acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
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Você já teve a sensação de que os melhores artistas de todos os tempos são aqueles que estão nas
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Você já teve a sensação de que os melhores artistas de todos os tempos são aqueles que estão nas ruas, nos metrôs e nas estações e a gente não paga nada pra ver??? Eu sim!
Tenho uma forte teoria sobre isso, e os eruditos iriam querer me matar… Mas aquela rouca, forte e vibrante voz que embalou minha saída da estação de Westminster do metrô e me provocou lágrimas (Soy cafona???) enquanto surgia a pontinha do Big Ben bem ali na minha frente, aos poucos despontando no fim do “túnel”…. Ahhh, aquela voz nunca será esquecida!
São infinitos os meus, os seus e os nossos exemplos, tenho certeza! Mas se é geralmente na Europa que o povo tem essa “rootesa” toda de viver única e exclusivamente da sua arte, não podemos esquecer dos exemplos brasileiros e cotidianos como o Plá, o OilMan, os peruanos da Rua XV e um certo mendigo doido que também me emocionou um dia, em pleno Vermelhão (o ônibus biarticulado de Curitiba) recitando palavras lindas e dolorosas, enquanto os curitibanos fingiam estar muito ocupados olhando de canto dos olhos…
Estes e todos os outros que embalam nossas viagens, aqueles que sempre provocam dancinhas espontâneas e desajeitadas [E isso é tão real que vai em breve ganhar um quadro especial aqui no viajão… aguardem… a Karin entende bem do que eu to falando
], aqueles que sempre estão lá nos nossos vídeos de viagem… (Exemplos básicos já foram dados aqui e aqui) enfim, para estes surgiu um projeto incrível que descobri numa revista peruana:
THE BUSKING PROJECT
O Busking Project reúne vídeos e entrevistas dos “performers”, artistas, músicos e até manifestantes mais talentosos e mais bizarros de todo o mundo.
Vai dizer que você achou que, em plena era da internet, eles permaneceriam anônimos?? Os autores do projeto também são artistas, ora pois, andando pelo mundo e registrando com muita sensibilidade, “catalogando” esses artistas pra todo mundo ter a chance de conhecer.
Vale a pena olhar o site e o canal no vimeo e se emocionar e curtir mais do que no Arquivo Confidencial! RISOS
Você ainda tem a opção de fazer uma doação pro projeto ou ainda receber os cinegrafistas em casa, pra filmarem algum artista da sua cidade, num esquema meio couchsurfing. Serviço em benefício da humanidade, s ou n? Eles dizem que, se cada um que entrasse no site doasse US$1 cada projeto seria finalizado em uma semana!
E aí? Alguém a fim de hospedar os caras e apresentar o Plá pra eles???
A-do-rei!
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Ahhhh, Ryanair. Sempre que falamos de você aqui no Viajão, é sucesso de audiência. Um dos posts foi da Amanda,
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]]>Ahhhh, Ryanair. Sempre que falamos de você aqui no Viajão, é sucesso de audiência. Um dos posts foi da Amanda, esse daqui, sobre 10 motivos pra não voar nessa companhia tão amada/odiada pelos viajantes desse mundão!
Dá uma olhada em alguns comentários que os viajões fizeram aqui no blog a respeito do resgate do soldado Ryan da Ryanair:
“Tive que jogar coisas fora no aeroporto pq não havia mais tempo para pagar 40, euros para colocar a mala no porão e a balança maldita não chegava nos 10k máximos para embarcar minha mala!” – Luís
“Nunca mais. E tenho dito!!! Minha experiência foi traumática!” – Giselle
“Cheguei em Frankfurt e a primeira coisa que fiz foi chorar, chorar e chorar e ligar pro Brasil querendo vir embora. Nunca me senti tão humilhado…NÃO VOO DE RYANAIR NEM POR 5 EUROS!” – Victor
Ufa, depois desses desabafos frenéticos, vamos ao post!
Dessa vez, quero contar a minha (única) experiência voando de Ryanair. Eu e mais três amigos optamos pela companhia falcatrua pra podermos ter vivido isso pelo menos uma vez na vida! Compramos um voo barato (acho que custou 15 libras), de Londres a Dublin.
Só que atenção! O problema começou na bagagem, como acontece com todos. Tínhamos mochilas e bagagens pequenas, mas que não podíamos levar em cima por causa do peso. Resultado? Chegou o terror da noite: d-e-s-p-a-c-h-a-r.
Confesso que a moça do check in foi mega gente boa. Sem ela, minha vida não seria a mesma teríamos nos ferrado muito! Lembro que eu não queria despachar, porque teria que pagar 50 libras pra isso. Então, vi se minha mala tava dentro do peso autorizado pra levar a bordo – 10 quilos. Não, não estava. Tinha o dobro de peso risos.
Aí, a funcionária simpática me sugeriu: “tire sua roupa fique pelado de dentro da mala e vista o máximo que conseguir pra diminuir o peso”.
Sim, foi o que comecei a fazer. Coloquei TRÊS CALÇAS risos. Vesti QUATRO CASACOS. Amarrei outro na cintura. Tudo ali, ao lado dos guichês de check in! Fiasco? Quase nada! Suando de calor, em pleno outono, pesei a mala de novo. BINGO! Foi possível levar comigo, em mãos!
Eu andava pelo aeroporto e os outros me olhavam com JULGAMENTOS. Eram tantas calças, que eu parecia um robô andando (sim, todos achavam que eu estava cagado). Não deu outra, meus amigos também resolveram fazer isso.
Parecíamos cebolas humanas! Várias camadas de roupa, engordamos uns 18 quilos cada. Mas tudo pra economizar uns bons trocados! Valeu a pena e foi engraçado. O voo em si? Básico. Poltrona não reclina (não morri por isso) e lanches são cobrados (não morri também).
Resumindo: voe de Ryanair uma vez na vida só pra ver qualé! Os voos são baratos, lembre-se disso. Vale a pena pra quem vai com uma malinha de mão, com as coisas básicas. Não vale pra quem tá viajando pela Europa e precisa levar a CASA NAS COSTAS! Assim, sairá caro.
Só lamento uma coisa: não ter batido mais fotos ou feito vídeos desse momento meio “cebola”. Sim, realmente foi de chorar!
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Artur Dembiski, mais conhecido como Vini (sim, o famoso mexe a cadeira) é um escoteiro 24h por dia. Ele consegue
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]]>Artur Dembiski, mais conhecido como Vini (sim, o famoso mexe a cadeira) é um escoteiro 24h por dia. Ele consegue montar barracas impossíveis, fazer fogo com gravetos e ainda sabe que seu carro não pega por causa da corrente do alternador que estourou. Hoje ele conta uma história sapequinha aqui no Viajão, tive até que censurar algumas fotos, mas pra o bem de todos coloquei algumas pra alegria da garotada. Valeu Vini!

Quando você vai vendo as coisas diferentes que eles fazem, mais organizados, regrado apesar de tão liberal é possivel perceber porque dizem que é primeiro mundo, não digo que seja melhor, poderia chama de mundo do juquinha, mas é diferente. As coisas estão mais estruturadas e dai sobra tempo que se dedicar a outras idéais do que se formar, ganhar dinheiro, comprar um casa, cuidar do cachorro, escrever para blog.
Por exemplo, vou escrever sobre um protesto que testemulhei acontecer, e vou escrever antes porque depois das fotos nada mais precisará ser dito já que ninguem vai prestar atenção mesmo.
Em 2011, o tema principal foi melhorar a segurança para os ciclistas. Objetivos: Obtenção de direitos reais para os ciclistas e demonstrar a vulnerabilidade dos ciclistas nas ruas da cidade, protesto contra a dependência mundial do petróleo, celebrar a liberdade do corpo, ruas mais seguras para os ciclistas, ciclo zonas nas cidades, vias separadas para bicicletas e a proibição da publicidade de automóveis. Eu acabei de escrever celebrar a liberdade do corpo, foi o que eu achei mais marcante. Nota: Contrariamente à opinião popular, não há nenhuma lei contra a nudez na Inglaterra e você não será preso simplesmente por estar nú em um protesto.
Nome do evento: oitavo London World Naked Bike Ride, no conforto de uma bicicleta, patins e rickshaws pedal. O ponto de encontro início e fim do passeio foi no canto sudeste da Hyde Park (perto de Wellington Arch e Hyde Park Corner). Depois fiquei sabendo que a rota é de mais ou menos 15 km e inclui passagem por Hyde Park, Piccadilly Circus, Trafalgar Square, Whitehall, Parlamento, London Eye, Royal Courts of Justice, Ludgate, Catedral de Saint Paul, Covent Garden, The Mall e Arch Wellington.
Felizmente o mau tempo adiou o passeio de sábado para domingo. Eu inocentemente voltando de onibus vindo de Oxford desço no Hyde Park para conhecer. Passo em uma loja com Zonda Pagani de 1 milhão e duzentos mil pounds (tinha um papel com as informações) e vou para o parque. Nessas hora as pessoas estavam se “preparando”, fazendo placas e pinturas corporais.
Concentração no parque, a galera chegava vestida, tirava a roupa, colocava na mochila, pintava o corpo, fim, pedalar.
Na hora da saída, tinha um carro de som, chamava as pessoas e formou um corredor cheio de homens e mulheres curiosos para prestigiar o evento. Todo mundo que estava a participar do passeio passou por ali, tinha todo tipo de gente.
Tinha muita gente em volta fotografando e filmando.
Tinha um pouco mais de homens do que mulheres, nessa foto tem 3 homens e 2 mulheres.
Tinha muuitos velhinhos e velhinhas, essas fotos são selecionadas para não ter conteudo ofensivo.
Não era todo mundo pelado pelado, muitas mulheres ficavam com pinturas mais fortes ou um pouco de roupa mais estratégica, tantas câmeras é muita exposição.
Note as pinturas nas costas, todo mundo tinha um frase, um pensamento escrito.
Apenas para constar, esse é o Hyde Park.
Tem como alugar bicicletas para participar e nossa como da vontade de ir na onda. Eu estava mochilando sozinho, mas se tem mais alguém para apavorar junto as chances de ir vão de 60 contra 40. Depois da partida fui conhecer o Hyde Park, achei duas brasileiras também vendo o inicio do passeio, dica: grite e proteste em inglês.
Se programe para participar: Próximo Mundial Bike Ride Naked in London:
Data: Sábado 09 de junho de 2012
Horário: 3:00 assembléia, para a partida 15:30
Localização: Hyde Park.
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Eu tava meio frustrado uma vêis. É que tinha programado tudo pra ir pra NYC, tinha comprado ingressos pra ver
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]]>Eu tava meio frustrado uma vêis. É que tinha programado tudo pra ir pra NYC, tinha comprado ingressos pra ver um musical na Broadway, e na última hora não pude viajar. Na verdade, acabei viajando na mesma data a trabalho pra Europa. Foi-se a chance de ver o espetáculo.
Mas quando estivemos em Londres, meus amigos e eu decidimos ver um dos musicais que estavam em cartaz por lá! E, olha, pra decidir foi complicado. Eram várias as opções: Rei Leão, Os Miseráveis, Mamma Mia… só que ou alguém já tinha visto, ou alguém não queria…
Fizemos par ou ímpar Vimos que em cartaz estava THRILLER, um musical em homenagem ao Michael (íntimo). Nenhum de nós (to falando da gente, não da banda risos) se mostrou contrário e compramos os ingressos.
À noite, eis que estávamos lá, numa parte SUPERIOR do teatro, assistindo à apresentação que contava a história de Michael Jackson. Confesso que o lugar que pegamos não era o melhor do país. Mas dava pra ver tudo com clareza.
A apresentação foi sensacional, repleta de músicas do ex do Macaulay Culkin rei do pop, e os atores eram impressionantes. Eu podia jurar que tinham feito uma MESA BRANCA e estavam RECEBENDO O MJ ali risos.
Voz igual, danças iguais. Enfim, o cara não morreu mess e tá rodando o mundo com o espetáculo sem ninguém perceber. Só pode.
A apresentação teve um intervalo. Lembro que passavam com carrinhos cheios de sorvete Häagen-Dazs vendendo pra galera (alow Jujuba Gourmet!). Enchemos a pança e estávamos prontos pra segunda parte do musical.
Recomendadíssimo.
Aliás, é proibido tirar fotos durante o espetáculo. Mas, sabendo que vocês viajões mereceriam curtir esse momento também, você acha que eu obedeci à regra, s ou n?
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]]>O post Uma voltinhzzzZZz apareceu primeiro em Viajão.
]]>Foi assim na London Eye. Conheço uma galera que mora/morou/visitou Londres e jamais teve coragem de desperdiçar alguns MANGOS e dar uma voltinha no olho que tudo vê brinquedin instalado pra comemorar a virada de 1999 pra 2000.
Não podemos negar que o negócio virou um cartão postal contemporâneo de Londres. E tem um visual beeeem futurista. Mas você não precisa entrar na London Eye pra saber o que te espera no passeio. É chato arroba (nova gíria do momento)!
O negócio é leeeerdo. Demora pra rodar. Em cada cabine cabem umas 20 pessoas. E aí, ok, o visual é massa e tal… mas meu, chega uma hora que cansaZzZzzZzzzzZ. E percebemos um negócio: pra ficar divertido, vale dividir seu grupo de amigos. Uns vão numa cabine e os outros vão na seguinte.
O porquê disso: dá pra bater umas fotos malucas do povo na outra cabine durante o passeio. É que o negócio é entediante (pelo menos pra mim), por isso essas alternativas podem ser uma boa.
Outra brincadeira é tentar descobrir qual é a sombra da sua cabine lá no rio! aUHahuaUHHUA Sim, se tiver sol. Mais uma diversão é fazer careta ou poses absurdas pra foto oficial, que depois fica à disposição pra você comprar.
Voltando a falar do passeio, dura 30 minutos. E você consegue ter uma vista privilegiada de Londres. Mas na boa, é agoniante pensar que você tá PRESO, no AR, em LONDRES, enquanto a cidade pulsa lá embaixo. ME TIRA DAQUI!
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O post Uma voltinhzzzZZz apareceu primeiro em Viajão.
]]>Então, que tal a gente lembrar um post direto de Londres? Sim, aquele do museu de cera Madame Tussauds! Lá você ainda tem a chance de bater uma foto ao lado da Amy. Mas de cera, lógico. Porque ela já morreu. E se ela já morreu, não tem mais como bater foto ao lado dela. E se não tem mais como bater foto ao lado dela, quer dizer que ela já se foi. E se ela j… (imagine aqui um loop infinito)
Por isso, seu cara de cera, aproveite pra visitar o museu conosco e se liga que o fim de semana tá acabando. Viaje um pouco e vá aproveitar seu domingo também! 
O post Camden Town apareceu primeiro em Viajão.
]]>Camden Town está sendo muito falado aí essa semana por conta da última fatalidade do mundo da música, sim, AMY. Quando não estava na rehab era lá que ela abalava bangú. Por essas e outras que o Camden é o bairro mais LOQUE de Londres.
Foi minha primeira parada na cidade, na feira que acontece todo domingo e reúne todos os rebeldes sem causa da terra da Rainha. Bota no chinelo aquele “mundo mix” que eu você ia quando tinha 10 anos de idade e passava rímel azul no cabelo.
Punks, clubbers, rockers, (emos ainda existem?) e até góticos convivem numa boa entre as lojinhas de piercing, coturnos, roupas de brechó de muito estilo, camisetas de bandas, protesto ou ainda caricaturas da rainha.
Uma faixada mais revolucionária que a outra, o importante é fugir do comum! Então, quando sua tia de chamar pra ir pra Londres e você estiver meio cansado dos compromissos Reais, de ter que olhar sempre pro lado indicado na rua, de acenar para a plebe e de acertar seu relógio conforme as badaladas do Big Ben, seja TRANSAGRESSOR como a Amy Winehouse e fuja para o Candem Town!
(Se no final nenhum cinto de tachinhas agradar, tem muita opção de comida barata por lá ;] de todos os tipos orientais. Apesar da minha cara estava ótimo! hehe)
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]]>O post A AMYga morreu apareceu primeiro em Viajão.
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Amy Winehouse do pó veio, ao pó voltou. (sem malícias, ok?) Agora que ela morreu, só poderá ser vista e ouvida em gravações e etc.
Por isso, o Viajão, em caráter de plantão, resolveu entrevistar uma fã da inglesa. É a jornalista Marta Gomes.
Martinha teve a oportunidade de acompanhar o show de Amy em Floripa, no dia 08/01/11. (confesso que eu queria ter ido, mas voltei de viagem bem nesse dia, foi impossível). Marta curtiu demais a apresentação e se surpreendeu por ver a ídola ser tão frágil e tímida diante do público.
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Viajão – Você sempre quis ir ao show da Amy Winehouse?
Marta Gomes – É algo que eu achei que nunca fosse se realizar, imagina, ela em Floripa!? Ficamos bem perto do palco e achei legal uma coisa: ela deixou o backing vocal cantar duas músicas, deixou ele ser atração por alguns momentos. Ela pareceu muito frágil, apesar da voz estar legal. Eu adorei, mesmo apesar das críticas. Achei o show curto.
Viajão – Como o público reagia ao show?
Marta Gomes – O público ficava exaltado. Foi simpático ela colocar a bandeira do Brasil no cenário e, toda hora, Amy tomava algo que parecia água de uma garrafa. Todo mundo dizia que era vodka.
Viajão – Ela parecia estar “chapada” no show?
Marta – Eu, sinceramente, não sei. Não tinha como saber até que ponto aquilo era a personalidade dela ou se estava “chapada”. Ela parecia estar bem.
Viajão – Imaginou que ela pudesse morrer tão cedo?
Marta – A gente sabia da iminência de acontecer uma tragédia dessas, mas a gente sempre espera que ela fosse voltar a fazer shows, gravar mais um disco. Quando ela lançou aquela música It’s my party a esperança se renovou, e se renovava a cada música que ela lançava.
Viajão – Como fã da cantora, o que fica agora?
Marta – Saudades. E ouvir as músicas que marcaram sua geração com o talento e a autenticidade dela.
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]]>Pra acabar com esse desânimo, que tal uma musiquinha? Que tal BEATLES? Vamos relembrar o post que mostra a saga pra bater uma foto na famosa faixa de segurança em Abbey Road, em Londres.
É só clicar aqui, e te garanto que all you need is love.
Ah, e aproveita o finzinho de feriadão pra seguir a gente no twitter, e pra curtir nossa página no Facebook, beleza? 
O post A revolta das máquinas apareceu primeiro em Viajão.
]]>Uma vêis, numa estação de trem na Áustria, queríamos um salgadinho só pra passar o tempo. Aí colocamos a moeda na máquina e selecionamos um. O pacote ficava preso entre um ESPIRAL que, quando você escolhe, gira e faz o salgadinho cair.
Ok. Uma MÁQUINA fez eu ter uma das sensações mais LOSERS da minha vida. O salgadinho não caiu e estampou um carimbo de TROUXA na nossa testa. (se eu tivesse visto um episódio de Lost, saberia que era só desligar a máquina da tomada nesse caso e religar. Será que funciona mess?)
Outra TRAIRAGE MAQUINÁRIA foi em Londres, no Madame Tussauds. Cara, mas nesse eu quase passei mal de tanto rir e os gringos não entendiam nada.
Uma amiga minha queria comprar uma água na fila. Pegou as moedas, colocou £2 na máquina e escolheu qual garrafa ela queria. Existiam umas 300 iguais na máquina, em várias fileiras diferentes.
Ela demorou pra se decidir (não sei o porquê até hoje). Eis que definiu. Queria a garrafa da coluna B na fileira 5. Digitou B5. A máquina foi ativada, parecia um robô indo buscar a água nas coordenadas indicadas. Fomos acompanhando com os olhos.
O mecanismo foi… de repente parou em frente à B5, que estava VAZIA, FINGIU pegar uma garrafa, e de repente DESPEJOU AR no compartimento onde retiraríamos a garrafa de água. Mas, claro, não recebemos NADA!
Aí a máquina parou, como se tivesse cumprido a missão. Começamos a gargalhar.
Primeiro, a máquina foi CÍNICA. Segundo, minha amiga foi uma viajona ABSURDA por ter selecionado exatamente as coordenadas onde já tinham acabado as garrafas de água. Terceiro, perdemos £2 e passamos sede, porque já estava na hora de entrar no museu de cera.
Mas, pensando bem, pro tanto de risadas que demos, saiu bem barato! Mais até do que um show de Stand up comedy risos
E você? Já viveu situação parecida e se sentiu trouxa diante de uma máquina dessas?
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