Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131

Notice: A função _load_textdomain_just_in_time foi chamada incorretamente. O carregamento da tradução para o domínio colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131

Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]
SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`

Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]
SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`


Warning: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php:6131) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/feed-rss2.php on line 8
Arquivos europa – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/tag/europa/ construímos memórias Sun, 22 Nov 2020 16:44:57 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.viajao.com.br/bkp/wp-content/uploads/2018/10/cropped-IMG_2510-32x32.jpg Arquivos europa – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/tag/europa/ 32 32 Por que vale a pena conhecer Luxemburgo https://www.viajao.com.br/bkp/por-que-vale-a-pena-conhecer-luxemburgo/ https://www.viajao.com.br/bkp/por-que-vale-a-pena-conhecer-luxemburgo/#respond Wed, 03 Jun 2020 10:00:13 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12313 O pequeno país que fica entre Alemanha, França e Bélgica precisa entrar no seu roteiro para a Europa. Em Luxemburgo, você vai se sentir numa cidade cenográfica.

O post Por que vale a pena conhecer Luxemburgo apareceu primeiro em Viajão.

]]>

No seu mochilão pela Europa, eu aposto que não podem faltar na lista passeios por Paris, reflexões na triste história da Alemanha na Segunda Guerra ou uma visita ao Coliseu, na Itália, né? Mas por que não conhecer a charmosa Luxemburgo? O lugar é lindo, cheio de história e vai te encantar. Pode apostar que vale a pena!

Cidade de Luxemburgo vista de cima

Eu conheci no fim do ano passado, quando fui visitar meu irmão que está morando lá desde março de 2019. Se ele está encantado como morador, eu posso dizer que também estou, como turista.

Onde fica Luxemburgo

Luxemburgo é um país muito pequeno, que fica entre Bélgica, França e Alemanha. Tem três línguas oficiais: francês, alemão e luxemburguês. A capital tem o mesmo nome do país: é a cidade de Luxemburgo.

Mapa da Europa mostrando Luxemburgo

Nos últimos tempos, o grão-ducado recebeu muitos imigrantes que falam português – por isso, não será difícil esbarrar com gente usando o nosso idioma por lá.

Como chegar

Não existem voos diretos do Brasil para Luxemburgo. Normalmente, a conexão aérea pode ser feita em Paris.

Também dá pra chegar de trem, partindo da capital francesa, por exemplo, ou também de Frankfurt, na Alemanha. Se preferir, que tal um ônibus? Estas duas são opções mais baratas.

Transporte público

Luxemburgo se tornou o primeiro país do mundo a implementar o transporte público gratuito pra tentar aliviar os enormes congestionamentos.

Por isso, dá pra desbravar a capital (e as outras cidades do país) usando trens, bondes e ônibus sem pagar nada por isso. Vale lembrar que não há metrô por lá.

O que visitar

Para uma passada rápida, de uns três dias, o recomendado é focar a sua visita na elegante capital luxemburguesa. A cidade é relativamente pequena comparada às que são capitais de outros países próximos e realmente se parece com uma cidade cenográfica.

Arquitetura em Luxemburgo

Comece desbravando a região central, passeie pelas charmosas ruas da…

Ville-Haute

Por ali, fica uma infinidade de lojas, restaurantes (lembre-se dos preços altos) e atrações imperdíveis. Você pode conhecer a Catedral de Notre Dame. Sim, Luxemburgo também tem a sua imponente e bela igreja de Nossa Senhora.

A Catedral de Notre Dame, em Luxemburgo.

Curiosidade: as obras, no centro histórico, parecem nunca terminar. Sempre tem máquinas trabalhando para reformar ruas, calçadas e tubulações por ali.

Depois, caminhe por um dos pontos de encontro mais famosos da cidade, a Place Guillaume – uma praça pública no estilo medieval. Nas redondezas, ainda tem o Palácio residencial do Grão-Duque e o Museu Nacional de História e Arte.

Forte Obergrünewald

Um lugar que não é muito frequentado por turistas mas pode te dar outra bela visão da cidade é essa fortaleza, que também fica na região central, em Kirchberg.

Por ali, tem um imenso parque e é possível relaxar e observar a cidade a partir do outro lado do vale. E é bem vazio, bom pra bater um papo com os amigos à tarde e admirar o pôr do sol.

Outra dica é subir no forte e caminhar pelos túneis. Dali, dá pra seguir até o aconchegante bairro de Pfaffenthal.

Construções coloridas em Luxemburgo
Rua com construções coloridas em Pfaffenthal

Pfaffenthal Lift

Aliás, tem um enorme elevador panorâmico que liga o bairro Pfaffenthal, no vale do rio Alzette, na parte baixa, até o centro histórico, no alto. Esta atração é gratuita e uma das mais interessantes da capital.

O elevador foi inaugurado em 2016, funciona das 6h da manhã à 1h da madrugada todos os dias e tem 75 metros de altura.

Elevador panorâmico Pfaffenthal Lift visto de baixo em Luxemburgo

Ah, do lado de fora, ainda na passarela, e dentro do elevador, algumas partes do chão são de vidro. Lembrou aquela famosa aventura de Bangkok. Vai encarar?

Pontes e Parques

A cidade de Luxemburgo também tem pontes gigantes que são tremendos cartões-postais. A ponte Adolphe e a Luxemburgo Passarelle são exemplos disso. Vale passar por cima delas, pra se ter uma bela vista, ou admirá-las de longe, pra ver toda a estrutura.

Ponte em Luxemburgo

Inclusive, das pontes é possível observar a quantidade de áreas verdes na cidade. Visite os parques de Luxemburgo! Na área central estão dois imperdíveis: o Skatepark Péitruss e o Parc Municipal.

Onde se hospedar

Primeiro, é importante saber que o preço das hospedagens em Luxemburgo costuma ser alto. “Ah, mas então que tal optar por um hostel?”

Então, o problema é que a capital luxemburguesa só tem um! E com preço não muito “padrão hostel”. É da rede Youth Hostels e uma diária num quarto compartilhado custa a partir de € 26 por pessoa.

Se preferir mais conforto e escolher um hotel, prepare-se para desembolsar no mínimo uns € 99 a diária num quarto duplo, perto do aeroporto. Próximo ao centro (região da Place Guillaume, por exemplo), as diárias partem de € 150 para duas pessoas.

Bons bairros pra se hospedar também são Limpertsberg e Kirchberg

Onde comer e beber

Já falei antes sobre os altos preços em Luxemburgo. Como o custo de vida na cidade é caro, vale ficar ligado também na hora de escolher um bom lugar pra comer. 

Na área central, ficam muitos restaurantes e bares. O Um Dierfgen é bem tradicional e serve comida luxemburguesa, como presunto cozido com salada de batatas ou salsichões acompanhados de chucrute. Também há outros pratos, como sopas e carnes.

Se quiser um lugar ainda mais refinado para almoçar, tente o Um Plateau, que renova o cardápio a cada três meses. Eles oferecem menu completo (entrada, prato principal e sobremesa) por € 28. Se preferir, há opções a la carte (restaurante recomendado pelo Guia Michelin 2020).

Para beber, vá ao Café des Tramways – um pub descolado, pouco turístico e mais frequentado por moradores.

Quanto tempo ficar

Se ficar apenas uma noite na cidade, vai sair com gostinho de “quero mais”. Recomendo que fique, pelo menos, duas pra aproveitar com calma cada lugar de Luxemburgo.

A capital é aconchegante e tem cara de interior europeu, com muitas belezas naturais e arquiteturas impressionantes a serem admiradas. Se conseguir programar sua viagem para o mês de dezembro, quando os três mercados de Natal estão abertos no centro, vai gostar ainda mais!

Mercado de Natal em Luxemburgo
Pausa no Mercado de Natal para tomar um Glühwein (vinho quente) e espantar o frio

Entendeu por que vale a pena conhecer Luxemburgo? Não deixe esse país passar batido pela sua próxima viagem à Europa. Vai ser muito bom se sentir parte de um lugar onde tudo funciona de verdade.

Já tem seguro viagem?

Quando planejar uma viagem à Europa, não se esqueça de contratar um seguro viagem! Que tal cotar com o nosso parceiro Seguros Promo? Reservando por este link, você garante sua tranquilidade. Além disso, você também ajuda o Viajão®. \o/

O post Por que vale a pena conhecer Luxemburgo apareceu primeiro em Viajão.

]]>
https://www.viajao.com.br/bkp/por-que-vale-a-pena-conhecer-luxemburgo/feed/ 0
Roteiro de viagem: Sudeste Asiático e Europa https://www.viajao.com.br/bkp/roteiro-sudeste-asiatico-europa/ https://www.viajao.com.br/bkp/roteiro-sudeste-asiatico-europa/#comments Thu, 19 Dec 2019 12:00:39 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11624 Caso você esteja tentando juntar o quebra-cabeça da sua próxima viagem, que tal dar uma olhada no roteiro Viajão de 2019? Essa é uma rota possível no Sudeste Asiático e, dessa vez, teve uma parada na Europa também.

O post Roteiro de viagem: Sudeste Asiático e Europa apareceu primeiro em Viajão.

]]>

Caso você esteja tentando juntar o quebra-cabeça da sua próxima viagem, que tal dar uma olhada no roteiro Viajão de 2019? Essa é uma rota possível no Sudeste Asiático e, dessa vez, teve uma parada na Europa também.

Quando a gente tira 30 dias seguidos de férias, a tendência é preencher todos eles com…  viagem. E para aproveitar ao máximo a oportunidade, nem sempre os roteiros são os mais práticos para aquele país. Até porque depende muito do seu interesse pessoal. O que você quer conhecer?

Dessa vez, a gente queria visitar as Filipinas e passar alguns dias na Tailândia. E como o voo fazia conexão na Europa tanto na ida, quanto na volta, pensamos: “por que não fazer uma parada por lá também?”

Suíça

Dia 1 – Chegamos em Zurique pela manhã. Apesar de termos poucas horas na cidade, deu tempo de ir de trem conhecer o centro, onde almoçamos. E de volta ao aeroporto para embarcar para Bangkok.

Tailândia

Dia 2 – Chegamos a Bangkok pela manhã e já embarcamos para Phuket, no sul da Tailândia. Ficamos no The Lantern Resort Patong, em Patong Beach, onde há vários bares e restaurantes. Depois que apreciamos um delicioso jantar de pad thais e fried rices, fizemos a primeira (de muitas) massagem tailandesa nos pés.

Phi Phi Islands

Dia 3 – Pela manhã, pegamos a balsa que liga Phuket a Phi Phi. O hotel em que ficamos, Chaokoh Phi Phi Resort, é na rua ao longo da costa. Foi um dia para explorar a ilha e programar o passeio do dia seguinte.

Passeios de long tail boat são os mais comuns em Phi Phi.

Dia 4 – Fechamos um passeio privativo de barco para os cinco para os principais pontos ao redor de Phi Phi. A saída foi às 08h, para tentar escapar dos grandes grupos de turistas que fazem o trajeto todos os dias em barcos compartilhados. O nosso passeio no tradicional long tail boat começou por Maya Bay e seguiu por Pileh Lagoon, Bamboo Island, além de paradas em lagoas pelo caminho. Então voltamos para a ilha a tempo de almoçar e aproveitar a piscina do hotel. 

Dia 5 – No nosso segundo dia inteiro em Phi Phi, resolvemos explorar outras partes da ilha. Seguimos por uma trilha que passa por várias baías até chegar a Long Beach.
Depois, subimos até um mirante (são três na ilha, mas o mais conhecido é o Viewpoint 1) pelo caminho mais longo, que sai da trilha de Long Beach. À noite, teve massagem nos pés (necessária depois da trilha) e um excelente pad thai de 60 baht (cerca de 2 dólares em novembro/2019) para relaxar da caminhada.

Dia 6 – Saímos de balsa até Phuket e, de lá, pegamos um táxi até o aeroporto para voar para…

Malásia

Dia 6 – …Kuala Lumpur! A capital malaia fica a uma hora e meia de voo de Phuket e tem diferentes atrações para quem visita a cidade. Ficamos hospedados no Travelodge Bukit Bintang, em um dos bairros centrais. Sem dúvida, uma boa opção, já que foi possível caminhar por vários dos pontos turísticos. Considerando que chegamos no fim da tarde, fomos conhecer alguns dos muito shoppings da cidade. E aí, tivemos a impressionante primeira imagem das Petronas Twin Towers.

https://www.instagram.com/p/B42du6EJ2LB/?utm_source=ig_web_copy_link

Dia 7 – Fomos de Grab (o “Uber” do Sudeste Asiático e um dos aplicativos indispensáveis para quem viaja para essa região) até as Batu Caves.
Resolvemos voltar de trem para a região do KLCC (o que implica um trem urbano e um metrô) e compramos ingresso para visitar as Petronas Twin Towers no fim da tarde. Aproveitamos a tarde de chuva para almoçar e fazer compras até voltar para nosso passeio no alto das torres.
Mas a melhor vista foi do skybar do outro lado do parque: petiscos e drinks com as Petronas Twin Towers bem ao lado!

A estátua de mais de 42 metros representando Murugan te recepciona nas Batu Caves.

Dia 8 – Hora embarcar para um voo de três horas e meia para…

Filipinas

Dia 8 – …Manila! Chegamos às Filipinas, finalmente. Dormimos em um quarto privado de hostel em Makati e jantamos em um excelente restaurante vegetariano. Mas a ideia na capital filipina era mesmo esperar o voo do dia seguinte.

El Nido

Dia 9 – Pegamos um dos poucos voos diretos de Manila para El Nido, onde uma van do hotel nos esperava para levar até o resort. Ficamos hospedados longe de El Nido Town, o que restringiu alguns passeios pela cidade, mas nos ofereceu uma praia praticamente deserta. Já que estávamos longe de tudo, aproveitamos a piscina e jantamos no hotel mesmo.

Dia 10 – Contratamos o passeio oferecido pelo hotel para ilhas ao leste da ilha, fora da rota mais turística. Passamos por Little Maosonon Island, Iloc Island e Binulbulan Island, com almoço incluso em (mais uma) praia só para nosso grupo. Em seguida, voltamos para o hotel para curtir a piscina mais uma vez.

Dia 11 – Nesse dia, contratamos um barco privado para passar pelos principais pontos turísticos de El Nido. Big Lagoon, Small Lagoon, Hidden Beach, Secret Beach, entre outros pontos de snorkeling, ficam em ilhas ao redor de El Nido. Almoçamos no barco durante o passeio. Na volta, aproveitamos para passear e jantar em El Nido Town antes de retornar para nosso resort no norte da ilha.


A Small Lagoon, em El Nido, é deslumbrante de todos os pontos de vista.

Dia 12 – Tiramos esse dia para fazer algo que raramente fazemos em uma viagem de férias: nada. Portanto, curtimos a praia, a piscina, o bar, os livros no Kindle, as playlists e podcasts… Foi um verdadeiro dia para desacelerar.

Dia 13 – Viajar é se planejar e estar pronto para mudanças. Nossa balsa para Coron foi cancelada por causa do mar agitado. Então, depois de uma manhã de remarcações de balsas e hoteis, passamos mais uma tarde em El Nido Town. Pegamos um tuktuk (que chamam de trycicle nas Filipinas) para visitar Vanilla Beach. Repetimos a janta no Happiness Bar e fomos dormir torcendo para a Guarda Costeira liberar a balsa no dia seguinte.

Coron

Dia 14 – Finalmente tudo certo com a nossa partida para Coron! A balsa entre as cidades leva cerca de quatro horas de bastante balanço. Do pier de Coron, pegamos um tuktuk até o hotel e, depois, saímos para caminhar pela avenida principal em busca de um jantar. A cidade estava às escuras, com muitos lugares iluminados por velas ou à base de gerador.

Dia 15 – Fizemos nosso primeiro passeio de barco pelos arredores de Coron, com destino aos principais pontos turísticos. Primeiro, o guia nos levou até o mercado central para comprar os itens para o almoço, que seria preparado pela equipe do barco. Depois, continuamos o passeio de cerca de cinco horas por Twin Lagoons, Kayangan Lake, Barracuda Lake, Smith Beach e Siete Pecados. 

Dia 16 – Mais um dia de passeio privativo de barco em Coron, dessa vez, para praias mais afastadas. Dessa vez, fomos até Waling-Waling, Ditaytayan e Malcapuya Island, com almoço no barco e uma parada em Shipwreck Cove na volta. Para encerrar, curtimos a noite na piscina do hotel para nos preparar para os voos do dia seguinte.

Olha a cor dessa água! E a praia toda para nós em Waling Waling…

Boracay

Dia 17 – Fomos de avião de Coron a Boracay (com escala em Cebu e uma transferência de jetty da ilha onde fica o aeroporto para a praia de Boracay). Assim que nos alojamos no hotel, saímos em uma caminhada ao longo da costa, que é uma sequência de restaurantes e lojinhas.

Dia 18 – Boracay é uma ilha para aproveitar a praia e caminhar bastante. Nesse primeiro dia cheio na ilha, caminhamos pela Station 2, o trecho central da White Beach. E, então, descobrimos a clareza do mar e a beleza do pôr-do-sol nessa praia.

Dia 19 – Decidimos experimentar um passeio de barco para fazer snorkeling na região. Só que a maré não permitiu que fossemos até praias do outro lado da ilha. Então, voltamos para a White Beach para almoçar e curtimos uma tarde nas águas cristalinas de Boracay. Sem contar mais um pôr-do-sol deslumbrante…

Dia 20 – Tiramos o dia para curtir a White Beach mais uma vez. Almoçamos no D Mall, um complexo de lojas e restaurantes cheio de pratos típicos – ou com ingredientes típicos, como o Cheesecake de Manga do Café del Sol, que fez sucesso com nosso grupo.

Dia 21 – Maratona de: tuktuk, jetty, tuktuk, voo até Manila, ônibus do Terminal 4 para o Terminal 1, e mais um voo até…

Tailândia

Dia 21 – …Bangkok! A cidade que tanto amamos na Tailândia. Como chegamos no fim da tarde no hotel, fomos logo jantar. E, para nossa sorte, descobrimos um pad thai de barraca de rua delicioso e bem perto. Com certeza, um excelente começo de estadia na cidade.

Dia 22 – Já que chegamos a Bangkok no fim de semana, começamos o sábado no Chatuchak, um dos muitos mercados de rua de Bangkok. Dava para passar o dia, mas a cidade é cheia de atrativos, então seguimos para a Jim Thompson House, que é um museu com um restaurante bem gostoso. Logo depois, fomos ao complexo de shopping centers Siam Paragon, Siam Discovery e Siam Center, que fica ali pertinho. Para o jantar, tentamos a fila da Jai Fay, uma chef de comida de rua com uma estrela Michelin, mas a espera nos desanimou. Então fomos a pé para a Khao San Road, curtir a animação dessa rua de bares e restaurantes.  

Dia 23 – Para aproveitar os passeios que só são possíveis de fim de semana em Bangkok, fomos até um mercado flutuante. Escolhemos o Khlong Lat Mayong por ser mais perto do centro e menos turístico. Comemos de tudo – e mais um pouco! Daí, voltamos para o Iconsiam, um novo shopping center que é o segundo maior da Tailândia. E, claro, teve mais massagem nesse dia.

Como não se deslumbrar com o Wat Arum?

Dia 24 – O Wat Arum é chamado de “Templo do Amanhecer” e foi por lá que começamos nosso dia. Depois de atravessar o rio, almoçamos e fomos ao Wat Pho, o templo onde fica o famoso Buda Reclinado. Nosso jantar nesse dia foi no Tealicious Bangkok – delicioso e pertinho do nosso hotel. Valeu a ida!

Dia 25 – A triste hora de ir embora da Tailândia. É sempre uma sensação de “até a próxima!”. Mas ainda não era o fim da viagem…

Alemanha

Dia 25 – Não conta muito como uma parada da viagem, pois foi até mais rápida do que a conexão em Zurique. Mas descemos no Aeroporto de Frankfurt e fomos de trem até a estação central (Frankfurt Hauptbanhhof) para jantar e esperar nosso trem da madrugada. 

Luxemburgo

Dia 26 – Na verdade, precisamos de um trem + um ônibus + um trem, até chegarmos a Luxemburgo. A cidade é uma graça e, no fim de ano, tem diferentes mercados de Natal para aproveitar. Demos uma volta no centro, caminhamos pelo Chemin de la Corniche (uma rota para apreciar a paisagem da cidade) e fomos até o Pfaffenthal Lift (o elevador panorâmico que liga a cidade alta à parte baixa). Depois, fomos ao Weihnachtsmarkt para jantar, com um Mühl Wein (vinho quente – ou quentão, dependendo de onde você mora no Brasil) para esquentar o corpo no frio de 2ºC.

Nada como uma cidade fofa em época de Mercados de Natal…

Dia 27 – Como falei, é importante se preparar para imprevistos! Era para nosso trem para Paris sair pela manhã, mas ele foi cancelado por causa de uma greve geral. Nossa solução foi comprar uma passagem de ônibus para sair à tarde e levar o triplo do tempo. Então aproveitamos a manhã para caminhar mais um pouco por Luxemburgo.

França

Dia 27 – Chegamos a Paris à noite e enfrentamos um longo trajeto de Uber até nosso hotel, por causa das manifestações na cidade. Mas deu para aproveitar um saboroso jantar no Pink Mamma antes de voltar para o hotel.

Dia 28 – Sem metrô (ainda por causa da greve), fomos a pé para o Museu do Louvre para visitar a exposição especial do Leonardo da Vinci – e, depois, ver um pouquinho do gigante museu. Conseguimos ir de metrô até a Champs Elysée e o Arc du Triomphe. De lá, seguimos para o Marais e passamos a noite nesse bairro, caminhando e comendo (porque o que não falta em Paris é restaurantes para provar).

Dia 29 – Fomos até o Trocadéro para aquela bela vista da Torre Eiffel, por onde caminhamos em seguida. Seguimos para o entorno da Notre Dame (trajeto que dá para fazer de patinete elétrico, se você quiser!) e almoçamos na Île Saint-Louis, uma região cheia de restaurantes e barzinhos gostosos. E aí, era hora de embarcar de volta para o Brasil – e começar a pensar no roteiro da próxima viagem!

Toda a nossa viagem está salva lá nos Instagram do @blogviajao! Aproveite para dar uma olhada (e seguir a gente, caso ainda não esteja fazendo isso!).

O post Roteiro de viagem: Sudeste Asiático e Europa apareceu primeiro em Viajão.

]]>
https://www.viajao.com.br/bkp/roteiro-sudeste-asiatico-europa/feed/ 2
Três dias em Copenhague https://www.viajao.com.br/bkp/tres-dias-em-copenhague/ https://www.viajao.com.br/bkp/tres-dias-em-copenhague/#comments Mon, 25 Feb 2019 11:00:06 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11081 Encantar-se com Copenhague, na Dinamarca, é fácil. A cidade é colorida, organizada, histórica e memorável. E em três dias, dá para conhecer alguns lugares incríveis.

O post Três dias em Copenhague apareceu primeiro em Viajão.

]]>

Eu desembarquei do trem exausta, não sabia onde pegar o metrô, saí da estação no sentido errado, puxei minha mala pesada por três quarteirões antes de perceber que tinha que ir no outro sentido, quase fui atingida por um ciclista e, quando finalmente cheguei no hostel, pensei: “que cidade linda!” Encantar-me com Copenhague, na Dinamarca, foi assim fácil. A cidade é colorida, organizada, histórica e memorável. E com apenas três dias, dá para conhecer alguns lugares incríveis. Olha só!

Dia 1 – Copenhague a pé

O porto Nyhavn é um dos cenários mais clássicos de Copenhague. Então por que não começar por lá? Curta as casinhas coloridas ao longo do canal, incluindo a nº 20, onde o escritor Hans Christian Andersen (aquele dos contos de fadas…) morou.

Aproveite e embarque em um dos passeios de barco pelos canais no próprio Nyhavn, ou então vá ao porto da Ved Stranden (85 DKK, cerca de €11). O passeio dura cerca de uma hora e dá uma volta pelos principais pontos da cidade, com a vista privilegiada do meio da água. Depois, passeie pela Strøget, uma rua de compras que tem desde lojas caras até… bom, lojas caras. Mas dá para curtir bem a área, que é exclusiva para pedestres.

Ali pertinho fica a Rundetaarn, um observatório construído no século 17 com vistas lindas da cidade (25 DKK, cerca de €3). Você sobe por uma rampa até quase o topo, e completa a subida por uma escada estreita. Tem um pequeno chão de vidro, mas nada como o de Bangkok.

São duzentos metros de subida na torre. Mas ainda achei melhor que as escadas…

Depois, atravesse o Kongens Have (onde tem uma das estátuas em homenagem ao H.C. Andersen) até o Castelo Rosenborg. Além dos jardins serem lindos, é possível comprar ingresso para conhecer os salões do castelo, com pinturas e móveis clássicos. É lá que ficam as jóias da Coroa dinamarquesa (110 DKK, ou € 15). E aí, termine o dia no parque do Museu Botânico, do outro lado da rua do castelo. A entrada no parque é grátis e é possível comprar ingresso para entrar nas estufas.

Dia 2 – Realeza e história

Destaque da cidade, a estátua da Pequena Sereia é inspirada no conto escrito pelo H.C. Andersen e fica no Langlinje Pier. Dá para chegar de ônibus – e não se surpreenda se encontrar turistas lá desde cedo.

A estátua da Pequena Sereia é discreta, porém muito visitada

De lá, é uma linha reta até o Amalienborg, o palácio que ainda é usado pela realeza dinamarquesa. Visite as salas de jantar e de eventos reais e os cômodos para visitas importantes. Mas fique atento ao horário para dar tempo de ver a troca da Guarda Real, que acontece sempre por volta do meio-dia.

A “coreografia” da Guarda depende de quem da família real está no castelo. 

Depois, siga para a Prefeitura de Copenhague, na região central da cidade. É possível subir até a torre de segunda a sexta, às 11h e às 14h, e aos sábados, ao meio-dia. (30 DKK, ou € 4).

Reserve o fim de tarde para curtir o Tivoli Gardens, que é um dos parques de diversão mais antigos do mundo. Inaugurado em 1843 (com a presença de quem? Você já sabe. H.C. Andersen), é uma área linda, cheia de jardins e cafés. E vale o aviso: existe a entrada simples (120 DKK, ou €16), que você paga à parte por brinquedo, ou a entrada com atrações ilimitadas (360 DKK, cerca de € 48).

Dia 3 – Explorando a cidade

Um pouco mais afastado do centro fica o distrito de Frederiksberg. Além do jardim maravilhoso, também é possível conhecer o antigo castelo de verão da realeza e um espaço de exposições chamado “Cisterns”.

À tarde, aproveite para conhecer o castelo Christianborg, um dos mais majestosos da cidade. Tours por áreas específicas do palácio estão inclusos no ingresso e acontecem em diferentes horas do dia (160 DKK, cerca de €16). Encerre a viagem por Copenhague com mais um jantar de smørrebrod, um sanduíche aberto típico da Dinamarca.

Meio que um lanche, o smørrebrod – ou open faced sandwich – é típico em Copenhague

Infelizmente, o passeio pela fábrica da Carlsberg está suspenso e só volta em 2020. Além de explicar como é fabricada a cerveja, o VisitCarlsberg conta a história da marca e, consequentemente, da cidade. Aliás, você sabia que foi Carl Jacobsen quem doou a estátua da Pequena Sereia para Copenhague? Vou ficar de olho para avisar aqui quando o passeio for reaberto.

Dicas práticas

A cidade de Copenhague está bem ao norte na Europa, então os horários de luz do dia variam muito ao longo do ano. Por isso, o pôr-do-sol pode acontecer cinco da tarde ou dez da noite. Então preste atenção aos horários de funcionamento durante a época da sua viagem, pois eles podem mudar.

É muito fácil andar a pé pela cidade, ou usar o transporte público, que te leva para todos os cantos. E os bilhetes são os mesmos para todos os modais e você compra por zona que irá circular. Assim como em muitos lugares da Escandinávia, você nem sempre precisa mostrar o bilhete para embarcar, mas fiscais podem te parar e multar se você não tiver uma passagem válida.

O porto de Nyhavn num começo de dia de primavera

O que me ajudou muito – inclusive a explorar mais atrações da cidade – foi o Copenhagen Card. Você compra por tempo (24, 48 ou 72 horas) e ele dá passe livre para transporte público nas áreas principais, incluindo até o aeroporto. E ele também serve como entrada em várias das atrações da cidade (e em todas as que citei nesse texto, exceto os brinquedos do Tivoli).

E aí, já foi pra Dinamarca? Do que mais gostou por lá? Ficou com alguma dúvida sobre Copenhague? Deixe um comentário pra gente!

O post Três dias em Copenhague apareceu primeiro em Viajão.

]]>
https://www.viajao.com.br/bkp/tres-dias-em-copenhague/feed/ 2
5 dicas pra viajar de carro https://www.viajao.com.br/bkp/cinco-dicas-pra-viajar-de-carro/ https://www.viajao.com.br/bkp/cinco-dicas-pra-viajar-de-carro/#comments Mon, 22 Oct 2018 10:00:33 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=9580 Aí você tá planejando a viagem dos seus sonhos, quer porque quer aproveitar ao máximo os míseros maravilhosos dias de

O post 5 dicas pra viajar de carro apareceu primeiro em Viajão.

]]>

Aí você tá planejando a viagem dos seus sonhos, quer porque quer aproveitar ao máximo os míseros maravilhosos dias de férias no lugar mais massa do mundo e pensa: meeeuuu, talvez seja uma boa alugar um carro, mas preciso saber quais são as dicas pra viajar de carro e não errar! 

E vale a pena?

Vale e muito! Vem comigo que eu te detalho tudo! Mas é bom ficar atento porque a aventura pode exigir um pouco mais do seu orçamento.

Sim, porque viajar de carro num outro país pode não sair tãooooo barato. Mas é por isso que estamos aqui, certo caro viajão? Queremos fazer você economizar mess, pra sobrar dinheiro pras lembrancinhas! 😉

Então vamos às cinco dicas pra viajar de carro por aí:

1) Veja se o país de destino aceita a sua Carteira de Habilitação

Já imaginou estar todo empolgado e não poder chegar no destino e dirigir? Muuitos países aceitam a nossa simples habilitação (a nacional mesmo, nem precisa ser a internacional) como documento. E isso você verá já na hora de alugar o carro. Lugares como Estados Unidos, África do Sul, Oceania, Europa, etc., aceitam de boa a nossa mais simples CNH.

Eu nunca tive problemas com relação a isso. Maaas, já ouvi casos em que policiais rodoviários pediram a Permissão Internacional para Dirigir (PID) na França, por exemplo.

Se não quiser arriscar, tire uma. É só solicitar no Detran do seu estado. Pra quem mora em São Paulo, por exemplo, os detalhes pra emissão da PID estão aqui.

Ah, e normalmente as locadoras de veículos exigem que você já dirija há pelo menos dois anos.

2) Escolha o tamanho e tipo de carro

Você precisa de um carro pra cinco pessoas e duas bagagens grandes? Pra quatro pessoas e quatro bagagens grandes? Pra três pessoas e duas bagagens pequenas? Sim, a palavra-chave aqui é “precisa”.

Os carros são divididos por categorias pelas locadoras. Você terá milhões de opções e preços diferentes. Escolha a que mais terá a ver com você e seus parceiros de viagem. Não adianta pegar uma BMW conversível se estiver em cinco adultos e muita bagagem, viajando numa época chuvosa, né? Vale prestar atenção nisso!

Imagine, também, se já terá feito muitas compras quando chegar à hora de alugar o carro. Priorizar um porta-malas grande pode evitar que a galera viaje com malas no colo e sob os pés, né?

3) Reserve o carro com antecedência

Quando planejar sua viagem, já imagine quais dias (e quantos) serão destinados à viagem de carro. Depois, comece a cotar em sites de locadoras e faça as reservas que achar mais em conta. As locadoras mais conhecidas e bem internacionais são: Avis, Budget, Hertz.

Cruzamos o Reino Unido em cinco pessoas num Mazda

Na hora de reservar, você precisará analisar alguns itens como:

Quilometragem

É livre ou você vai ter de pagar se ultrapassar o limite já combinado na reserva? Sugiro sempre pegar quilometragem free, porque o legal de viajar de carro é poder sair um pouquinho do roteiro e conhecer aquela cidadezinha que não estava nos planos e que pareceu interessante por ser bonitinha ou por ter um nome bizarro risos.

Lugar de devolução do carro

Se você fará uma viagem de carro que vai cruzar o país, por exemplo, lembre-se que você tem que devolvê-lo na última cidade, e não na mesma que você pegou! A não ser que você faça a viagem toda de carro e retorne pro lugar de onde iniciou. Veja seu roteiro com atenção pra conciliar a viagem de carro com seus voos já marcados! Se liga nessa!

Combustível

As locadoras cobram um valor a mais na hora da entrega do carro se você optar por devolvê-lo com o tanque um pouquinho (ou todo) vazio. Elas estipulam um preço próprio de litro do combustível e te cobram mais ou menos o que acham que falta pra completar o tanque.

Minha dica: complete VOCÊ MESMO o tanque antes de entregar o carro. Mas abasteça num posto na “cidade”, comum, e não no da locadora (se existir), porque eles sempre inflacionam o preço do combustível pra te tirar uma graninha a mais pela “comodidade” de abastecer pra você.

4) Quando optar por viajar de carro?

Sempre que o trajeto escolhido para tal valha realmente a pena! Ah, vá? Mas sério, tem que valer a pena pensando no tempo que será gasto pra essa viagem por terra (analisando o todo que você ficará fora do Brasil, por exemplo) e se o percurso é bonito e com estradas de qualidade.

Não adianta você viajar de carro num lugar sem atrativos pelo caminho e com estradas perigosas. Pesquise antes. Ah, e veja se seus companheiros de aventura também topam dirigir (pelo menos um, pra revezar com você).

Já viajei de carro na África do Sul, Nova Zelândia, Reino Unido, Estados Unidos… confesso que foram as melhores partes das viagens!

5) Crie um roteiro 

A viagem toda em si merece um planejamento, certo? Com voos, hotéis, passeios… Mas pra viajar de carro, você deve fazer um roteirinho especial também. Veja os mapas dos trajetos com antecedência. Pelo Google Maps já vale.

Marque as cidades por onde quer passar, trace um caminho, perceba se a logística será viável e quantos quilômetros rodará, programe paradas estratégicas pra conhecer lugares interessantes no meio do percurso, pra dormir, reserve hotéis ou albergues nesses lugares…

Parado com carro em estrada na Nova Zelândia

Ou vá com a cara e com a coragem, como já fiz muitas vezes! Essa adrenalina de poder escolher onde parar, de surpresa, também pode ser bem interessante e tem a cara de uma aventura dessas, né?

Se nunca tinha pensado em viajar de carro, comece a cogitar isso! Vale a pena, você conhece os lugares com mais qualidade e pode se aventurar mais! Boa sorte e boa viagem. Só não deixe acabar o combustível risos

O post 5 dicas pra viajar de carro apareceu primeiro em Viajão.

]]>
https://www.viajao.com.br/bkp/cinco-dicas-pra-viajar-de-carro/feed/ 8
A Ásia é logo ali! https://www.viajao.com.br/bkp/istambul-europa-asia/ https://www.viajao.com.br/bkp/istambul-europa-asia/#respond Tue, 06 Nov 2012 09:00:27 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=8100 Não podemos negar uma coisa: Istambul tá muito na moda aqui no Brasil! Todo dia, no horário nobre, a cidade

O post A Ásia é logo ali! apareceu primeiro em Viajão.

]]>

Não podemos negar uma coisa: Istambul tá muito na moda aqui no Brasil! Todo dia, no horário nobre, a cidade aparece na TV. E vai ficar ainda mais pop até a metade do ano que vem. Por isso, agradeçam (ou não) à Glória Perez, autora da novela das nove, “Salve Jorge”. Parte da história se passa  na belíssima cidade turca.

Já mostramos “turcamente” no Viajão as pechinchas do Grand Bazaar, a visita às mesquitas sensacionais, o segundo maior shooping da Europa e uma visita indigesta ao Mc Donald’s do lado asiático da cidade.

E é bem esse esquema europeu/asiático que você poderá vivenciar se fizer uma viagem pra Istambul. É uma situação diferente/divertida. Sair da Europa e ir pra Ásia num piscar de olhos como em nenhuma outra cidade do mundo. É a única que fica em dois continentes.

Essa mistura (Ásia+Europa) dá o tom da cidade, o tempo todo. E pra fazer essa travessia e conhecer o lado asiático é simples demais (ou o contrário, vai que você chega pela Ásia risos).

Lembro que pegamos um bonde pra irmos até as docas, onde ficam os barcos que saem do lado europeu para cruzar o Estreito de Bósforo. O problema: eu estava com uma gripe infernal bem nesse dia, corpo todo dolorido, o que afetou um pouco minha lembrança exata dos fatos.

Lembro que ventava muito ali perto das docas (jura?) e que isso era um tremendo incômodo pra mim. O vento parecia carregar mini navalhas flutuantes que rasgavam vorazmente cada centímetro de minha pele, ass.: Erico Veríssimo.

Compramos o ticket para a travessia do ferry boat ali mess. Era barato, mas não me perguntem o valor :/ a gripe apagou da minha memória. Entramos no barco. São amplos e com bancos de MADEIRA espalhados pra você sentar.

A travessia demora uns 20 minutos, se não estou enganado. A água do Bósforo, azulíssima, estava um pouco REVOLTA no dia que fui. Mas nada que comprometesse o passeio mais do que a gripe chata.

Chegando no lado asiático, você já percebe diferenças, como arquitetura sutilmente diferente, mais mulheres com o rosto coberto com lenços, ruas um pouco menos movimentadas. Aí aproveite passeando, curtindo, entrando em lojas e comendo.

Gripe embeleza risos

Depois, é só fazer o caminho de volta exatamente da mesma forma que fez o de ida.

Já do lado europeu de novo, ainda flagrei um tiozão pescando no Bósforo debruçado no parapeito.

Europa e Ásia nunca estiveram tão perto! Pacotão 2 em 1, ainda quero repetir. Mas sem gripe da próxima vez. 😉

O post A Ásia é logo ali! apareceu primeiro em Viajão.

]]>
https://www.viajao.com.br/bkp/istambul-europa-asia/feed/ 0
Vamos Pular? https://www.viajao.com.br/bkp/vamos-pular-39/ https://www.viajao.com.br/bkp/vamos-pular-39/#comments Fri, 30 Mar 2012 10:00:18 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=6799 Pula, sai do chão, esse é o bonde do Viajão! risos Olha, a campanha #pulaSandy já nos custou dezenas de

O post Vamos Pular? apareceu primeiro em Viajão.

]]>

Pula, sai do chão, esse é o bonde do Viajão! risos

Olha, a campanha #pulaSandy já nos custou dezenas de sextas-feiras! Há quase um ano, a gente implora pra que nossa musa mande uma foto pulando pra souviajao@gmail.com. Até agora N-A-D-A! Mas tudo bem, a gente vai mudar a campanha e contar com a ajudinha do BONDE DO TIGRÃO!

Só que não risos. Mas vale pra gente ficar com essa musiquin na cabeça durante toda essa sexta, né? Pula, sai do chão, vamos ver quem são os pulão! E querida Sandy, não, não desistimos de você! Bora dar um jump?

Aposto que ela assiste a este filme todos os dias.

Maior bomba cinematográfica do milênio risos! Então, vamos pros saltos de hoje! Mande o seu também, só não vale ser de salto alto.

———

A Lillian Brandão, do blog Nerds Viajantes, deixou a nerdice de lado e resolveu se DESCOLAR nuns pulos bem pulados! Bateu as fotos no Badwater Basin, dentro do Death Valley National Park, na Califórnia! As fotos estão excelentes, Lillian, parabéns. Mas a nota dos pulos é 7,8. Sabe por quê? Você acha que nossos minuciosos avaliadores não viram o FIO que você está segurando nas duas fotos e que tentou esconder com o chapéu na segunda? RÁ! risos

———

A viajona Monique Ribeiro mandou uma verdadeira COLEÇÃO de pulos pela Europa, mas a Monique não mandou pulo em Munique risos.

Pulando na Capadócia, mas não de um balão…

Resolveu dar um pulinho em Atenas…

E terminou IÇADA em Roma!

Monique, média de 9,3 pelas fotos, ok? O seu FIO, que você está segurando, não conseguimos ver direito. Por isso, mandou bem. 😉

———

A “xoinvilense”, de Xoinville, em Xanta Catarina, Marília Castilho, resolveu dar sua contribuição pra Sandy pular! Aderiu forte a campanha #pulaSandy.

Não poderíamos dar outra nota para puxa-sacos risos. É DEZ (com voz de nota de escola de samba). Afinal, a Marília Castilho fez até uma montagem incentivando você a ver o famoso tutorial do pulo. Inspire-se:

———

Elisa Finato, ah, Elisa Finato. Tá virando quase uma puladora cativa desse blog. Tá até procurando TERAPIA, porque bater fotos pulando virou seu novo vício!

As fotos são na Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim, em Floripa!

Levando um tiro de canhão rumo ao penhasco risos.

Nota 8,3 porque na última foto o clique saiu um milésimo de segundo vírgula doze antes da hora.

———

Vai lá, viajão! Ainda é sexta! Twitte bastante #pulaSandy e mande sua foto pra souviajao@gmail.com! Tamo esperando… Um grande abrass por trás!

O post Vamos Pular? apareceu primeiro em Viajão.

]]>
https://www.viajao.com.br/bkp/vamos-pular-39/feed/ 4
Colaborões. https://www.viajao.com.br/bkp/colaboroes-41/ https://www.viajao.com.br/bkp/colaboroes-41/#comments Tue, 17 Jan 2012 05:34:28 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=6177 Ela é uma garota com gosto musical apurado. Creio que depois do Maurício de Sousa (aqui) e nós viajões (risos),

O post Colaborões. apareceu primeiro em Viajão.

]]>

Ela é uma garota com gosto musical apurado. Creio que depois do Maurício de Sousa (aqui) e nós viajões (risos), ela seja a pessoa mais famosa que já apareceu aqui no blog (no final do post vocês vão entender do que estou falando). E com a voz afinada ela resolveu fazer um mochilão sozinha pela Europa e sem mais delongas ela contou as peripécias aqui no Viajão. Anne Glober (fiu fiu) aqui no blog minha gente, guardem esse nome hein! Valeu Anne!

—-

Pérolas de uma viagem solitária!

Deixando todos os medos de lado (ou escondendo eles num lugar onde eu não conseguiria achar tão fácil..), lá fui eu pro meu primeiro mochilão!

Como uma boa turismóloga (sim, me formei em turismo), fiz minhas reservas e “roteiros” na última hora! Rá!

Eu estava em Munique há 1 mês e pouco e de lá parti pra Viena.

Lá percebi o quanto meu inglês estava ruim! Mas pra tudo na vida a gente dá um jeito! Vale mímica, resmungo, apontar, digitar a frase no google tradutor..

Fiz os passeios básicos com um bom mapa e a companhia de uma americana, uma coreana e uma australiana.

Mas como uma garota qualquer normal, quase chorei quando descobri uma loja da Forever 21! Hahaha..

Larguei os próximos pontos turísticos e fui às compras! De noite fui com elas assistir um concerto da orquestra da cidade, Mozart e tal.. Duas horas de música clássica! Foi lindoZZZzzzzzZZZzzz….

Depois fui pra Praga! Pensem numa pessoa perdida.. Entender como funciona o esquema de comprar o ticket do metrô, trocar o dinheiro pela moeda deles..

E mais difícil ainda é entender o que eles falam! Acho que até o inglês deles é em tcheco! RÁ RÁ RÁ!

Lá acabei conhecendo 4 brasileiros no hostel e me escalei pra fazer os passeios com eles! Fomos então ao famoso “Castelo de Praga”, que de castelo eu não achei um resquício sequer.

Três deles tinham carteirinha de estudante e eu e o outro menino também queríamos pagar meia entrada! Então, como bons brasileiros, nós tivemos a ideia de “inventar” novas carteirinhas.

Ele mostrou o cartão da Unimed, falando que estudava medicina, e eu, que usei meu CPF, tive que passar alguns minutos tentando convencer a “tia” que eu estudava no Ministério da Fazenda.

Até que consegui a façanha de fazer ela entender que a minha não tinha “uni” no nome porque era uma universidade privada! Hahahaha..

Depois de Praga fui pra Berlim, que foi o meu momento “deprê”, porque fiz os passeios sozinha. (E porque tive que pagar 40 euros pra despachar uma MOCHILINHA pra Amsterdã, visto que eles julgaram a minha bolsa um pouco grande. Eles não entendem que uma mulher precisa carregar a vida nelas.)

Em Amsterdã eu tive a sorte de ficar num quarto com duas brasileiras (queridíssimas!) que conseguiram me arrastar pro famoso “pub crawl”! Acho que foi a cidade que eu mais aproveitei e a que não teve grandes peripécias pra contar (pelo menos não que dê pra contar! hahaha).

De lá fui pra Paris, o momento mais esperado da viagem! Comecei bem ficando num hostel pulguento, onde peguei uma alergia no rosto e fiquei toda empipocada.

Paris foi o lugar onde eu mais vi brasileiros! Na verdade SÓ vi brasileiros!

Mas o francês que conheci fez a cidade ganhar o troféu de pérolas!

Como eu viajei sozinha, peguei aqueles ônibus de turismo pra poder conhecer os lugares principais, porque eu também já tava meio de saco cheio de ficar andando, andando, andando e andando atrás dos pontos turísticos.

E foi nesse ônibus que eu conheci o francês. No caso, o motorista. Ele viu que eu tava sozinha e foi “ixxxxpéééérrrto”. Haha. Me chamou pra tomar um café na segunda parada, porque ele terminaria ali o turno dele. E adivinhem só? Eu fui! Haaaahahahahaha

Foi engraçadíssimo! Tomei um café com ele, conversei um pouco, ele tirou umas fotos minhas com a torre de fundo (que fazem parte das 10 fotos que comprovam que eu fiz essa viagem, porque as outras eu tive que tirar só dos lugares.) e depois, quando percebi que precisava escapar dali, falei que tinha que correr ainda pra conhecer os outros lugares. Me despedi, peguei o próximo ônibus, não fui cantada pelo outro motorista e me mandei atrás dos lugares clichês famosos da minha lista que ainda faltava conhecer.

Claro que eu fiz a “pelegagem” de tomar até champanhe debaixo da torre.

E assim terminei a viagem fazendo com que fosse a melhor e mais inesquecível da minha vida. =]< /div>

(Não que eu tenha feito muitas outras!)

Beijos, abraços e tapinhas nas costas.

Anne

Sensacional! Viajar sozinho sempre é uma loucura. E que comecem os convites pra tomar um café pra Anne em 3, 2, 1…!  E como eu disse que ela era famosa, aí vai a explicação! É blues no Viajão!

Se quiser contar sua história pra gente, mande no souviajao@gmail.com que vamos avaliar o GRAU da maluquice. Abrass.

O post Colaborões. apareceu primeiro em Viajão.

]]>
https://www.viajao.com.br/bkp/colaboroes-41/feed/ 2
Cebolas humanas https://www.viajao.com.br/bkp/cebolas-humanas/ https://www.viajao.com.br/bkp/cebolas-humanas/#comments Wed, 11 Jan 2012 10:00:51 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=5996 Ahhhh, Ryanair. Sempre que falamos de você aqui no Viajão, é sucesso de audiência. Um dos posts foi da Amanda,

O post Cebolas humanas apareceu primeiro em Viajão.

]]>

Ahhhh, Ryanair. Sempre que falamos de você aqui no Viajão, é sucesso de audiência. Um dos posts foi da Amanda, esse daqui, sobre 10 motivos pra não voar nessa companhia tão amada/odiada pelos viajantes desse mundão!

Dá uma olhada em alguns comentários que os viajões fizeram aqui no blog a respeito do resgate do soldado Ryan da Ryanair:

“Tive que jogar coisas fora no aeroporto pq não havia mais tempo para pagar 40, euros para colocar a mala no porão e a balança maldita não chegava nos 10k máximos para embarcar minha mala!” – Luís

“Nunca mais. E tenho dito!!! Minha experiência foi traumática!” – Giselle

“Cheguei em Frankfurt e a primeira coisa que fiz foi chorar, chorar e chorar e ligar pro Brasil querendo vir embora. Nunca me senti tão humilhado…NÃO VOO DE RYANAIR NEM POR 5 EUROS!” – Victor

Ufa, depois desses desabafos frenéticos, vamos ao post!

Dessa vez, quero contar a minha (única) experiência voando de Ryanair. Eu e mais três amigos optamos pela companhia falcatrua pra podermos ter vivido isso pelo menos uma vez na vida! Compramos um voo barato (acho que custou 15 libras), de Londres a Dublin.

Só que atenção! O problema começou na bagagem, como acontece com todos. Tínhamos mochilas e bagagens pequenas, mas que não podíamos levar em cima por causa do peso. Resultado? Chegou o terror da noite: d-e-s-p-a-c-h-a-r.

Confesso que a moça do check in foi mega gente boa. Sem ela, minha vida não seria a mesma teríamos nos ferrado muito! Lembro que eu não queria despachar, porque teria que pagar 50 libras pra isso. Então, vi se minha mala tava dentro do peso autorizado pra levar a bordo – 10 quilos. Não, não estava. Tinha o dobro de peso risos.

Aí, a funcionária simpática me sugeriu: “tire sua roupa fique pelado de dentro da mala e vista o máximo que conseguir pra diminuir o peso”.

Sim, foi o que comecei a fazer. Coloquei TRÊS CALÇAS risos. Vesti QUATRO CASACOS. Amarrei outro na cintura. Tudo ali, ao lado dos guichês de check in! Fiasco? Quase nada! Suando de calor, em pleno outono, pesei a mala de novo. BINGO! Foi possível levar comigo, em mãos!

Eu andava pelo aeroporto e os outros me olhavam com JULGAMENTOS. Eram tantas calças, que eu parecia um robô andando (sim, todos achavam que eu estava cagado). Não deu outra, meus amigos também resolveram fazer isso.

Parecíamos cebolas humanas! Várias camadas de roupa, engordamos uns 18 quilos cada. Mas tudo pra economizar uns bons trocados! Valeu a pena e foi engraçado. O voo em si? Básico. Poltrona não reclina (não morri por isso) e lanches são cobrados (não morri também).

Resumindo: voe de Ryanair uma vez na vida só pra ver qualé! Os voos são baratos, lembre-se disso. Vale a pena pra quem vai com uma malinha de mão, com as coisas básicas. Não vale pra quem tá viajando pela Europa e precisa levar a CASA NAS COSTAS! Assim, sairá caro.

Só lamento uma coisa: não ter batido mais fotos ou feito vídeos desse momento meio “cebola”. Sim, realmente foi de chorar!

O post Cebolas humanas apareceu primeiro em Viajão.

]]>
https://www.viajao.com.br/bkp/cebolas-humanas/feed/ 4
Bicicletas de Belleville https://www.viajao.com.br/bkp/bicicletas-de-belleville/ https://www.viajao.com.br/bkp/bicicletas-de-belleville/#comments Thu, 27 Oct 2011 10:00:11 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=5135 Nos últimos dias temos acompanhado um certa polêmica e uma certa #Denúncia sobre as ciclofaixa, faixa criada em alguns poucos

O post Bicicletas de Belleville apareceu primeiro em Viajão.

]]>

Nos últimos dias temos acompanhado um certa polêmica e uma certa #Denúncia sobre as ciclofaixa, faixa criada em alguns poucos km de Curitiba para uso dos ciclistas. Polêmica por que hoje essa faixa só vai funcionar em UM domingo do mês, e segundo muitos ciclistas, foi criada do lado errado ainda por cima!!!

Discussões políticas a parte, eu acho que de algum lugar se tem que começar, e criar cultura é uma coisa que leva tempo mesmo, mas o objetivo desse post é viajar nessa cultura de Bikes pelo mundo… Há quem torça o nariz para estas iniciativas por aqui no Brasil, quem ache utopia, quem pegue o carro pra ir na ESQUINA, mas quando chega na Europa acha tudo o máximo!!!

Dentro da minha humilde vivência por alguns países, acho incrível de ver como, nos lugares em que estive na Europa, por exemplo, as bicicletas já fazem parte das paisagens. Vai ver porque eles tiveram séééculos a mais pra aprender…

Elas são perfeitas para a ruelinhas estreitas, onde carros mal passam. A preferência é a de cestinha, onde você coloca a bolsa e ninguém, nem mulheres com suas saias, nem homens com seus ternos, deixam de estar bem arrumados em suas magrelas.

Tem gente que inova um pouquinho mais e “customiza” seu veículo de estimação! Tem até aqueles que a adaptam para levar os filhotes:

Falando em filhotes… Parece que o bom hábito é coisa que passa de mãe pra filho! Na Espanha minha vizinha levava as crianças pro colégio numa bici com duas cadeirinhas! No dia em que vi isso pensei: “eu tenho que aprender a andar de bicicleta, pelos meus filhos!!!”

E foi assim que, aos 19 anos, tomei vergonha na cara e me aventurei, SEM RODINHAS!!!

Engajada com o que para alguns não passa de “eco-chatismo” , seja pra economizar ou pra não ir todo dia a pé sozinha pra faculdade, ou porque estava encantada e contagiada pela cultura… eu ia, desengonsada, mas ia!

A cidade era equipada para isso, claro, além de ciclovias por tudo, bicicletários e até árvores (por que não?), a ação mais inteligente era mesmo a das bicicletas publicas.

Em cada cidade o serviço tem um nome – em Sevilla: Sebici; em Paris: Vélib; em Barcelona também tem… mas é basicamente a mesma coisa.

O cidadão paga uma anuidade e recebe um cartão, como desses que usamos pro ônibus, e tem bicicletas livres onde e quando quiser! Passa o cartão, retira a bike e entrega no ponto em que parar – ou no primeiro dentro de um limite de 30 minutos – assim evita que algum lugar fique desequipado e outro sobrecarregado.

E aí? Será que a moda pega? Será que funcionaria?? Será que o brasileiro ia aceitar que a bicicleta tá ali, livre pra usar, não precisa levar pra casa, esconder ou “garantir a sua”???

Por enquanto vamos nos contentando com uma faixa só nos domingos… e quem puder, por favor, mostre que ela é útil e usada… Já eu, vou confessar que por aqui nem bicicleta tenho, e se tivesse não conseguiria ir de casa para o centro!

O post Bicicletas de Belleville apareceu primeiro em Viajão.

]]>
https://www.viajao.com.br/bkp/bicicletas-de-belleville/feed/ 3
Vamos Pular? https://www.viajao.com.br/bkp/vamos-pular-19/ https://www.viajao.com.br/bkp/vamos-pular-19/#comments Fri, 26 Aug 2011 10:00:23 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=4112 Já vi que você olhou no relógio agora há pouco. Que você tá cronometrando o tempo pra chegar logo o

O post Vamos Pular? apareceu primeiro em Viajão.

]]>
Já vi que você olhou no relógio agora há pouco. Que você tá cronometrando o tempo pra chegar logo o fim do expediente. Já vi tudo, viajão. Tudo porque hoje é SEXTA-FEIRAAAAAAA!

Sair correndo, beber com amigos, badalar a noite toda, beijar por beijar com paixão! Chega da mesma programação de sempre nos fins de semana! SURPREENDA-SE! (propaganda de refrigerante)

Pra isso, ARREGACE no seu twitter com a tag #pulaSandy. Queremos que a nossa musa da Brasileirinhas música brasileira mande uma foto pulando pra cá!

Ajude-nos nessa campanha! E mande a sua também pra estimular a filha do Chitãozinho & Xororó risos. Só anexar e enviar pro souviajao@gmail.com, tamo esperânu.

———

Começamos hoje com as bochechas rosadas. To cum saco de pão na cabeça, repetindo uma foto que colocamos na semana passada. Erramos o nome da PULONA! Na verdade, quem pula dançando frevo é a RITA. Foi lá em Olinda – PE. Foi mal, Rita! Tá corrigido!

———

Nessas fotos, minha irmã e eu aproveitamos o ENSEJO e pulamos na Nova Zelândia, em frente ao Lago Tekapo, na ilha sul. Dificuldade 9,8 pela minha cara de medo, porque o risco de cair na água era gigante. Pena que é mentira.

———

A Gabi Svillen nos mandou essa foto que saiu só após OITO tentativas. Mas saiu, viu? Ela sofreu bateu nos EUA, em Chicago. As pulonas serelepes, da esquerda pra direira, são Rita, a própria Gabi, Marcella, Suellen e Priscilla! Muito llegall, meninas! (quantos l’s)

———

Já o Bruno Socher, vulgo Frango, esteve em Madri com uma galerinha parceiraça, na Jornada Mundial da Juventude! E, por lá, lembraram do Viajones! Aposto que pintaram o céu com SUVINIL. Agora tamo esperando as outras fotos, viu MOÇADA risos

———

Agora pare tudo o que está fazendo! Tire a mão do mouse! Inauguramos uma NOVA MODALIDADE DE PULO! O Marcelo Silva humilhou, esculachou, destruiu todos nós. Ele pulou em CENTO E OITENTA GRAUS na Europa e tudo virou um videozinho. Veja o efeito! Dificuldade 10,76

———

Então, viajão! Agora só falta você, ié, ié… e a #pulaSandy, lógico. Não desanime, mande sua foto pulando em qualquer lugar, agora mesmo, pro souviajao@gmail.com. Apareça aqui no blog, faça a Devassa dar o exemplo!

Um fim de semana SALTITANTE (ui!) procê! 😉

[polldaddy poll=5453136]

O post Vamos Pular? apareceu primeiro em Viajão.

]]>
https://www.viajao.com.br/bkp/vamos-pular-19/feed/ 2