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Nessa edição do Colaborões, vamos acompanhar uma visita pela Holanda! De Amsterdã a cidades do interior, bora se encantar com esse país!
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]]>Olá Galera, faz tempo que não apareço por aqui né? Precisando viajar mess… Mas enquanto esse dia não vem, felizmente temos brothers que nunca nos deixam na mão! Palmas pra Aline, clap, clap, clap!
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Olá, Viajões
Meu nome é Aline, faz tempo que estou me ensaiando para escrever pra vocês e também ser um colaborão. Há uns dois anos a Amanda me contou sobre o blog, desde então prometi para mim mesma que um dia escreveria, e cá estou, antes tarde do que nunca né?!
Em 2011 fiz um mini mochilão pelo Reino Unido e de quebra dei um pulinho na Europa, e de todos os lugares que passei o País que mais me encantou foi a Holanda, então vou tentar falar rapidamente de tudo que vi por lá. Espero que gostem 
Quando decidi visitar Amsterdam estava em Londres, e as passagens de trem estavam muito caras. Como não queria deixar a bagagem para trás avião não era uma opção, uma vez que voos low cost só permitem bagagem de mão; então decidi ir de ônibus, mesmo sendo uma viagem bem mais lenta. Por fim essa escolha fez uma grande diferença na viagem, pois pelo caminho passei por diversas paisagens que me deixaram mais curiosa sobre a Holanda como um todo, então quando cheguei em Amsterdam já estava com uma ideia fixa de procurar a melhor forma de conhecer também o interior do país.
Mas vamos começar por Amsterdam. A cidade é incrível, cheguei durante a primavera e tudo estava colorido, com tulipas em todos os cantos. O povo é muito educado e estão super acostumados com turistas perdidos, são muito prestativos em ajudar e tirar dúvidas, além de muito simpáticos, não só dão a informação que você precisa, mas também perguntam o que você está achando do país, de onde você veio e etc.
Entre os lugares que merecem atenção, eu diria para não deixar de fora a Casa da Anne Frank, a sensação de visitar o esconderijo depois de ter lido seu diário é indescritível, creio que seja impossível sair de lá sem lágrimas nos olhos.
O Museu do Van Gogh é imperdível para fãs de arte, designers e publicitários. Tem um andar só com publicidade da época, cartazes e panfletos criados por diversos artistas, além de 200 obras do próprio Van Gogh. O Rijicks Museum é essencial para quem quer conhecer um pouco mais da história da Holanda. O passeio de barco pelos canais da cidade também é imperdível.
Mas Amsterdam não era suficiente, então comprei um pacote turístico para conhecer o interior, normalmente prefiro desvendar os lugares sozinha, mas como tinha pouco tempo achei que um desses pacotes poderia ser uma boa opção.
Começamos o passeio pelo norte, visitando De Haal, um vilarejo de produção de leite de cabra e queijos, um lugar cheio de moinhos de vento, tranquilo e muito bonito.
No almoço fomos a um povoado de pescadores, onde comi o melhor fish and fries da minha vida, e na sequência visitamos uma fabriqueta daqueles calçados de madeira típicos da Holanda.
Passamos ainda por Delft, uma cidade universitária, e também famosa pela produção de cerâmicas pintadas de azul; por Roterdã e o Palácio da Paz, que é patrimônio mundial. E no fim da tarde visitamos Madurodam, a Holanda em miniatura.
A Holanda vai muito além de Red Light District e Coffe Shops, tem um povo muito cativante, inteligente e livre de preconceitos, além de ser um ambiente que inspira arte e criatividade, vale a pena a visita. Por fim reforço que o país é bastante rural, tem paisagens incríveis, portanto chegar lá de ônibus ou trem pode tornar a viagem bem mais interessante.
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Valeu Aline! Até o próximo colaborão!

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Ahhhh, Ryanair. Sempre que falamos de você aqui no Viajão, é sucesso de audiência. Um dos posts foi da Amanda,
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]]>Ahhhh, Ryanair. Sempre que falamos de você aqui no Viajão, é sucesso de audiência. Um dos posts foi da Amanda, esse daqui, sobre 10 motivos pra não voar nessa companhia tão amada/odiada pelos viajantes desse mundão!
Dá uma olhada em alguns comentários que os viajões fizeram aqui no blog a respeito do resgate do soldado Ryan da Ryanair:
“Tive que jogar coisas fora no aeroporto pq não havia mais tempo para pagar 40, euros para colocar a mala no porão e a balança maldita não chegava nos 10k máximos para embarcar minha mala!” – Luís
“Nunca mais. E tenho dito!!! Minha experiência foi traumática!” – Giselle
“Cheguei em Frankfurt e a primeira coisa que fiz foi chorar, chorar e chorar e ligar pro Brasil querendo vir embora. Nunca me senti tão humilhado…NÃO VOO DE RYANAIR NEM POR 5 EUROS!” – Victor
Ufa, depois desses desabafos frenéticos, vamos ao post!
Dessa vez, quero contar a minha (única) experiência voando de Ryanair. Eu e mais três amigos optamos pela companhia falcatrua pra podermos ter vivido isso pelo menos uma vez na vida! Compramos um voo barato (acho que custou 15 libras), de Londres a Dublin.
Só que atenção! O problema começou na bagagem, como acontece com todos. Tínhamos mochilas e bagagens pequenas, mas que não podíamos levar em cima por causa do peso. Resultado? Chegou o terror da noite: d-e-s-p-a-c-h-a-r.
Confesso que a moça do check in foi mega gente boa. Sem ela, minha vida não seria a mesma teríamos nos ferrado muito! Lembro que eu não queria despachar, porque teria que pagar 50 libras pra isso. Então, vi se minha mala tava dentro do peso autorizado pra levar a bordo – 10 quilos. Não, não estava. Tinha o dobro de peso risos.
Aí, a funcionária simpática me sugeriu: “tire sua roupa fique pelado de dentro da mala e vista o máximo que conseguir pra diminuir o peso”.
Sim, foi o que comecei a fazer. Coloquei TRÊS CALÇAS risos. Vesti QUATRO CASACOS. Amarrei outro na cintura. Tudo ali, ao lado dos guichês de check in! Fiasco? Quase nada! Suando de calor, em pleno outono, pesei a mala de novo. BINGO! Foi possível levar comigo, em mãos!
Eu andava pelo aeroporto e os outros me olhavam com JULGAMENTOS. Eram tantas calças, que eu parecia um robô andando (sim, todos achavam que eu estava cagado). Não deu outra, meus amigos também resolveram fazer isso.
Parecíamos cebolas humanas! Várias camadas de roupa, engordamos uns 18 quilos cada. Mas tudo pra economizar uns bons trocados! Valeu a pena e foi engraçado. O voo em si? Básico. Poltrona não reclina (não morri por isso) e lanches são cobrados (não morri também).
Resumindo: voe de Ryanair uma vez na vida só pra ver qualé! Os voos são baratos, lembre-se disso. Vale a pena pra quem vai com uma malinha de mão, com as coisas básicas. Não vale pra quem tá viajando pela Europa e precisa levar a CASA NAS COSTAS! Assim, sairá caro.
Só lamento uma coisa: não ter batido mais fotos ou feito vídeos desse momento meio “cebola”. Sim, realmente foi de chorar!
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