acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
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Já imaginou circular por Paris de patinete elétrico? Desbloqueá-los é simples e dez empresas oferecem o serviço.
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]]>Em várias grandes cidades do mundo, os patinetes elétricos já são mania. Basta baixar o aplicativo da empresa no celular, fazer um cadastro, inserir o número do seu cartão de crédito e um novo mundo se abre pra desbravar as redondezas. E na Cidade Luz eles já tomaram as ruas. Fazer um passeio de patinete por Paris é descobrir a capital francesa de uma outra forma.
Em primeiro lugar, saiba que concorrência é o que não falta. Dez empresas já oferecem os patinetes elétricos pelas calçadas de Paris: Lime, Flash, Bird, Wind, Bolt, Dott, Tier, Hive, Voi e uma nova, que pertence a Uber, Jump.

Cada uma delas tem um app diferente pra liberação do patinete e todas funcionam mais ou menos da mesma forma. A mais comum por lá é a Lime, que são os verdinhos.
Pertinho da Torre Eiffel, após um passeio de uma manhã toda a pé pela região, vimos vários patinetes da Lime parados. E já tínhamos observado muita gente circulando com eles pelas ruas de Paris. Resolvemos testar.
Uma amiga que mora em Londres e que estava conosco já tinha o app da Lime baixado no celular, o que facilitou nossa vida (aliás, esses apps de mobilidade estão se tornando essenciais no celular quando se viaja, hein?).
O aplicativo mostra, no mapa, todos os patinetes que estão parados por perto. Pegamos quatro e começamos a liberá-los.

Basta aproximar a câmera do celular do QR code que cada patinete tem e pronto, ele estará pronto pro rolê!
Nosso objetivo era ir da Torre Eiffel até a Catedral de Notre-Dame, o que dá 4,6km de distância.
Primeiro, ao desbloquear nossos patinetes, resolvemos testá-los ali na rua mesmo por um tempinho, andando pra lá e pra cá. Basta dar um impulso com o pé, subir nele e apertar o botão pra acelerar. O movimento é suave e a resposta do guidão é bem precisa. Ah! E se equilibrar não tem mistério, é fácil.

Logo depois, resolvemos encarar o passeio – praticamente uma linha reta às margens do Rio Sena. O bom é que praticamente todo o percurso tem ciclovia delimitada, e é nela que você deve andar com seu patinete elétrico por Paris.
Basta seguir as regras de sinalização feitas para as bicicletas, como respeitar os semáforos e as mãos da via, que a viagem se torna segura.
Pelo caminho, além do vento no rosto, também dá pra curtir uma vista privilegiada da Torre Eiffel, passar ao lado da famosa Ponte Alexandre III e observar a fachada do imponente Museu das Armas (Museé de l’Armeé), onde está o mega túmulo de Napoleão Bonaparte.

Demoramos uns 20 minutos no trajeto até a Catedral.
Cada empresa tem sua política de cobrança para que você faça um passeio de patinete por Paris. Mas a maioria cobra um valor fixo pra desbloquear o patinete e mais outro preço por minuto.
A Lime cobra €1 pra liberação e mais €0,15 por minuto de uso.
Nós ficamos pouco mais de meia hora com os nossos e gastamos uns €8 cada pela diversão. Valeu bastante a pena!

Só pra comparar, Marina e Rachel resolveram fazer o mesmo trajeto de Uber. Gastaram €17 (€8,50 por pessoa) e chegaram uns cinco minutos depois da gente!
No fim de tudo, percebemos que fazer um passeio de patinete por Paris dá mais mobilidade, claro, e faz você se sentir inserido na cidade de uma forma diferente. É uma experiência incrível e que vale a aventura!
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Chegou o último dia do ano e bate aquela vontade de refletir sobre tudo o que vivemos nesses últimos 364
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]]>Chegou o último dia do ano e bate aquela vontade de refletir sobre tudo o que vivemos nesses últimos 364 dias. To make romântico reflexivo hoje, néam? Mas vale, afinal 2014 vem batendo na porta, a corrida de São Silvestre vai agitar a galera e resolvi relembrar os ânus anos novos que já passei por esse mundão de meu Deus.
Desde 2007, pude curtir o réveillon em alguns lugares do mundo. Eu sempre tentava imaginar se seriam tão bons e animados quanto a festa brasileira. Resolvi fazer esse teste começando por Paris, há seis anos.
31/12/2007 – Paris, França
Nada de mais! Confesso que foi frustrante. Perto de 21h, saímos do hotel em direção à Torre Eiffel (tinha como “sonho” passar uma virada ali embaixo, esticadão no gramadão, olhando a torre e admirando os milhares de fogos que coloririam ela). Bom, era só no sonho mess risos.
Povo começou a se reunir e sentar no gramado. A cada hora cheia, aquelas luzes brancas que marcam o novo horário piscavam loucamente. Eu imaginava que tudo isso seria o prenúncio de uma féishta colorida e animada. Puro engano.
Se eu não tivesse ligado no relógio, nem teria percebido que deu meia-noite! O povo se abraçou, estourou champanhe e FOI EMBORA DALI! Escutei dois TRAQUES (bombinhas minúsculas) e não vi fogos de artifício!
Só não nos escondemos num canto, nos encolhemos em posição fetal e choramos deliberadamente porque não encontramos um canto, não lembrávamos como é uma posição fetal e não sabemos o que significa deliberadamente risos. Passar o réveillon em Paris foi sem graça. Valeu apenas pelo visu e por ser onde foi!
31/12/2008 – Christchurch, Nova Zelândia
Esse foi legal demais! Não pelo colorido dos fogos, até porque escutei pouquíssimos e mal vi. Mas foi bom porque passamos com um casal de amigos que estava morando na Nova Zelândia. Ficamos na casa deles mess, no Mt. Pleasant, um lugar paradisíaco, com vista pro oceano, no alto de um morro de Christchurch.
A Nova Zelândia é o país mais absurdamente belo que já visitei. Todas as paisagens são um abuso. Por isso, o réveillon foi em grande estilo.
Bebemos e comemos em casa, brindamos na sala e não fomos à praia na hora da virada. Mesmo assim, foi animado. Acho que aquele clichê de que “a festa somos nós quem fazemos” passou a ter bastante sentido pra mim nessa virada de ano do outro lado do mundo.
Sem contar que viramos o ano na Nova Zelândia 15h antes da galera no Brasil. Aqui ainda era 9h da manhã! Impressionante!
P.S.: em 2011, Christchurch foi praticamente destruída por um terremoto. Nossos amigos estavam lá na época, se salvaram sem um arranhão, estão bem, de volta ao Brasil, mas ficou a dor de saber que um lugar tão belo e de um povo tão gentil, virou ruína. Parece que a cidade já conseguiu se reerguer, ainda bem!
31/12/2009 – Cidade do Cabo, África do Sul
íamos passar a virada no Waterfront, famoso deck e local de bares e lojas de Cape Town. Mas pela muvuca prevista, inclusive pra voltar ao nosso hotel, que ficava na região da rota de vinhos (já falei dela aqui), resolvemos passar no hotel mesmo, que estava com uma programação especial.
Foi uma virada mais “intimista”. Jantamos no hotel, passamos a virada brindando na varanda do quarto, com vista pra uma paisagem linda, demos uma passada numa festa (de velhos) que tava rolando dentro do salão de festas e depois admiramos a lua mais cheiaça que já vimos na vida.
Fogos na Cidade do Cabo? Alguns poucos, que o próprio hotel soltou. No Waterfront deveria estar fervendo. Quem foi, me conta.
31/12/2010 – Atenas, Grécia
Fomos pra Praça Sintagma perto da meia-noite. É ali que o fervo acontece. É pra lá que vão todas as pessoas de Atenas na hora da virada. E foi sensacional!
Uma queima de fogos que durou uns dez minutos. A multidão brindando loucamente. Foi o mais parecido com o réveillon brasileiro que já passei fora. Bem animado.
A diferença? Quando deu 00h10min, praticamente todo mundo já deixava a praça e voltava pra casa/hotel. Conseguir um táxi foi um desafio e tanto pra começar o ano.
Um segredo: lá, durante a virada, fiz um pedido e ele se realizou em 2011 mess. Fica a dica: O réveillon de Atenas realiza pedidos, viu?
As viradas de 2011 e 2012 passei em São Paulo e em Balneário Camboriú (SC), respectivamente. Na primeira, choveu pra cacete e não vi fogos. Na segunda, aquele espetáculo digno de Copacabana.
Depois de tanto ver os novos anos chegando em outras terras, posso dizer que se você quiser ver fogos, muitos fogos, fique no Brasil. Mas, se for pra viver experiências bem diferentes, viaje sempre! Pode apostar que os anos novos chegarão com muitas histórias novas também.
Que venha 2014. Muitas viagens pra nós, viajões! E saúde, sucesso, dinheiro, amor e paz! Aproveite a virada, onde quer que seja. E feliz ano novo! 
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O comilão traz um Fabuloso Destino como opção: Cafe des Deux Moulins - o lugar onde a Amélie Poulain trabalhava - no charmoso bairro de Montmartre em Paris.
]]>Pode ser que você tenha a sensação de já ter visto esse lugar antes… Mas só se você gosta de cinema francês, ou já assistiu esse filme 200 vezes ou é daqueles que gosta dele só pra falar mal messs…
Hoje o comilão traz um Fabuloso Destino como opção: Cafe des Deux Moulins – o lugar onde a Amélie Poulain trabalhava – no charmoso bairro de Montmartre em Paris.
Como sou dessas que já assistiu 200 vezes, foi fácil incluir no roteiro – duas vezes. Na verdade uma dica de um amigo em Barcelona, muito bem-vinda! Amélie é de Montmartre, então o bar também é. Fica na Rue Lepic com a Coustou – no sentido de quem está descendo da Sacre Coeur para o Moulin Rouge. Mas cuidado, essa rua faz uma curva do nada e se você seguir reto erra o endereço!
Chegando lá os fãs mais observadores logo encontram alguma diferença no cenário, afinal depois da fama o bar modificou algumas coisas e acrescentou fotos e objetos de cena do filme por todo lado. Mas ainda estão lá as luzes neon no teto cor-de-rosa, o relógio e a tabacaria.
Para comer, afinal é isso que importa nesse quadro, é obrigatório pedir Crème Brûlée e quebrar a casquinha com a colher! Mesmo que você ache que parece só um pudim da sua avó, valorize! Se não vai parecer que você só foi lá pra tirar fotos do cenário…
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Você quer dormir comigo essa noite? RÁ. Tá me achando ousado, é? Mas aposto que você já cantou bastante a
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]]>Você quer dormir comigo essa noite? RÁ. Tá me achando ousado, é? Mas aposto que você já cantou bastante a musiquinha do filme Moulin Rouge, “vulevu cuchê avec moá, cessoá”. Cantou e pagou de PURITANA risos.
Por isso, agora segue o MANUAL PRÁTICO pra quem vai a Paris e sonha em conhecer o bordel chamado Moulin Rouge, a casa de “shows” mais famosa do mundo.
1) Ao chegar em frente ao Moinho Vermelho, com certeza você exclamará, com decepção: “meldels, achei que fosse bem maior”. Calma, você estará se referindo só ao moinho mess reezous.
2) Aí você baterá fotos e vai entrar na recepção pra ver os preços. Sim, verá um valor de 100 euros e virará as costas.
3) Depois, você irá correndo pro meio da rua (sim, tem uma espécie de ILHA/PRACINHA ali) pra bater mais fotos da princesa Mulan da Disney do Moulin Rouge.
E aí é que entra a parte legal! Nessa “ilha” usada pra dividir as avenidas, tem uma TUBULAÇÃO DE AR sensacional. Sabe aquelas grades no chão? Vem um VENTINHO estilo “A Dama de Vermelho” saindo dali. As mina de saia e sem calcinha pira risos
Pirei messsssss risos
Pronto, o Moinho Vermelho ficou pra trás! A brincadeira e atração turística agora se chama: VENTIN INFERIOR. É praticamente um TORNADO vindo da calçada, você precisa se segurar pra não sair voando. Pena que é mentira. Mas rendem boas risadas e caras de idiotas.
Batemos diversas fotos com casacos esvoaçantes. Algumas a Levis’ comprou pra uma campanha futura. AGUARDEMMMMM.
Anote a dica direitinho pra usar quando for a Paris. A outra, que você pode usar, tá lá na primeira frase do texto. Use com moderação risos. Vulevucuchê?
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Tava folheando a revista Veja que saiu nesse fim de semana e li uma reportagem mega interessante. Tá, calma, não me
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]]>Tava folheando a revista Veja que saiu nesse fim de semana e li uma reportagem mega interessante. Tá, calma, não me venha com o discurso “eu odeio a Veja, a Veja é isso, é aquilo…”. Ódios à parte, a matéria tem tudo a ver com esse blog viajônico risos. E fala de Paris, destino preferido de nove entre 10 viajões!
Sabe que por lá tem as bicicletas nas ruas pra alugar, né? Fazem o maior sucesso. Eu, inclusive, já tive vontade de locar mas nunca aluguei. Acho que da próxima vez que eu for, não posso deixar passar. Aliás, a Amandita desse blog já postou sobre isso aqui! Além de fazer exercício, é uma forma de conhecer as cidades de um jeito bem NATIVO.
Mas pros preguiçosos, a Veja anuncia uma boa notícia: agora, além das bikes, é possível locar CARROS ELÉTRICOS na Cidade Luz!
É um projeto chamado AUTOLIB’, que disponibiliza 250 veículos movidos a bateria pra que você possa alugar por apenas 10 euros por dia + quatro a oito euros por cada meia hora de passeio! Já imaginou passear de carro pela Champs Elyseés? Vai se achar chique risos
Os carros podem ser locados em quiosques espalhados pela cité e você precisa se cadastrar antes e destravá-lo com um cartão (é preciso apresentar carteira de habilitação, cartão de crédito e um documento de identidade).
Aí basta sair cantando pneu passear com seu POSSANTE! O carrinho chega a 130km/h, é silencionsíssimo e tem autonomia de 250 quilômetros. A recarga da bateria é feita em postezinhos nas calçadas e do lado dos quiosques!
Será que se a ideia vingar, no Brasil vai dar certo? Lembra que tentaram implantar a ideia das bikes em várias cidade e não pegou? Será que com os carros, o trânsito ficaria ainda mais caótico nas grandes cidades?
Então, quem for primeiro a Paris e usar um desses, conta pra gente: souviajao@gmail.com! Estamos ELÉTRICOS aguardando risos
P.S.: O aluguel de carros nesse esquema não é inédito. A novidade é que, em Paris, eles usam carros elétricos!
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Ela não só é o símbolo mais significativo de um lugar maravilhoso, como é a dama responsável pela cidade turística mais visitada da história!
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]]>Ela você já conhece, se não ao vivo, já enjoou de ver em fotos, nos cartões postais e chaveirinhos que te trouxeram de souvenir… Ela não só é o símbolo mais significativo de um lugar maravilhoso, como é a dama responsável pela cidade turística mais visitada da história!
Estamos falando da Dama de Ferro: Torre Eiffel!!! SUA LINDA!
“Ahhh não, mó coisa repetitiva, isso aí eu já vi mil vezes!” Pois é, só eu contei umas 200 fotos dessa senhora aqui no meu pc.

Faço questão de usar esse apelido de “dama de ferro” porque ela é de verdade a imponente senhora de Paris! Forte, estática, grandiosa… Não sei explicar, pode parecer bobagem, mas só quem já viu, de longe, de perto, de baixo e de cima, sabe que ela exerce uma enorme imponência sobre a cidade.
Do tamanho de um prédio de 120 andares e colocada no meio de uma paisagem plana, de jardins e prédios de 6 andares estilo Haussmann, foi considerada uma aberração e futurista demais quando inaugurada em 1889. Seria derrubada logo depois da exposição universal de 1900, mas boatos que o tal Gustave Eiffel não deixou. Sem falsa modéstia falou que aquele seria o ponto turístico mais visitado do mundo! E não é que acertou?? Depois, graças a ferramentas militares de rádio transmissão, ela acabou ficando, estrategicamente e pra alegria de todos nós!
A dama de ferro contrasta, se destaca e pode ser vista praticamente de qualquer parte da cidade. Estou nos Jardins de Tuilleries, no Louvre, no Invalides ou na Pont Alexandre III olho pro lado, lá está ela! Subo no arco do Triunfo, lá está ela! Subindo a ladeira no MontMartre? Juro que vi ela, na viela.
E como se não bastasse tamanha onipresença, você ainda é atraído a chegar perto… e só quando se está bem embaixo dela é que se entende porque tanto frisson por essa moça, só aí sabemos o real tamanho dela, que já vimos de todos os tamanhos e proporções nas infinitas réplicas por aí.
Eu mesma me surpreendi com o tamanho real. A primeira vista foi uma pontinha, de relance, enquanto ainda estava no metrô indo pro hotel. Deixei a mala lá e fui em busca da torre sem pestanejar. Era pertinho do hotel e quando tirei os olhos do mapa, procurando ela ainda ao longe, eis que olho pro lado e… :O
Ela fica ainda mais linda piscando. Fui correndo pra chegar perto, parei, tirei foto e me afastei um pouco mais e sentei no Champ de Mars pra admirar. Eu, mais 500 pessoas e um grupo de brasileiras que me ofereceram champagne. Não pude recusar!!!
Depois nessa mesma viagem, só voltei na torre umas 3 ou 4 vezes, afinal tinha mais coisa pra ver né? E mesmo quando ela não era o objetivo, olha só o que acontece…
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Olha só! Esse é o post de número 300 aqui no blog! E falta uma semana pro Viajão completar UM
]]>Olha só! Esse é o post de número 300 aqui no blog! E falta uma semana pro Viajão completar UM ANO! Eeeee! Parabéns pra nós! E pra abrir essa semana rumo a 365 dias de histórias de viagens, trouxemos uma convidada especial. Sim, ela é referência nesse assunto: Lady Gaga MONALISA!
É popstar mesmo. Todo mundo quer ver de perto no Louvre, em Paris. Quando eu fui nesse museuzinho risos, em 2007, fui SECO até a sala onde o quadro do dá vinte Da Vinci fica. E tem FOLHAS A4 IMPRESSAS INDICANDO ISSO POR TODO O LOUVRE. Sim, FOLHAS A4 IMPRESSAS!
Chegando lá, jurei que estava num show do Justin Bieber, que naquele dia recebia Bella e Edward do Crepúsculo como convidados especiais. Era tanta gente HISTÉRICA batendo fotos, que fiquei procurando a Gretchen celebridade escondida na sala.
Não havia ninguém famoso. Apenas a Monalisa mergulhada numa imensidão de flashes sem fim – sou muito PATRÍCIO. (Patrício = Patrícia = Patrícia Poeta = POETA).
Não sei se você sabe, mas pelo menos até o fim de 2005, era EXTREMAMENTE PROIBIDO bater fotos nessa sala onde fica a “sorri/chora”. Muito menos bater foto DO QUADRO EM SI!
Por mais que a obra fique atrás dum vidro blindado (quem vai tentar ATIRAR ali?) e com seguranças ao lado, TESTEMUNHAS ME DISSERAM que os seguranças eram rudes pra cacete com quem tentava fotografar a musa do Da Vinci.
Hoje em dia, tá tudo liberado. Pode fotografar à vontade. Aí eu me pergunto:
1) Por que mudaram de ideia? Não conseguiam mais controlar o frenesi?
2) Será que o quadro da Monalisa que vemos ali é o original mesmo? Ou os flashes agora atingem uma RÉPLICA?
#ficaomistério. Quer saber? Quando for ao Louvre, aproveite pra bater várias fotos do quadro mais famoso do mundo. Vai que eles mudam de ideia daqui a pouco e proíbem de novo?
De tão acostumada com os flashes, se isso acontecer, aposto que a Monalisa vai finalmente revelar qual expressão tá fazendo: a de choro, muito choro, por deixar de ser popstar.
Faltam 7 dias pro Viajão completar um ano! Por isso, aproveite e curta a gente no Face!
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Mochileiro sempre é daquele jeito, nunca tem dinheiro pra nada. Já vimos colaborões por aqui pegando carona na vida pra
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]]>Mochileiro sempre é daquele jeito, nunca tem dinheiro pra nada. Já vimos colaborões por aqui pegando carona na vida pra chegar em lugares pouco prováveis, histórias de falta de dinheiro, dormir no aeroporto e por aí vai.
Confesso na humildade que sempre fui com dinheiro suficiente pra dormir bem com 2 massagistas tailandesas sempre e comer um McFish quando a coisa tava apertada, e ultimamente to faturando muito com esse blog, então tenho dinheiro PRA GASTAR!
Mas em 2007, quando fiz meu primeiro mochilão com as minhas primas, o dinheiro tava contadinho. Nada de super restaurantes, hotéis luxuosos, isso é coisa para a Amanda risos. Tínhamos que economizar em cada detalhe, não pegamos os albergues mais baratos (porque né, os mais baratos são tipo o porão daquela casa do lago), mas não pegamos os mais caros, e sim, todos com café da manhã, porque era meio que um gasto a menos. Vôos com horários bizarros porque eram mais baratos, e com isso fomos obrigados a dormir no aeroporto. Dicas para fazer sua viagem mais barata, e seu bolso mais alegre.
Contudo, viajar assim sempre dá uma dor de cabeça a mais, afinal é o preço que você paga (ou melhor, que você não paga) pelo conforto. Mas existem coisas totalmente favoráveis a economia. Por exemplo, pra que subir a torre Eiffel de elevador se você pode subir a pé? Economia de 15 euros, e algumas calorias a menos. E hoje vou mostrar esse ato específico de subir a torre na humildade.
Nada tão dramático. Subir cansa, mas pô, é a torre Eiffel, fica de boa e seja feliz. Economize no bolso, mas não economize na diversão, isso é o mais importante, então aquele abraço na sua conta corrente e até a próxima.
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Paris dá de comer para todas as artes! Mas para os amantes da sétima arte, um lugar fora dos roteiros turísticos: La Cinémathèque Française.
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]]>Paris dá de comer para todas as artes! Mas para os amantes da sétima arte, um lugar fora dos roteiros turísticos: La Cinémathèque Française.
Lá no extremo sudeste da cidade luz, 12ème arrondissement (51 rue de Bercy), onde Paris ganha ares de modernidade e já nem tem muita cara de Paris.
Ir atrás da cinemateca era uma meta, e se tornou uma grata surpresa também descobrir esse bairro, onde está também a biblioteca nacional e cercado de prédios altos, espelhados e modernos que jamais seriam vistos no centro da cidade. Chega a ser um respiro, quando se está cansado de perfeição, sabe? Sem os frondosos boulevares, floreiras e cafés, fugir um pouco do sonho e curtir uma “Mise en scène” diferente…
A Cinemateca francesa tem história!!! Que pode ser conferida junto com a própria história do cinema lá mesmo, no Musée du Cinéma. Uma sala de exposição mostra desde as primeiras engenhocas de imagem em movimento, kinoscópios e afins; passeia pelos primeiros filmes produzidos na história e pára em 1968, ano em que a cinemateca original foi invadida por estudantes, pupilos de Godard, chegados a uma revolução.
Enfim, da antiga não sobrou nada, esse novo prédio foi construído em 2005, com uma arquitetura moderna incrível que já faz o espetáculo começar do lado de fora, obra de Frank Gehry, o mesmo arquiteto dos Museus Guggenheim em NY e Bilbao.
Além de salas de cinema (Cêjura), a cinemateca é um lugar para pesquisas, livraria, oficinas e palestras e, lógico, aquelas lojinhas irresistíveis de museu. Abriga também exposições temporárias como a magnifique exposição do Kubrick que eu tive a honra de ver – só não pude fotografar! Mas dá pra ter uma idéia no site, e aqui:
Stanley Kubrick – L’exposition por lacinematheque
Tinha os manuscritos e rascunhos dos roteiros, objetos de cena, figurino e maquetes dos maiores sucessos como laranja mecânica, 2001, O Iluminado e Lolita. Também notícias e curiosidades dos bastidores.
Encontrar essa exposição foi mais uma dessas surpresas que você não programa, nem encontra no guia de bolso.
Imagina se eu não saí de lá carregada de milhares de folhetos e revistas! Veio até um poster de Jules e Jim pra nossa querida Cinemateca de Curitiba \o/
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]]>O post Estátua!!! apareceu primeiro em Viajão.
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Quarta cansa! – mesmo em Paris.Falando em estátuas, elas são uma presença constante em fotos de viagem, fazem parte da história dos lugares, mas frequentemente são alvo de chicletes, passarinhos, sol, chuva, tempestade e alguns outros vandalismos.
Picasso e minha irmã gêmea gorda – Málaga.
A Brigitte Bardot – que era uma moça bonita – Búzios.Mas não dá pra negar que é espontâneo de qualquer turista viajão interagir com elas, sentar no colo, tirar seus óculos… enfim, posso apostar que vocês viajões devem tirar mais fotos com estátuas do que pulam em meio à multidão! Logo, devem ter vááárias dessas.
Eu e Oscar na fatídiga Dublin.
João-Bobos bizarros no Museu Reina Sofia – Madri.Eu arrisco até que isso pode virar um quadro do viajão, basta você enviar as suas para o souviajao@gmail.com, mas atenção: Não vale bonecos de cera, não vale painéis onde só se encaixa a cabeça… a categoria aqui é de ilustres feitos de bronze ou aço, ou ainda papel maché, mas tem que ser coisa DE RUA, belesss??
Vou ficar aqui paradinha esperando! 
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