringos com seus protetores vinham de todo canto para ver.
A Praça da Espanha que já foi cenário de cinema, a Casa de Hercules também já… as muralhas do bairro em que eu morava Macarena, que lembravam tempos de império romano. Puente aqui, puente ali, puente acolá e o belíssimo caminho com vista para o bairro de Triana de um lado e Torre del Oro de outro.
Sem contar a Catedral e sua linda torre Giralda. A segunda maior igreja gótica do mundo (apesar de ser bem uma mistura de antiga mesquita com templo católico), terceiro maior templo do mundo, só perde pra São Pedro no Vaticano e Saint Paul de Londres. É lá que está/foi sepultado o famoso Cristóvão Colombo, aquele que, você sabe desde a escola, descobriu a América!
Bom, continuo amando Sevilla e tenho momentos de nostálgia até hoje, ela continua linda e ganha novos atrativos que me fazem querer voltar, como a grandiosa obra contemporânea Metropol Parasol:
A única dica desse post pode ser traduzida como: valorize (agradeça, tire foto, filme) cada canto da cidade em que for morar por um tempo, você pode passar por aquele muro todo dia, mas quando não estiver mais lá ele pode ser tudo o que você quer ver!
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Além das ruelas espanholas e das barraquinhas de souvenirs de flamenco, Granada dá uma aula de arte islâmica misturada com resquícios de Império Romano.
]]>Há quem diga que vai nevar em Curitiba a próxima vez que tiver um post meu nesse blog… a verdade é que a neve já aconteceu, e se você perdeu, perdeu! E nesse chove-não-molha neva-faz-calor dessa cidade, resolvi resgatar as memórias de um lugar que já mostrei aqui, na primeira vez que vi neve, em Sierra Nevada, nas províncias de Granada – na Andaluzia, Espanha.
Mas dessa vez vou mostrar o lado “caliente” de Granada, com a Sierra Nevada ao fundo, uma cidade charmosa e superagradável.
Mas além das ruelas espanholas sempre presentes e das barraquinhas de souvenirs de flamenco e touros, a cidade dá uma aula de arte islâmica, cultura muçulmana super presente em toda região andaluza, e misturada com resquícios de Império Romano que alcançou até àquela região.


“Fortaleza Vermelha”, é um complexo, uma cidade antiga, com Alcazares, palácios, pátios, fontes e principalmente muralhas, muitas muralhas, construídas, des-construídas, derrubadas, re-construídas e modificadas entre diferentes dinastias, invasões árabes, romanas… enfim, a história é superinteressante, vale uma visita na wikipedia pelo menos, mas só de estar lá e respirar aquele lugar, com suas construções refrescantes, num clima quente sufocante, as paisagens do planalto, os pátios e arabescos, você já absorveu tudo que precisava saber…
Tudo bem que a gente poderia ter evitado a região num calor de 40 graus, existem épocas mais agradáveis de “perigrinar” por muralhas e muralhas, as vezes parecendo sem fim, as vezes as subidas pareciam um castigo (merecido para queimar os quilinhos a mais que a Espanha dá), mas cada vez que se chegava em um pátio de vento encanado vinha a recompensa!
O melhor de tudo são as vistas privilegiadas, e depois pegar a descida e sair direto nos barzinhos de tapas pra se refrescar do passeio!
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Nessa edição do Colaborões, vamos acompanhar uma visita pela Holanda! De Amsterdã a cidades do interior, bora se encantar com esse país!
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]]>Olá Galera, faz tempo que não apareço por aqui né? Precisando viajar mess… Mas enquanto esse dia não vem, felizmente temos brothers que nunca nos deixam na mão! Palmas pra Aline, clap, clap, clap!
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Olá, Viajões
Meu nome é Aline, faz tempo que estou me ensaiando para escrever pra vocês e também ser um colaborão. Há uns dois anos a Amanda me contou sobre o blog, desde então prometi para mim mesma que um dia escreveria, e cá estou, antes tarde do que nunca né?!
Em 2011 fiz um mini mochilão pelo Reino Unido e de quebra dei um pulinho na Europa, e de todos os lugares que passei o País que mais me encantou foi a Holanda, então vou tentar falar rapidamente de tudo que vi por lá. Espero que gostem 
Quando decidi visitar Amsterdam estava em Londres, e as passagens de trem estavam muito caras. Como não queria deixar a bagagem para trás avião não era uma opção, uma vez que voos low cost só permitem bagagem de mão; então decidi ir de ônibus, mesmo sendo uma viagem bem mais lenta. Por fim essa escolha fez uma grande diferença na viagem, pois pelo caminho passei por diversas paisagens que me deixaram mais curiosa sobre a Holanda como um todo, então quando cheguei em Amsterdam já estava com uma ideia fixa de procurar a melhor forma de conhecer também o interior do país.
Mas vamos começar por Amsterdam. A cidade é incrível, cheguei durante a primavera e tudo estava colorido, com tulipas em todos os cantos. O povo é muito educado e estão super acostumados com turistas perdidos, são muito prestativos em ajudar e tirar dúvidas, além de muito simpáticos, não só dão a informação que você precisa, mas também perguntam o que você está achando do país, de onde você veio e etc.
Entre os lugares que merecem atenção, eu diria para não deixar de fora a Casa da Anne Frank, a sensação de visitar o esconderijo depois de ter lido seu diário é indescritível, creio que seja impossível sair de lá sem lágrimas nos olhos.
O Museu do Van Gogh é imperdível para fãs de arte, designers e publicitários. Tem um andar só com publicidade da época, cartazes e panfletos criados por diversos artistas, além de 200 obras do próprio Van Gogh. O Rijicks Museum é essencial para quem quer conhecer um pouco mais da história da Holanda. O passeio de barco pelos canais da cidade também é imperdível.
Mas Amsterdam não era suficiente, então comprei um pacote turístico para conhecer o interior, normalmente prefiro desvendar os lugares sozinha, mas como tinha pouco tempo achei que um desses pacotes poderia ser uma boa opção.
Começamos o passeio pelo norte, visitando De Haal, um vilarejo de produção de leite de cabra e queijos, um lugar cheio de moinhos de vento, tranquilo e muito bonito.
No almoço fomos a um povoado de pescadores, onde comi o melhor fish and fries da minha vida, e na sequência visitamos uma fabriqueta daqueles calçados de madeira típicos da Holanda.
Passamos ainda por Delft, uma cidade universitária, e também famosa pela produção de cerâmicas pintadas de azul; por Roterdã e o Palácio da Paz, que é patrimônio mundial. E no fim da tarde visitamos Madurodam, a Holanda em miniatura.
A Holanda vai muito além de Red Light District e Coffe Shops, tem um povo muito cativante, inteligente e livre de preconceitos, além de ser um ambiente que inspira arte e criatividade, vale a pena a visita. Por fim reforço que o país é bastante rural, tem paisagens incríveis, portanto chegar lá de ônibus ou trem pode tornar a viagem bem mais interessante.
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Valeu Aline! Até o próximo colaborão!

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Taí um trabalho melhor do que ser blogueiro do Viajão: ser fotógrafo viajante pelo mundo, que volta e faz exposição!
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]]>Taí um trabalho melhor do que ser blogueiro do Viajão: ser fotógrafo viajante pelo mundo, que volta e faz exposição! Gente assim a gente apóia, acredita e divulga de boca cheia! o/
Por incrível que pareça eles nunca viajaram juntos, mas seus olhares se encontraram quando perceberam essas paixões em comum, uma identidade parecida e – arrisco dizer – uma percepção e sensibilidade apuradas para o olhar do outro, tocante! O trabalho deles pode ser acompanhado na página World Sweet Home e, não sei vocês, mas só por essas fotos eu já tô com um pézinho lá na exposição! Inscrições aqui.
Nós não sabemos dizer exatamente em que momento nos intitulamos “mochileiros” ou “fotógrafos” – achamos, inclusive, que essa é uma questão muito subjetiva e não se define por meros instrumentos e técnicas.
A realidade é que, além da fotografia, nós somos apaixonados pelo mundo, por pessoas e pelas mais diversas culturas. Idiomas à parte, que outra forma de comunicação é melhor do que o olhar?!
Eternizar as experiências vividas enquanto batemos perna por aí é muito mais do que triviais retratos de viajantes; para nós, é a linguagem que encontramos para mostrar um pouco do mundo através dos nossos olhos, sempre tão fascinados. O que podemos afirmar é que, nosso olhar fotográfico se desenvolveu muito durante os diversos mochilões que fizemos, passando por mais de 35 países registrando um pouco da essência de cada lugar.
Essa paixão por viagens e fotografia sempre existiu, mas se intensificou para ambos nos últimos 2 anos morando fora do Brasil, entre Índia e Alemanha. Em meio de várias viagens, começamos a trocar muitas dicas de comunicação, fotografia e lugares exóticos. Consequentemente, acabamos traçando um estilo fotográfico similar, apesar de todas nossas viagens terem sido separadas, e foi daí que surgiu a ideia da parceria.
É claro que, no momento em que retornamos ao Brasil, a pressão de amigos, familiares e até diversos estranhos acabou impulsionando – e muito – o desenvolvimento da nossa mostra fotográfica.
A página World Sweet Home, foi criada com uma proposta de compartilhar um pouco da história por trás de cada um de nossos registros e algumas das curiosidades culturais que mais nos marcaram. A exposição também será divulgada através da página e, quem se identificar, pode nos acompanhar por lá:www.facebook.com/WorldSweetHome
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Como já falamos neste post, e você já deve estar acompanhando nas colunas sociais – ri-sos – o Viajão
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Como já falamos neste post, e você já deve estar acompanhando nas colunas sociais – ri-sos – o Viajão teve o prazer de participar da criação de uma rede promissora em Curitiba – O Curitiblogando!
O encontro de lançamento da rede aconteceu no dia 28 de Março no delicioso Forneria Copacabana:
Ambiente TOP, comida TOP, pessoas TOP! Sem dúvida a opinião que eu tinha do restaurante só se confirmou, sem brincadeira, pra mim o melhor restaurante contemporâneo da cidade atualmente!
O imóvel do Forneria já é uma preciosidade em si – eu moraria lá! Coisa boa a gente vê com o passar dos anos… arrisco dizer que o piso e o acabamento do casarão são originais da construção pós-moderana que eu adoro dos tropicais anos 70 brasileiros. Já na entrada um bar mega charmoso e aconchegante.
No salão superior a história dos irmãos – da família Madalosso – que viajaram a América Latina de moto.
Os diários de motocicleta estão estampados nas paredes em fotos, jornais e revistas da época. Além, é claro, das influências no cardápio…
Pedi um pescada equatoriana, com risoto de arroz negro e molho de limão. De comer rezando… ou fotografando, como era esperado da mesa de blogueiros, neam??
O ambiente na parte de fora é ainda mais inspirador! Especialmente no verão, quando eu sugiro um mergulho na piscina pedir o peruano Ceviche de entrada! Pra finalizar a ambientação perfeita, a seleção musical que, juro, estou atrás do CD do restaurante até agora!
Ainda teve a presença da CCVB – Curitiba Convention Visitors Bureau – que nos abasteceu de informações sobre as “próximas atrações”. E o pessoal da Home City Home também marcou presença com aquelas dicas super charmosas e especiais dadas por legítimos curitibanos.
Boatos que se estendeu uma balada no DUC depois. No dia seguinte, mais encontros e descoberta pela querida Curitiba! Teve Madalosso, ColdStone, Serra Verde Express, Bazar Doce, entre outros. Mas tudo isso a gente mostra mais além! Com certeza você vai ficar sabendo pelas mídias e listas VIPS! RISOS! Valeu Curitiblogueiros!!!
Forneria Copacabana: Rua Itupava, 1155. Segunda a Sábado das 19hs as 00hs.
O jantar na Forneria Copacabana fez parte do projeto Curitiblogando.
A organização das atividades do primeiro encontro dos blogueiros contou com os seguintes parceiros: CCVB – Curitiba Convention Visitors Bureau, PG1 Comunicação e Assessoria, IEME Comunicação, Home City Home, Vacanze Viaggio. Também tivemos como colaboradores: Duc Club, Forneria Copacabana,Restaurante Madalosso, Cold Stone, Serra Verde Express, Bazar Doce e Cervejaria Devassa.
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Como dizem por aí, uma andorinha só não faz verão, imagine então como se sentem as pobres andorinhas solitárias e
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]]>Como dizem por aí, uma andorinha só não faz verão, imagine então como se sentem as pobres andorinhas solitárias e caladas no elevador de Curitiba! RISOS
Foi a partir da visita de umas andorinhas de terras mais calientes no último feriado, Renata Campos – mineirinha do blog RêVivendo Viagens e Erika Marques, cearense do blog Outros Ares , que o Viajão e outros amigos, também viajões, também blogueiros, combinaram de se reunir para falar de assuntos viajões.
Papo-vai, papo-vem, marcando encontros daqui e ali e a ficha caiu: Não estamos sós! E foi assim que viveram felizes para sempre surgiu a ideia de fortalecer a comunidade dos loucos por viagem e criar a rede colaborativa: Curitiblogando – Piás e Gurias falando sobre viagem!
Assim, em vez de um simples encontro, promovemos um “Encontrão” de 12 blogs de Curitiba mais dois convidados e articulamos essa rede com o propósito de divulgar as opções turísticas, culturais, gastronômicas de Curitiba e região; fortalecer o turismo local e multiplicar as possibilidades de atuação. Além de, claro, impulsionar a interação entre os blogueiros, trocar informações na área de viagem e turismo, e gerar conteúdo exclusivo pros viajões!
Ao infinito e além! o/ Nunca duvide do que pode acontecer em uma rede com um propósito! O primeiro Curitiblogando aconteceu de 28 a 31 de Março e já no seu lançamento deu o que falar nas mídias locais e listas VIPs! Risos
Nesse clima de cooperação, web2.0, nova economia, muita gente bacana gostou da ideia e abriu as portas pro nosso trem passar! Aliás, o trem da Serra Verde Express, mas isso é outra história…
O lançamento oficial aconteceu no delicioso Forneria Copacabana, se estendeu pela balada no DUC e nos dias seguintes por mais encontros e descobertas pela cidade! Mas tudo isso a gente mostra mais além… Valeu Curitiblogueiros!!!
Quer Participar?
Os eventos Curitiblogando sempre contarão com a presença dos participantes da rede, ou seja, os blogueiros de viagem e turismo de Curitiba. Também serão convidados blogueiros de outras cidades para participarem dos eventos. Eventualmente, também poderão participar outras pessoas convidadas que possam somar a qualidade e relevância aos eventos Curitiblogando.
Quando acontece?
Duas vezes ao ano. Uma no primeiro semestre e outra no segundo. As datas dos eventos serão definidas sempre que a rede começar a organizar o evento.
Contato: curitiblogando@gmail.com ou facebook.com/curitiblogando
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Conhece a Danza de las Tijeras, considerada Patrimônio Imaterial da Humanidade do Peru? Foi a dança que embalou o ano novo em Lima.
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“Não vai correr com a tesoura na mão!” – “Imagina se pega no olho?” – dizia minha vó, e foi a primeira coisa que pensei ao ver a Danza de las Tijeras num ano novo mais fora do padrão que passei, em Lima – Peru.
Se correr com tesoura na mão era proibido, imagina então dançar com ela!!! Acho que esses garotos não tinham vó pra avisar! Ainda bem, caso contrário não teriam inventado essa dança, hoje patrimônio cultural reconhecido pela Unesco. Na verdade, a dança típica de origem indígena, as roupas e a música são tão originais que você mal lembra que além de todas as manobras eles ainda seguravam a bendita tesoura, não fosse pelo barulho de sinos que elas fazem.
Antes de ser Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, boatos que a dança era usada por curandeiros e sacerdotes das civilizações pré-espânicas, chamados “hijos del diablo”. Mais tarde, os dançarinos tiveram que adotar uma postura mais “católica” para continuar com dança e costumes coloniais foram agregados.
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Além da dança das tesouras, que também poderia se chamar de cuduro em algumas partes e uma mistura de música celta com CTG em outras, muitas outras danças tipo peruana-gauchescas embalaram o jantar… Mas não se preocupem, teve música de ano novo século XXI também no final!
Era Ano Novo 2011-2012 e ao contrário dos costumes brasileiros, nada de praia, roupas brancas, oferendas e Ivete Sangalo. Pra quem não sabia o que esperar, passar a virada em Beira-Mar Larcomar, um belíssimo centro comercial, com vista aberta para os fogos de artifício e festas vizinhas, um jantar excelente e um show de danças típicas de camarote foi prá lá de surpreendente! Muy guay!!!
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Hoje é dia de contar história! A história de como os americanos aprenderam a comer tão mal. A exposição chamada Lunch Hour vai até 17/02, em Nova York.
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]]>Hoje é dia de contar história! A história de como os americanos aprenderam a comer tão mal… Maldade falar assim em Nova York, logo a megalópole mais bem servida de restaurantes de todas as cozinhas mundiais e opções gastronômicas sem fim… Mas foi justamente lá que encontrei uma exposição que conta direitinho sobre os hábitos alimentares duvidosos dos americanos, a exposição chamada Lunch Hour ainda está rolando por lá, até 17 de Fevereiro, na Biblioteca Pública. Uma fast-food passada pela linha do tempo e tudo vai fazer sentido agora:
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