acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
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Já imaginou circular por Paris de patinete elétrico? Desbloqueá-los é simples e dez empresas oferecem o serviço.
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]]>Em várias grandes cidades do mundo, os patinetes elétricos já são mania. Basta baixar o aplicativo da empresa no celular, fazer um cadastro, inserir o número do seu cartão de crédito e um novo mundo se abre pra desbravar as redondezas. E na Cidade Luz eles já tomaram as ruas. Fazer um passeio de patinete por Paris é descobrir a capital francesa de uma outra forma.
Em primeiro lugar, saiba que concorrência é o que não falta. Dez empresas já oferecem os patinetes elétricos pelas calçadas de Paris: Lime, Flash, Bird, Wind, Bolt, Dott, Tier, Hive, Voi e uma nova, que pertence a Uber, Jump.

Cada uma delas tem um app diferente pra liberação do patinete e todas funcionam mais ou menos da mesma forma. A mais comum por lá é a Lime, que são os verdinhos.
Pertinho da Torre Eiffel, após um passeio de uma manhã toda a pé pela região, vimos vários patinetes da Lime parados. E já tínhamos observado muita gente circulando com eles pelas ruas de Paris. Resolvemos testar.
Uma amiga que mora em Londres e que estava conosco já tinha o app da Lime baixado no celular, o que facilitou nossa vida (aliás, esses apps de mobilidade estão se tornando essenciais no celular quando se viaja, hein?).
O aplicativo mostra, no mapa, todos os patinetes que estão parados por perto. Pegamos quatro e começamos a liberá-los.

Basta aproximar a câmera do celular do QR code que cada patinete tem e pronto, ele estará pronto pro rolê!
Nosso objetivo era ir da Torre Eiffel até a Catedral de Notre-Dame, o que dá 4,6km de distância.
Primeiro, ao desbloquear nossos patinetes, resolvemos testá-los ali na rua mesmo por um tempinho, andando pra lá e pra cá. Basta dar um impulso com o pé, subir nele e apertar o botão pra acelerar. O movimento é suave e a resposta do guidão é bem precisa. Ah! E se equilibrar não tem mistério, é fácil.

Logo depois, resolvemos encarar o passeio – praticamente uma linha reta às margens do Rio Sena. O bom é que praticamente todo o percurso tem ciclovia delimitada, e é nela que você deve andar com seu patinete elétrico por Paris.
Basta seguir as regras de sinalização feitas para as bicicletas, como respeitar os semáforos e as mãos da via, que a viagem se torna segura.
Pelo caminho, além do vento no rosto, também dá pra curtir uma vista privilegiada da Torre Eiffel, passar ao lado da famosa Ponte Alexandre III e observar a fachada do imponente Museu das Armas (Museé de l’Armeé), onde está o mega túmulo de Napoleão Bonaparte.

Demoramos uns 20 minutos no trajeto até a Catedral.
Cada empresa tem sua política de cobrança para que você faça um passeio de patinete por Paris. Mas a maioria cobra um valor fixo pra desbloquear o patinete e mais outro preço por minuto.
A Lime cobra €1 pra liberação e mais €0,15 por minuto de uso.
Nós ficamos pouco mais de meia hora com os nossos e gastamos uns €8 cada pela diversão. Valeu bastante a pena!

Só pra comparar, Marina e Rachel resolveram fazer o mesmo trajeto de Uber. Gastaram €17 (€8,50 por pessoa) e chegaram uns cinco minutos depois da gente!
No fim de tudo, percebemos que fazer um passeio de patinete por Paris dá mais mobilidade, claro, e faz você se sentir inserido na cidade de uma forma diferente. É uma experiência incrível e que vale a aventura!
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Viagem lembra o que, minha gente? Clima de azaração e confusão Muita curtição e hospedagem bacana, não é mess? Tudo
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]]>Viagem lembra o que, minha gente? Clima de azaração e confusão Muita curtição e hospedagem bacana, não é mess?
Tudo bem, a gente bem preza por viagens baratas muitas vezes, dormindo em hostels e tal, mas não custa sonhar de vez em sempre quando, néam? Que tal babarmos com 21 hotéis sensacionais espalhados pelo mundo que você precisa conhecer antes de morrer?
E se hospedar, obviamente. Não faça como eu, naquele hotel seis estrelas da África do Sul… Vamos juntar moedinhas e tirar o escorpião do bolso risos
A lista é livremente inspirada e traduzida daqui. E as fotos copiadas do site!
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1. Äscher Cliff, na Suíça
De chorar se imaginar abrindo a janela de cara pra um dos penhascos mais bonitos que você verá na vida. Talvez seja melhor deixar esse por último, vai que você se desequilibra e não dá tempo de se hospedar nos outros 20 risadas
2. Hotel Kakslauttanen, na Finlândia
To fazendo as reservas AGORA! Quem nunca quis ter um iglu exclusivo e, ainda por cima, chique pra barai? :'(
3. Ladera Resort, na Santa Lúcia – Caribe
To na dúvida: caio nessa piscina ou pulo dali mesmo no mar? Ai ai…
4. The Manta Resort, em Zanzibar, na costa da Tanzânia
É uma ofensa! Uma ofensa a quem gosta tanto de água!
5. Rayavadee Krabi, na Tailândia
Achei rústico demais, me sentiria na Lagoa Azul risos
6. Shangri La, em Paris
Nada mal?
7. Hotel Ristorante Grotta Palazzese Polignano a Mare, na Itália
Achei parecido com o “roots” da Tailândia, mas não nego se você quiser me dar uma diária de presente.
8. Conrad Maldives, na Ilha Rangali, nas Maldivas
Ainda preciso dormir num aquário desses, sério.
9. Panchoran Retreat, em Bali, na Indonésia
Tarzan checked in risadas
10. Hotel Ubud Hanging Gardens, na Indonésia
Sério que dorme ali mess e se “cair da cama”, se afoga?
11. Attrap Reves Hotel, na França
Lembra daquelas lembrancinhas (globos) que você chacoalha e simula neve dentro?
12. Katikies Hotel-Oia, na Grécia
Bem branquin.
13. Hotel Le Sirenuse, na Costa Amalfitana, na Itália
Uma cervejinha nesse visu cai bem, néam?
14. Ice Hotel em Jukkasjärvi, na Suécia
Há boatos que nos quartos as TVs só exibem a trilogia “Entrando numa fria” risos
15. The Cambrian Hotel, em Adelboden, na Suíça
Na cara dos alpes!
16. Dedon Island Resort, nas Filipinas
Alguém mais ia viver nesse balanço?
17. Home Stead Resort, em Utah, nos EUA
Que calmaria sensa nessa cratera!
18. Villa Escudero, nas Filipinas
Vamos dar uMOLHADA no que tem pro almoço? cacacacaca
19. Hotel-Restaurante Öschinensee, na Suíça
E você vai lembrar de comer com uma paisagem dessas?
20. Astarte Suits Hotel, na Grécia
Água, água, água. Só querem que a gente durma na água.
21. Montana Magica Lodge, no Chile
Se quiser saber como é dormir numa árvore de Natal, boa sorte!
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Chegou o último dia do ano e bate aquela vontade de refletir sobre tudo o que vivemos nesses últimos 364
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]]>Chegou o último dia do ano e bate aquela vontade de refletir sobre tudo o que vivemos nesses últimos 364 dias. To make romântico reflexivo hoje, néam? Mas vale, afinal 2014 vem batendo na porta, a corrida de São Silvestre vai agitar a galera e resolvi relembrar os ânus anos novos que já passei por esse mundão de meu Deus.
Desde 2007, pude curtir o réveillon em alguns lugares do mundo. Eu sempre tentava imaginar se seriam tão bons e animados quanto a festa brasileira. Resolvi fazer esse teste começando por Paris, há seis anos.
31/12/2007 – Paris, França
Nada de mais! Confesso que foi frustrante. Perto de 21h, saímos do hotel em direção à Torre Eiffel (tinha como “sonho” passar uma virada ali embaixo, esticadão no gramadão, olhando a torre e admirando os milhares de fogos que coloririam ela). Bom, era só no sonho mess risos.
Povo começou a se reunir e sentar no gramado. A cada hora cheia, aquelas luzes brancas que marcam o novo horário piscavam loucamente. Eu imaginava que tudo isso seria o prenúncio de uma féishta colorida e animada. Puro engano.
Se eu não tivesse ligado no relógio, nem teria percebido que deu meia-noite! O povo se abraçou, estourou champanhe e FOI EMBORA DALI! Escutei dois TRAQUES (bombinhas minúsculas) e não vi fogos de artifício!
Só não nos escondemos num canto, nos encolhemos em posição fetal e choramos deliberadamente porque não encontramos um canto, não lembrávamos como é uma posição fetal e não sabemos o que significa deliberadamente risos. Passar o réveillon em Paris foi sem graça. Valeu apenas pelo visu e por ser onde foi!
31/12/2008 – Christchurch, Nova Zelândia
Esse foi legal demais! Não pelo colorido dos fogos, até porque escutei pouquíssimos e mal vi. Mas foi bom porque passamos com um casal de amigos que estava morando na Nova Zelândia. Ficamos na casa deles mess, no Mt. Pleasant, um lugar paradisíaco, com vista pro oceano, no alto de um morro de Christchurch.
A Nova Zelândia é o país mais absurdamente belo que já visitei. Todas as paisagens são um abuso. Por isso, o réveillon foi em grande estilo.
Bebemos e comemos em casa, brindamos na sala e não fomos à praia na hora da virada. Mesmo assim, foi animado. Acho que aquele clichê de que “a festa somos nós quem fazemos” passou a ter bastante sentido pra mim nessa virada de ano do outro lado do mundo.
Sem contar que viramos o ano na Nova Zelândia 15h antes da galera no Brasil. Aqui ainda era 9h da manhã! Impressionante!
P.S.: em 2011, Christchurch foi praticamente destruída por um terremoto. Nossos amigos estavam lá na época, se salvaram sem um arranhão, estão bem, de volta ao Brasil, mas ficou a dor de saber que um lugar tão belo e de um povo tão gentil, virou ruína. Parece que a cidade já conseguiu se reerguer, ainda bem!
31/12/2009 – Cidade do Cabo, África do Sul
íamos passar a virada no Waterfront, famoso deck e local de bares e lojas de Cape Town. Mas pela muvuca prevista, inclusive pra voltar ao nosso hotel, que ficava na região da rota de vinhos (já falei dela aqui), resolvemos passar no hotel mesmo, que estava com uma programação especial.
Foi uma virada mais “intimista”. Jantamos no hotel, passamos a virada brindando na varanda do quarto, com vista pra uma paisagem linda, demos uma passada numa festa (de velhos) que tava rolando dentro do salão de festas e depois admiramos a lua mais cheiaça que já vimos na vida.
Fogos na Cidade do Cabo? Alguns poucos, que o próprio hotel soltou. No Waterfront deveria estar fervendo. Quem foi, me conta.
31/12/2010 – Atenas, Grécia
Fomos pra Praça Sintagma perto da meia-noite. É ali que o fervo acontece. É pra lá que vão todas as pessoas de Atenas na hora da virada. E foi sensacional!
Uma queima de fogos que durou uns dez minutos. A multidão brindando loucamente. Foi o mais parecido com o réveillon brasileiro que já passei fora. Bem animado.
A diferença? Quando deu 00h10min, praticamente todo mundo já deixava a praça e voltava pra casa/hotel. Conseguir um táxi foi um desafio e tanto pra começar o ano.
Um segredo: lá, durante a virada, fiz um pedido e ele se realizou em 2011 mess. Fica a dica: O réveillon de Atenas realiza pedidos, viu?
As viradas de 2011 e 2012 passei em São Paulo e em Balneário Camboriú (SC), respectivamente. Na primeira, choveu pra cacete e não vi fogos. Na segunda, aquele espetáculo digno de Copacabana.
Depois de tanto ver os novos anos chegando em outras terras, posso dizer que se você quiser ver fogos, muitos fogos, fique no Brasil. Mas, se for pra viver experiências bem diferentes, viaje sempre! Pode apostar que os anos novos chegarão com muitas histórias novas também.
Que venha 2014. Muitas viagens pra nós, viajões! E saúde, sucesso, dinheiro, amor e paz! Aproveite a virada, onde quer que seja. E feliz ano novo! 
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Sexta-feira 13… E quase Natal, falta pouco! Aposto que você já pegou no peru do seu chefe da firma, já
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]]>Sexta-feira 13… E quase Natal, falta pouco! Aposto que você já pegou no peru do seu chefe da firma, já planejou onde estará nas festas de fim de ano e já imaginou como curar a ressaca de um reveillon como se não houvesse amanhã (ou 2014 risos).
Já que você já fez tantas coisas e já leu tantos “jás” como nunca antes na vida, eis uma pergunta que já faço: já mandou sua foto pulando pra esse humilde blog, seu viajão? Bate pulando aí no trabalho mesmo, ou no sofá de casa, ou a cerca e manda pro souviajao@gmail.com
Queremos que você nos ajude a fazer a Sandy pular. Não, não desistimos ainda. #pulaSandy, bem alto pra gente, purfaaaaa!
Que tal começarmos os trabalhos dessa sexta antes de sairmos pro répi áuor? Vamos detonar avaliar as fotos que a galera tá mandando pra gente.
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A Nathalia Nathy (nome artístico?) mandou essa foto, mas apenas essa foto no e-mail. Nem “oi”, “tchau” ou um “vsf” ela escreveu 
Sabe o que é o pior disso tudo, Nathy? Que eu não faço a mínima ideia onde você bateu essa foto com suas amigas risos (serássi são amigas/primas/irmãs/tias/noras/cunhadas?). PRESUMO que sejE num local com uma torre risadas. Aliás, não sei nem qual é você 
Percebeu como fiquei triste? Mesmo assim darei nota 8,9 pela HARMONIA, pelo CENÁRIO e pelas barbas cultivadas com tanto AFINCO pelas duas gurias do meio. Depois dessa, vou sair À FRANCESA kkk rsrsrs.
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O Fabinho, do Be Free, nos mandou cinco fotos. C-I-N-C-O. Sim, todas divertidas, mas selecionei três.
Essa aqui ^ foi no Quênia. Mas sinto cheiro de trapaça, na boa. Fingem que tão segurando uma mangueira/cabo, mas na real é daquelas barras de flexão – toda torta. Bastou fazerem força com os braços. Nota 7,4 pela FALCATRUAGEM risos
^ Um pulo espetacular em Laos! Mas tem mais falcatruagem aí, minha gente. Além de dar uma de Tarzan, e pegar no cipó risos, você já aprendeu aqui com a gente que pulos na água pertencem ao nível: “molhei a fralda”. Nota 7,1 pela tentativa.
^ Hahahaha sério, uma das melhores dos últimos tempo. De “Vamos Pular?”, que tal mudarmos pra “Vamos Cair?”. Pela criatividade e pelo MORTAL DE COSTAS, 9,8. Média das três fotos: 8,1! \o/
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Agora é a vez da Cristina Souza da Rosa, ela também tem um blog, o Sol de Barcelona! Ela mora em Barcelona (ah vá!) e foi pagar mico pular na frente da Sagrada Família.
Ela disse no mail que se a Sandy não pula, ela pula! E que fez o pulo exclusivamente pro Viajão, na frente da turistada mess! A foto tá sensa, Cris. Mas sei que essa calça/saia que você tá usando facilita a aderência e o POUSO. É baseada nisso daqui:
Nota 9,2, só porque você achou que não fôssemos perceber sua fantasia de esquilo voador risos
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A Bárbara Lira também nos enviou uma foto. Ela diz que está pulando, mas eu quero que você venha comigo nesse swing e avalie no replay:
E então? A senhorita Bárbara está pulando mess na Oficina Francisco Brennand, em Recife? Hein? Hein?
Bárbara, ajoelhar NO CHÃO não vale, minha linda. Sério risos. Sácomé essas questã de perspectiva hoje em dia, néam?
Mãããs, como to de bom humor porque o fim de semana chegou, vou DESCOLAR um 8,8 pelo “pulo”. E fingir que não vi você se apoiar com a mão esquerda ali no muro risos
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Em abril, a Gabriele Rossato foi até Buenos Aires e resolveu pular na frente da Casa Rosada… (beijo pra Cristina Kirchner risos)
E o Guilber, que tava com ela na viagem, pulou na praça do Congresso Argentino.
Darei nota 8,7 só por causa da variedade de locais, ok? A nota não foi mais alta porque uma pergunta não saiu da minha cabeça o tempo todo: vocês ensaiaram pra fazer a mesma pose? DESAFIO vocês a mandarem fotos pulando de outras formas. 3, 2, 1, valendo!!!
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Por hoje é só, minha gente. Aproveite pra bater fotos pulando pra gente durante o fim de semana! Mas faça isso logo, porque o fds passa NUM PULO (tun tun tssssss).
Mande pro nosso souviajao@gmail.com e saia chorando de emoção com nossas notas justas e precisas, sempre. Um tapinha na bunda e até a próxima!
#pulaSandy
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Umba, umba, umba ê! Não é banheira do Gugu, mas é a alegria do fim de semana risos! Chegou a
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]]>Umba, umba, umba ê! Não é banheira do Gugu, mas é a alegria do fim de semana risos! Chegou a hora de pular messssss, “pro infinito e além” (LIGHTYEAR, Buzz. 1995).
Você já tá craque nisso. Sabe que é só mandar a sua foto pulando pra souviajao@gmail.com, que a gente publica aqui e ainda tira uma com a sua cara te dá uma nota. Claro que se você aderir à campanha #pulaSandy, será muito mais pulante mess.
Aliás, hoje é o Dia Internacional da Mulher. Nada melhor do que termos fotos de três leitorAs pra deixar o Vamos Pular mais belo. Parabéns pra todas as mulheres desse mundão, viajonas ou não, que embelezam e deixam nossos dias mais cheirosos ˆˆ
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A Bruna Duarte foi tomar um banho pra Bath, na Inglaterra, e resolveu imitar a musa Sandy. Só que eu gostaria de aprender com a Bruna que tipo de máquina ela usou pra cortar as pernas dos joelhos pra baixo e, não satisfeita, ainda implantou um pé na parte traseira da coxa direita.
Nota 9,6 pela OUSADIA e ENTREGA, só pra bater essa foto. Ah, e a Bruna tem um blog e espera vocês por lá também, ok?
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A Schayla Jurk, minha colega de facul (não faz muito tempo risos), foi até Paris. Quando viu a torre Eiffel, pensou: “Se a Sandy estivesse aqui, faria uma coisa que farei agora”. E CLICK! Ela bateu a foto pulando em um dos locais mais incríveis do mundo. Olha, Schayla, acho que você merece um 9,2, viu?
A nota só não é mais alta porque perdemos a foto seguinte, com você esborrachada no chão. Ou vai me dizer que esse chão molhado e liso não te fez cair no pouso? Manda a próxima, purrrrrr! P.S.: Acha que ninguém reparou que você está segurando a torre? Nota cai pra 8,7. Colou! Colou nessa prova!!!
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A Cláudia Martinelli tem um blog também. E ela caprichou no texto que mandou acompanhado dessa foto. Mas como aqui não é o “Colaborões” (está convidada a ser uma colaborona, Cláudia!), não vamos perder a concentração no pulo. Ela bateu essa na Ilha de Páscoa “Rapa Nui”. Nota 8,3 pelo pulo, sabe o porquê?
Porque somos contra violência nesse blog e você está chutando a cara do MOÇO lá atrás, com o pé esquerdo, tá vendo? Curtimos as expressões dos sinhozinhos que estão do lado. Todos prendendo a respiração pra não serem os próximos a levar um chutaço desses. Bela foto, mas abaixo à violência :'(
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Esse aí é um cara muito bacana risos e foi até Las Vegas só pra pular. Nem curtiu a cidade. Nem foi aos cassinos, shows, hotéis. Sério mess. Só pelo empenho e dedicação, ele merece, pelo menos, um 9,9, certo?
Tá, vou diminuir a nota dele pra 9,8 só pela cara de emoção na foto. Gente que é pulante mess pula como se estivesse em casa deitado vendo History Channel. 9,8 e não se fala mais nisso. E lembrando que aqui não protegemos ninguém, ok?
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O mesmo cara da foto de cima resolveu bater outra, dessa vez no Deserto de Mojave. O deserto fica entre LA e Vegas. Postei sobre essa viagem, que fizemos de carro, aqui.
Vale a pena parar e dar um pulinho no acostamento mess pra curtir o cenário de perto. Mas a nota é 8,9 porque esse cara aí quis fazer cosplay de Papa-Léguas, correndo do Coyote.
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Por hoje é só, pessoal (no ritmo da Looney Tunes risos). Afinal, é sexta, chega de trabalhar. Bora curtir o fim de semana porque ele passa pulando. Não esquece de mandar a foto messsssss. E parabéns de novo pras mulheres!!! Hasta! o/
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Você já teve a sensação de que os melhores artistas de todos os tempos são aqueles que estão nas
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Você já teve a sensação de que os melhores artistas de todos os tempos são aqueles que estão nas ruas, nos metrôs e nas estações e a gente não paga nada pra ver??? Eu sim!
Tenho uma forte teoria sobre isso, e os eruditos iriam querer me matar… Mas aquela rouca, forte e vibrante voz que embalou minha saída da estação de Westminster do metrô e me provocou lágrimas (Soy cafona???) enquanto surgia a pontinha do Big Ben bem ali na minha frente, aos poucos despontando no fim do “túnel”…. Ahhh, aquela voz nunca será esquecida!
São infinitos os meus, os seus e os nossos exemplos, tenho certeza! Mas se é geralmente na Europa que o povo tem essa “rootesa” toda de viver única e exclusivamente da sua arte, não podemos esquecer dos exemplos brasileiros e cotidianos como o Plá, o OilMan, os peruanos da Rua XV e um certo mendigo doido que também me emocionou um dia, em pleno Vermelhão (o ônibus biarticulado de Curitiba) recitando palavras lindas e dolorosas, enquanto os curitibanos fingiam estar muito ocupados olhando de canto dos olhos…
Estes e todos os outros que embalam nossas viagens, aqueles que sempre provocam dancinhas espontâneas e desajeitadas [E isso é tão real que vai em breve ganhar um quadro especial aqui no viajão… aguardem… a Karin entende bem do que eu to falando
], aqueles que sempre estão lá nos nossos vídeos de viagem… (Exemplos básicos já foram dados aqui e aqui) enfim, para estes surgiu um projeto incrível que descobri numa revista peruana:
THE BUSKING PROJECT
O Busking Project reúne vídeos e entrevistas dos “performers”, artistas, músicos e até manifestantes mais talentosos e mais bizarros de todo o mundo.
Vai dizer que você achou que, em plena era da internet, eles permaneceriam anônimos?? Os autores do projeto também são artistas, ora pois, andando pelo mundo e registrando com muita sensibilidade, “catalogando” esses artistas pra todo mundo ter a chance de conhecer.
Vale a pena olhar o site e o canal no vimeo e se emocionar e curtir mais do que no Arquivo Confidencial! RISOS
Você ainda tem a opção de fazer uma doação pro projeto ou ainda receber os cinegrafistas em casa, pra filmarem algum artista da sua cidade, num esquema meio couchsurfing. Serviço em benefício da humanidade, s ou n? Eles dizem que, se cada um que entrasse no site doasse US$1 cada projeto seria finalizado em uma semana!
E aí? Alguém a fim de hospedar os caras e apresentar o Plá pra eles???
A-do-rei!
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Você quer dormir comigo essa noite? RÁ. Tá me achando ousado, é? Mas aposto que você já cantou bastante a
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]]>Você quer dormir comigo essa noite? RÁ. Tá me achando ousado, é? Mas aposto que você já cantou bastante a musiquinha do filme Moulin Rouge, “vulevu cuchê avec moá, cessoá”. Cantou e pagou de PURITANA risos.
Por isso, agora segue o MANUAL PRÁTICO pra quem vai a Paris e sonha em conhecer o bordel chamado Moulin Rouge, a casa de “shows” mais famosa do mundo.
1) Ao chegar em frente ao Moinho Vermelho, com certeza você exclamará, com decepção: “meldels, achei que fosse bem maior”. Calma, você estará se referindo só ao moinho mess reezous.
2) Aí você baterá fotos e vai entrar na recepção pra ver os preços. Sim, verá um valor de 100 euros e virará as costas.
3) Depois, você irá correndo pro meio da rua (sim, tem uma espécie de ILHA/PRACINHA ali) pra bater mais fotos da princesa Mulan da Disney do Moulin Rouge.
E aí é que entra a parte legal! Nessa “ilha” usada pra dividir as avenidas, tem uma TUBULAÇÃO DE AR sensacional. Sabe aquelas grades no chão? Vem um VENTINHO estilo “A Dama de Vermelho” saindo dali. As mina de saia e sem calcinha pira risos
Pirei messsssss risos
Pronto, o Moinho Vermelho ficou pra trás! A brincadeira e atração turística agora se chama: VENTIN INFERIOR. É praticamente um TORNADO vindo da calçada, você precisa se segurar pra não sair voando. Pena que é mentira. Mas rendem boas risadas e caras de idiotas.
Batemos diversas fotos com casacos esvoaçantes. Algumas a Levis’ comprou pra uma campanha futura. AGUARDEMMMMM.
Anote a dica direitinho pra usar quando for a Paris. A outra, que você pode usar, tá lá na primeira frase do texto. Use com moderação risos. Vulevucuchê?
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Ela é uma garota com gosto musical apurado. Creio que depois do Maurício de Sousa (aqui) e nós viajões (risos),
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]]>Ela é uma garota com gosto musical apurado. Creio que depois do Maurício de Sousa (aqui) e nós viajões (risos), ela seja a pessoa mais famosa que já apareceu aqui no blog (no final do post vocês vão entender do que estou falando). E com a voz afinada ela resolveu fazer um mochilão sozinha pela Europa e sem mais delongas ela contou as peripécias aqui no Viajão. Anne Glober (fiu fiu) aqui no blog minha gente, guardem esse nome hein! Valeu Anne!
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Como uma boa turismóloga (sim, me formei em turismo), fiz minhas reservas e “roteiros” na última hora! Rá!
Eu estava em Munique há 1 mês e pouco e de lá parti pra Viena.
Lá percebi o quanto meu inglês estava ruim! Mas pra tudo na vida a gente dá um jeito! Vale mímica, resmungo, apontar, digitar a frase no google tradutor..
Fiz os passeios básicos com um bom mapa e a companhia de uma americana, uma coreana e uma australiana.
Mas como uma garota qualquer normal, quase chorei quando descobri uma loja da Forever 21! Hahaha..
Larguei os próximos pontos turísticos e fui às compras! De noite fui com elas assistir um concerto da orquestra da cidade, Mozart e tal.. Duas horas de música clássica! Foi lindoZZZzzzzzZZZzzz….
Depois fui pra Praga! Pensem numa pessoa perdida.. Entender como funciona o esquema de comprar o ticket do metrô, trocar o dinheiro pela moeda deles..
E mais difícil ainda é entender o que eles falam! Acho que até o inglês deles é em tcheco! RÁ RÁ RÁ!
Lá acabei conhecendo 4 brasileiros no hostel e me escalei pra fazer os passeios com eles! Fomos então ao famoso “Castelo de Praga”, que de castelo eu não achei um resquício sequer.
Três deles tinham carteirinha de estudante e eu e o outro menino também queríamos pagar meia entrada! Então, como bons brasileiros, nós tivemos a ideia de “inventar” novas carteirinhas.
Ele mostrou o cartão da Unimed, falando que estudava medicina, e eu, que usei meu CPF, tive que passar alguns minutos tentando convencer a “tia” que eu estudava no Ministério da Fazenda.
Até que consegui a façanha de fazer ela entender que a minha não tinha “uni” no nome porque era uma universidade privada! Hahahaha..
Depois de Praga fui pra Berlim, que foi o meu momento “deprê”, porque fiz os passeios sozinha. (E porque tive que pagar 40 euros pra despachar uma MOCHILINHA pra Amsterdã, visto que eles julgaram a minha bolsa um pouco grande. Eles não entendem que uma mulher precisa carregar a vida nelas.)
Em Amsterdã eu tive a sorte de ficar num quarto com duas brasileiras (queridíssimas!) que conseguiram me arrastar pro famoso “pub crawl”! Acho que foi a cidade que eu mais aproveitei e a que não teve grandes peripécias pra contar (pelo menos não que dê pra contar! hahaha).
De lá fui pra Paris, o momento mais esperado da viagem! Comecei bem ficando num hostel pulguento, onde peguei uma alergia no rosto e fiquei toda empipocada.
Paris foi o lugar onde eu mais vi brasileiros! Na verdade SÓ vi brasileiros!
Mas o francês que conheci fez a cidade ganhar o troféu de pérolas!
Como eu viajei sozinha, peguei aqueles ônibus de turismo pra poder conhecer os lugares principais, porque eu também já tava meio de saco cheio de ficar andando, andando, andando e andando atrás dos pontos turísticos.
E foi nesse ônibus que eu conheci o francês. No caso, o motorista. Ele viu que eu tava sozinha e foi “ixxxxpéééérrrto”. Haha. Me chamou pra tomar um café na segunda parada, porque ele terminaria ali o turno dele. E adivinhem só? Eu fui! Haaaahahahahaha
Foi engraçadíssimo! Tomei um café com ele, conversei um pouco, ele tirou umas fotos minhas com a torre de fundo (que fazem parte das 10 fotos que comprovam que eu fiz essa viagem, porque as outras eu tive que tirar só dos lugares.) e depois, quando percebi que precisava escapar dali, falei que tinha que correr ainda pra conhecer os outros lugares. Me despedi, peguei o próximo ônibus, não fui cantada pelo outro motorista e me mandei atrás dos lugares clichês famosos da minha lista que ainda faltava conhecer.
Claro que eu fiz a “pelegagem” de tomar até champanhe debaixo da torre.
E assim terminei a viagem fazendo com que fosse a melhor e mais inesquecível da minha vida. =]< /div>
(Não que eu tenha feito muitas outras!)
Beijos, abraços e tapinhas nas costas.
Sensacional! Viajar sozinho sempre é uma loucura. E que comecem os convites pra tomar um café pra Anne em 3, 2, 1…! E como eu disse que ela era famosa, aí vai a explicação! É blues no Viajão!
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Nos últimos dias temos acompanhado um certa polêmica e uma certa #Denúncia sobre as ciclofaixa, faixa criada em alguns poucos
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]]>Nos últimos dias temos acompanhado um certa polêmica e uma certa #Denúncia sobre as ciclofaixa, faixa criada em alguns poucos km de Curitiba para uso dos ciclistas. Polêmica por que hoje essa faixa só vai funcionar em UM domingo do mês, e segundo muitos ciclistas, foi criada do lado errado ainda por cima!!!
Discussões políticas a parte, eu acho que de algum lugar se tem que começar, e criar cultura é uma coisa que leva tempo mesmo, mas o objetivo desse post é viajar nessa cultura de Bikes pelo mundo… Há quem torça o nariz para estas iniciativas por aqui no Brasil, quem ache utopia, quem pegue o carro pra ir na ESQUINA, mas quando chega na Europa acha tudo o máximo!!!
Dentro da minha humilde vivência por alguns países, acho incrível de ver como, nos lugares em que estive na Europa, por exemplo, as bicicletas já fazem parte das paisagens. Vai ver porque eles tiveram séééculos a mais pra aprender…
Elas são perfeitas para a ruelinhas estreitas, onde carros mal passam. A preferência é a de cestinha, onde você coloca a bolsa e ninguém, nem mulheres com suas saias, nem homens com seus ternos, deixam de estar bem arrumados em suas magrelas.
Tem gente que inova um pouquinho mais e “customiza” seu veículo de estimação! Tem até aqueles que a adaptam para levar os filhotes:
Falando em filhotes… Parece que o bom hábito é coisa que passa de mãe pra filho! Na Espanha minha vizinha levava as crianças pro colégio numa bici com duas cadeirinhas! No dia em que vi isso pensei: “eu tenho que aprender a andar de bicicleta, pelos meus filhos!!!”
E foi assim que, aos 19 anos, tomei vergonha na cara e me aventurei, SEM RODINHAS!!!
Engajada com o que para alguns não passa de “eco-chatismo” , seja pra economizar ou pra não ir todo dia a pé sozinha pra faculdade, ou porque estava encantada e contagiada pela cultura… eu ia, desengonsada, mas ia!
A cidade era equipada para isso, claro, além de ciclovias por tudo, bicicletários e até árvores (por que não?), a ação mais inteligente era mesmo a das bicicletas publicas.
Em cada cidade o serviço tem um nome – em Sevilla: Sebici; em Paris: Vélib; em Barcelona também tem… mas é basicamente a mesma coisa.
O cidadão paga uma anuidade e recebe um cartão, como desses que usamos pro ônibus, e tem bicicletas livres onde e quando quiser! Passa o cartão, retira a bike e entrega no ponto em que parar – ou no primeiro dentro de um limite de 30 minutos – assim evita que algum lugar fique desequipado e outro sobrecarregado.
E aí? Será que a moda pega? Será que funcionaria?? Será que o brasileiro ia aceitar que a bicicleta tá ali, livre pra usar, não precisa levar pra casa, esconder ou “garantir a sua”???
Por enquanto vamos nos contentando com uma faixa só nos domingos… e quem puder, por favor, mostre que ela é útil e usada… Já eu, vou confessar que por aqui nem bicicleta tenho, e se tivesse não conseguiria ir de casa para o centro!
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Quarta cansa! – mesmo em Paris.Falando em estátuas, elas são uma presença constante em fotos de viagem, fazem parte da história dos lugares, mas frequentemente são alvo de chicletes, passarinhos, sol, chuva, tempestade e alguns outros vandalismos.
Picasso e minha irmã gêmea gorda – Málaga.
A Brigitte Bardot – que era uma moça bonita – Búzios.Mas não dá pra negar que é espontâneo de qualquer turista viajão interagir com elas, sentar no colo, tirar seus óculos… enfim, posso apostar que vocês viajões devem tirar mais fotos com estátuas do que pulam em meio à multidão! Logo, devem ter vááárias dessas.
Eu e Oscar na fatídiga Dublin.
João-Bobos bizarros no Museu Reina Sofia – Madri.Eu arrisco até que isso pode virar um quadro do viajão, basta você enviar as suas para o souviajao@gmail.com, mas atenção: Não vale bonecos de cera, não vale painéis onde só se encaixa a cabeça… a categoria aqui é de ilustres feitos de bronze ou aço, ou ainda papel maché, mas tem que ser coisa DE RUA, belesss??
Vou ficar aqui paradinha esperando! 
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